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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.8.2002.tde-23052005-101736
Documento
Autor
Nome completo
Gabriela Cavalcanti Cunha
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2002
Orientador
Banca examinadora
Vouga, Claudio Jose Torres (Presidente)
Kowarick, Lucio Felix Frederico
Singer, Paul Israel
Título em português
"Economia solidária e políticas públicas: reflexões a partir do caso programa Incubadora de Cooperativas, da Prefeitura Municipal de Santo André, SP"
Palavras-chave em português
cooperativismo
economia solidária
geração de trabalho e renda (política de)
relações Estado-sociedade
Resumo em português
A idéia de que a formação de laços de cooperação e a organização em associações podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida de populações pobres tem adquirido força entre teóricos e atores políticos. Parte deles argumenta que o Estado tem historicamente agido contra a possibilidade de organizações autônomas emergirem em comunidades de baixa renda, mas exemplos recentes mostram que atores estatais também podem incentivar e apoiar estas comunidades para que se auto-organizem, o que pode ser decisivo para que elas se desenvolvam em termos sociais e econômicos. A presente dissertação pretende estabelecer o quadro teórico e histórico no qual se insere um exemplo significativo de como o Estado pode, em parceria com setores organizados da sociedade civil, estimular a organização coletiva das parcelas mais pobres e menos organizadas da população, a fim de promover seu desenvolvimento. Este exemplo vem do programa Incubadora de Cooperativas, da Prefeitura Municipal de Santo André, município da região do Grande ABC, São Paulo. Os limites e possibilidades de uma política pública de fomento ao cooperativismo como estratégia de desenvolvimento são considerados com base em duas abordagens principais: de um lado, os debates sobre o papel de governos para o estímulo à participação dos cidadãos e sua organização em associações dentro de um quadro de redefinição das relações Estado-sociedade civil; de outro lado, o contexto de construção do que vem sendo chamado economia solidária, que aqui caracterizamos como uma diversidade de experiências coletivas de organização econômica, onde as pessoas se associam para produzir e reproduzir meios de vida segundo relações de reciprocidade, igualdade e democracia. Com base nos avanços, dificuldades e desafios do caso da Incubadora de Cooperativas de Santo André, procuramos refletir sobre o potencial apoio do Estado em relação às formas de economia solidária.
Título em inglês
Solidarity economy and public policies: appointments on the case of Cooperatives Incubator, Government of Santo André - SP (Brazil)
Palavras-chave em inglês
cooperativism
public policies of labour and wage
solidarity economy
state-society relations
Resumo em inglês
The idea that building cooperation ties and organising in associations may contribute to improve the quality of life of the poor has been growing among social scientists and political agents. Part of them argue that the state has historically worked against the possibility of autonomous organisation rise among poor communities, but recent cases have proved that state actors may also work in ways of fostering and helping organisation in these communities, what may be decisive to their development both in social and economic terms. This dissertation attempts to build the theoretical and historical frame for an interesting example of how state, along with organised groups of civil society, can foster collective organisation of poor and non-organised people in order to promote development: the Cooperatives Incubator, of the Municipality of Santo André, São Paulo, Brasil. Limits and possibilities of such a public policy as development strategy are considered according to two main approaches: the debates on the role of governments to promote civic participation and organisation, what is related to the redefinition of state-society relations; and, on the other hand, the building of what has been called solidarity economics, featured as a diversity of collective experiences of economic organisation, where people get together to produce and reproduce means of life according to relations of reciprocity, equality and democracy. Based on the progress, difficulties and challenges of the Cooperatives Incubator of Santo André, we try to point out reflections on the potential role of the state to support forms of solidarity economics.
 
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Data de Publicação
2005-06-06
 
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