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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Mario Spezzapria
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Suzuki, Marcio (Presidente)
Buttgen, Philippe
Cohn, Danièle
Disselkamp, Martin
Nascimento, Luis Fernandes dos Santos
Tolle, Oliver
Título em português
A linha metafísica do belo: estética e antropologia em K. P. Moritz
Palavras-chave em português
Antropologia
Arte
Beleza
Estética
Teleologia
Resumo em português
Neste trabalho proponho identificar no pensamento de Karl Philipp Moritz (1756- 1793) uma posição filosófica homogênea e coerente, cujas estruturas teóricas se encontram exemplificadas paradigmaticamente na teoria estética, a qual pelo menos em parte é também seu lugar seminal. A estética moritziana se apresenta a um só tempo como uma ampla reflexão sobre a totalidade e como uma teoria do valor intrínseco de qualquer individualidade, temas que nosso autor transfere para a reflexão sobre o homem. No fundo do seu pensamento estético e antropológico se encontra a questão: como pode um "objeto" (que seja uma obra de arte, o caráter ou o gosto de um povo ou de um indivíduo singular) ser pensado no seu valor autônomo? Uma questão que pressupõe a experiência de um fracasso, uma falta de sentido e, concomitantemente, o esforço constante por parte do homem de reproduzir este valor "objetivo" (uma tenção para o ideal da totalidade acabada), ao passo que a vida humana permanece essencialmente dominada pela limitação, destruição, dor e falimento. Aprendendo a ocupar-se de uma totalidade completa e acabada (o objeto artístico), a estética se torna o paradigma para a compreensão de outros domínios (humanidade, natureza, história) e um instrumento para a apreciação da vida como uma "obra de arte".
Título em inglês
The Metaphysical Line of Beauty: Aesthetics and Anthropology in K. P. Moritz
Palavras-chave em inglês
Aesthetics
Anthropology
Arts
Beauty
Teleology
Resumo em inglês
In this work I propose to find out in the thought of Karl Philipp Moritz (1756- 1793) a homogeneous and coherent philosophical position, whose theoretical structures are paradigmatically exemplified in his aesthetical theory, which at least in part constitutes their seminal place. In short, Moritz's aesthetics presents itself both as an ample reflexion on totality, and as a theory of the intrinsic value of any individuality, themes that he transposed to the reflexion on man. At the heart of his aesthetical and anthropological thought lies the question: how an "object" (a work of art, or the character or taste of a people, or of a singular individual) can be thought in its autonomous value? Question that presupposes the experience of a lack, a lost of sense, and at the same time the man's constant effort to reproduce this "objective" value (a tension for the ideal of a whole completed totality), while human life remains essentially dominated by limitation, destruction, grief and failure. By learning to deal with a whole and complete totality (the artistic object), aesthetics becomes a paradigm for the comprehension of further domains (humanity, nature, history), and an instrument of appreciation of life as a "work of art".
 
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Data de Publicação
2017-10-05
 
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