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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Paula Martins de Souza
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2016
Orientador
Banca examinadora
Beividas, Waldir (Presidente)
Fiorin, Jose Luiz
Mancini, Renata Ciampone
Portela, Jean Cristtus
Tatit, Luiz Augusto de Moraes
Título em português
O sujeito semiótico: uma tipologia
Palavras-chave em português
Epistemologia Hjelmsleviana
Intersubjetividade
Semiótica tensiva
Sujeito semiótico
Resumo em português
Como sói acontecer aos grandes movimentos intelectuais que propõem rupturas por relação às epistemes anteriores, o estruturalismo assumiu algumas posturas radicais, em grande medida responsáveis pela conquista de sua independência científica. Uma delas consistiu na despsicologização da linguagem. Por outro lado, esse gesto fundador não tardou a ser contestado por diversas disciplinas que consideravam o ponto de vista estrutural demasiado redutor para lidar com os objetos das humanidades. Sucede que a rápida ascensão e queda desse movimento dificultou a assimilação de suas principais ideias: do centro da cena, o estruturalismo rapidamente foi relegado aos bastidores da pesquisa em humanidades. Disso resultou a pasteurização do estruturalismo quando, no verdade, ele se desdobrou em diversas frentes, muitas vezes contraditórias entre si. Esta tese está embasada em uma interpretação da teoria da linguagem de Hjelmslev que, ao contrário das leituras correntes, considera seu modelo teóricoepistemológico como uma base estrutural aberta à abordagem dos elementos transcendentes às linguagens, como é o caso da subjetividade, ainda que sempre sejam regidos pela imanência. A vertente tensiva dos estudos semióticos, cujo principal idealizador é Claude Zilberberg, é um exemplo dessa abertura. Valendo-se da base teóricoepistemológica hjelmsleviana, mostra a produtividade de seus pressupostos diante de fenômenos tais como a subjetividade, pertencente à dimensão sensível, e o acontecimento. Tendo por objetivo último aprofundar os estudos do sujeito semiótico, esta investigação enfrentou um terreno espinhoso diante das exigências dessa categoria de análise, que parecer enjeitar os limites excessivamente formais que lhe foram impostos quando de sua formulação na semiótica francesa. Ela exige um aumento de sua espessura em troca de compartilhar os segredos dos mecanismos de significação que permitem entender suas propriedades subjetais. Inicialmente concebido como coincidente com as ações que efetua, o sujeito logo reivindica a presença de um destinador que justifique sua emissividade, e das forças antagonistas que sustentam sua remissividade. A explicação das funções que contrai com os demais actantes vai solicitar o desenvolvimento da teoria das modalidades que, por sua vez, exigirá a ampliação de sua potencialidade dentro de um quadro passional alargado. Partindo de uma relação eminentemente solipsista entre um sujeito e um objeto separados por um abismo amorfo, o sujeito semiótico vai paulatinamente galgando um estatuto de categoria intersubjetiva. Um salto nesse sentido foi operado por C. Zilberberg, notadamente a partir de sua formulação tensiva, interdependente, entre as dimensões sensível (subjetiva) e inteligível (objetiva) da significação. Entretanto, a elaboração de seu modelo teve sempre uma orientação global, de sorte que não se debruçou especificamente nas demandas particulares do sujeito. Considerando os avanços que a vertente tensiva propicia para a abordagem do sujeito semiótico e tendo partido de uma episteme assumidamente apoiada na estrutura , seu quadro teórico-metodológico será empregado nesta tese para o aprofundamento do exame do sujeito.
Título em inglês
A typology of the Semiotic Subject
Palavras-chave em inglês
Hjelmslevian Epistemology
Intersubjetivity
Semiotic Subject
Tensive Semiotics
Resumo em inglês
As it often happens with important intellectual movements that intentionally breaks off from well established episteme, structuralism assumed some rather radical standpoints which paved the way for the acquisition of much of its scientific autonomy. One of those would be the depsychologisation of language. It did not take too long though for this seminal move to be contested by many other disciplines who claimed it was a reductive point of view which would never prove itself capable of dealing with human sciences objects. It turns out that this movements swift rise and fall from the spotlights down to backstage in academia, would hinder the assimilation of a number of its core postulates. As a result many fertile findings were lessened and stereotyped. By the time all this was happening, however, structuralism as a whole was changing from the inside and giving way to new forms of itself, with some of them opposing all others. This work is based upon the particular perspective of L. Hjelmslev theory of language that, contrarily to commonplace understandings of it, takes his theoreticalepistemological model as an open structural basis for language transcending components, like subjectivity, however still ruled by immanence. The tensive rendering of semiotic studies whose originator is C. Zilberberg illustrates this perspective. Standing by the Hjelmslevian theories and methods, these studies reveal how effective they are when dealing with phenomena like subjectivity (a notion implied by the sensible dimension) and events. Aiming at investigating the semiotic subject in deep, the present work goes through this conceptual no-mans land while facing the subject category outward resistance imposed by a life-long formulation rooting out in French semiotics. This category claims for some notional broadening in exchange for sharing the secrets of the meaning mechanisms leading to grasp its subjective properties. Once conceived as a support vessel for actions to happen, the subject has soon claimed the presence of a sender, to justify its emissivity, and of contending forces supporting its remissivity. The study of the functions holding among the subject and the other actants will require further developments from the theory of modalities which will in turn yield the widening of the subject onto a broader passional context. Coming from an essentially solipsist relationship between subject and object separated by formless void, the semiotic subject now goes patiently up toward an intersubjective category status. A bold move in this direction has been achieved by Zilberberg, specially with his tensive interdependent formulation between the sensible (subjective) and intelligible (objective) dimensions of meaning. Nevertheless, on elaborating his model he always had the global picture in mind, henceforth leaving aside particular requirements of the semiotic subject. Relying on the contributions put forth by tensive studies on the semiotic subject and willingly rooted in structural episteme its theoreticalmethodological tools will be put to use in the present work in order to deepen the contemporary investigation on the semiotic subject.
 
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Data de Publicação
2016-08-15
 
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