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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.8.2014.tde-26052015-101028
Documento
Autor
Nome completo
Monica Balestrin Nunes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Orientador
Banca examinadora
Lemos, Amalia Ines Geraiges de (Presidente)
Costa, Everaldo Batista da
Fonseca, Fernanda Padovesi
Leite, Maria Angela Faggin Pereira
Souza, Gustavo de Oliveira Coelho de
Título em português
Paisagens clandestinas: a estrutura fundiária como componente da paisagem da zona leste paulistana
Palavras-chave em português
Estudos fundiários
Geografia urbana
Paisagem
Planejamento urbano
Resumo em português
Este trabalho tem por objetivo principal explicitar a relação entre estrutura fundiária e paisagem, tendo como pressupostos teóricos os conceitos de paisagem segundo a Geografia Cultural Humanista, as relações entre norma e território e o papel da cartografia na representação da paisagem. O estudo de caso está situado na zona leste de São Paulo. Partindo dos antecedentes históricos da formação e expansão da cidade de São Paulo do ponto de vista da apropriação privada do território e sua normatização, o estudo buscou discutir os processos que levaram à atual configuração fundiária urbana e as razões de suas irregularidades. Como método de trabalho, foram analisados os loteamentos aprovados e implantados na década de 1960, sob a vigência do Decreto-Lei 58 de 1937, primeira norma federal sobre parcelamento do solo. Os elementos a analisados foram: o traçado do sistema viário, a destinação de áreas para espaços públicos e os lotes privados, à luz das características do sítio físico considerando elementos como topografia e hidrografia. Mais do que uma sucessão de parcelamentos de terra ou uma justaposição desconexa de loteamentos, verificou-se no caso em estudo, que a estrutura fundiária urbana, , sua normatização e representação revelam lógicas de apropriação do território, da produção do espaço e da configuração da paisagem. Nesse sentido a paisagem é considerada uma construção social, organizada segundo as práticas sociais. As paisagens produzidas no contexto da periferização da cidade e da exclusão sócio territorial que caracterizaram a expansão da cidade a leste são paisagens da exclusão, não necessariamente ilegais, mas clandestinas no sentido de marginais ou secundárias. Conhecer essas paisagens e seus processos de construção permite relativizar conceitos pré estabelecidos
Título em inglês
Clandestine Landscapes: the land structure as a component of the paulistana east zone's landscape
Palavras-chave em inglês
Land studies
Landscape
Urban geography
Urban planning
Resumo em inglês
The main purpose of this work is to clarify the relationship between land structure and landscape, based on the theoretical framework of landscape concepts according to the Humanist Cultural Geography, the relationships between norms and land, and the role of cartography in the representation of the landscape. This case study is situated on the east side of São Paulo city. Taking into consideration the historical background of the formation and expansion of the city of São Paulo from the point of view of private ownership of land and its [A1]regulation, the study sought to discuss the processes, which led to the current urban land configuration and the reasons for its irregularities. As a research method, this study analyzed the approved and implemented land lots in the 1960s, under the Decree Law 58 of 1937, the first federal regulation of soil subdivisions. The following factors were investigated: the layout of the road system, the allocation of areas for public spaces and private lots, in the light of the characteristics of the physical site considering elements such as topography and hydrography. More than just a succession of subdivisions of land or a disjointed juxtaposition of land lots, it was found in this case study that the urban land structure, its regulation and representation revealed a logical ownership of land, space production and landscape setting. In this sense, the landscape is considered a social construct, organized according to social practices. The landscapes produced in the context of periferization and social land exclusion, which characterized the land expansion of the city to the east side, are landscapes of exclusion, not necessarily illegal, but clandestine in a sense of marginal or secondary. To understand the processes of construction of those landscapes can lead to reconsider previous concepts, incorporating new ways of addressing the urban and thinking of the city
 
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Data de Publicação
2015-05-26
 
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