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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.7.2007.tde-24042007-163408
Documento
Autor
Nome completo
Paula Canova Sodré
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2007
Orientador
Banca examinadora
Faro, Ana Cristina Mancussi e (Presidente)
Caliri, Maria Helena Larcher
Praça, Neide de Souza
Título em português
Estudo sobre a disfunção sexual de mulheres com lesão medular
Palavras-chave em português
Funcionalidade
Lesão medular
Reabilitação
Saúde da mulher
Sexualidade
Resumo em português
O sexo é inerente ao ser humano e através dele é que se gera uma vida. Em se tratando da sexualidade de uma pessoa que sofreu um trauma raquimedular com lesão na medula espinhal, é ainda maior o tabu por haver uma certa de dose de desinformação e preconceitos que são gerados por culpa de uma cultura em relação ao sexo complicando-se ainda mais quando este indivíduo é do sexo feminino. Há circunstâncias agravantes como a desinformação sobre o tema, o próprio tabu, sobre sexo e sexualidade e os preconceitos inerentes a uma sociedade ainda machista em relação a mulher, a sua sexualidade e a sua deficiência física. É sabido que qualquer pessoa que sofreu algum dano na medula, além de comprometimento da sensibilidade, locomoção, funções intestinais e urinárias, independente da região lesionada, também acomete a função sexual. Cada pessoa reage de maneira diferente por mais semelhante que seja a lesão. O presente estudo exploratório, descritivo, transversal, aplicado de campo, de natureza quantitativa realizado em 3 hospitais e duas clínicas de fisioterapias na cidade de Ribeirão Preto, S.P., com a finalidade de se conhecer as mulheres vítimas de Trauma Raquimedulares (TRM) com lesão neurológica atendidas no período compreendido entre 1º de janeiro de 2000 a 31 de julho de 2004. Foi identificada uma população de 81 mulheres. Deste total, foram excluídas 30 que não atenderam os critérios de inclusão, 12 delas com diagnósticos não relacionados à lesão medular, 11 não localizadas, seis que faleceram e uma que se recusou a participar da pesquisa. A faixa etária que predomina mais o ocasionamento de lesões medulares é dos 18 aos 37 anos (38%), Após a lesão, 27% permaneceram solteiras, 28% com seus companheiros e 44% apresentam cuidadores do sexo feminino na composição familiar; 55% de mulheres L.M. são praticantes, a evangélica (47%); 53% são da raça branca; predomínio da escolaridade nível de ensino fundamental (49%), analfabetismo (9%). Observamos mudanças profissionais de antes da LM e pós, de operacionais para manuais. 75% não fumam, 61% fazem uso de bebidas alcoólicas. Apresentaram etiologia traumática (100%), nível lombar (53%), seguido do cervical (27%), torácica (16%) e sacral (4%,). Das causas, acidente automobilístico (29%), 12% de queda, em terceiro encontra-se o FAF, levantamento de peso, atropelamento e acidente de motocicleta 8% cada, a quarta foram mergulho em águas rasas e espancamento e, com 2% cada, FAB, práticas de atividades esportivas e queda de objeto sobre a cabeça práticas de esportes radicais, e até espancamento, queda da própria altura, 16% das mulheres, e dentre estas mulheres 94% são idosas. 77% sofreram lesão a mais de quatro anos e apenas 22% abaixo de três anos. 78% das mulheres não utilizam anticoncepcionais. 31% apresentam hipertensão, 22% colesterol e ou trigliceres alterados, 11% diabetes, O aborto foi o de maior prevalência das complicações gestacionais, 6%. Outras doenças, a depressão, com 14% seguida de problemas hormonais e a síndrome do pânico com 6%, em terceiro a talacemia com 4% e câncer de mama, anóxia neonatal, problemas respiratórios e retardo mental com 2% cada. Quanto a escala MIF, níveis de dependência destacam-se as atividades de nível 1 (ajuda total), o item locomoção (36%), o controle de esfincteriano (12%), as transferências (10%), a independência completa do item interação social está com escore baixo, 69%, comprovando a exclusão social do deficiente. Independência completa sonora (71%), visual (73%), independência completa para a resolução de problemas (74% apenas), 88% para memória, 90% expressão não vocal e 92% expressão vocal respectivamente. Quanto à escala CSFQ, 90% da população apresenta disfunção sexual em relação a variável prazer, disfunção do orgasmo (90%) disfunção do desejo/freqüência (76%) e 72% disfunção do interesse sexual (72%) e a variável excitação (92%). Através do Instrumento IV, observamos os relatos das mulheres com lesão medular entre eles surgiram comentários sobre alterações da sexualidade, da sensibilidade, na vida conjugal, da libido, do orgasmo, da lubrificação vaginal, na percepção da auto-imagem, presença de dor neuropática e no período menstrual; a não busca de auxílio de profissionais; homossexualismo; problemas sexuais do parceiro (companheiro); áreas erógenas sexuais; situações constrangedoras; expectativa de vida sexual, visão da vida sexual; religiosidade na vida sexual.O paciente com lesão espinhal, principalmente a mulher, é um tipo de paciente que, pela sua complexidade, suas peculiaridades e escassez de estudos sobre sexualidade feminina, demanda um cuidar específico que permeie as diferentes dimensões sociais, psicológicas e físicas, assegurando um cuidado holístico e a continuidade deste cuidar em domicílio estabelecendo um cuidar e um processo de reabilitação de qualidade
Título em inglês
Study about sexual dysfunction of injury cord woman
Palavras-chave em inglês
Injury cord
Sexuality
Women
Resumo em inglês
Sex is inherent to the human being and is through it that life is generated. Sexuality is a taboo subject in many cultures and for someone who has suffered a raquimedular trauma (lesion on the medullar spinal) it can be even worse due to preconceptions generate by guilt and lack of information. It is known that any person who had suffered any medulla damage, has, besides the compromise of his(er) physical sensibility, locomotion, intestines and urinary functions, the sexual function is also affected, regardless of the area injured. No matter how similar the lesion is, different people react differently to it. This is a qualitative study, exploratory, descriptive and transversal, carried out in three hospitals and two physiotherapy clinics in Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil. The study aims to learn about women victims of the raquimedular trauma (TRM) with neurological lesion assisted in the period between January 1st, 2000 and July 31st,2004. The population is comprised of 81 women. From this total, 30 were excluded because they did not fit in the inclusion criteria, 12 diagnoses were not related to medullar lesion, 11 were not found, six had died and one of them refused to participate in the research. The age range in which medullar lesions was more predominant is between 18 to 37 years old (38%), after the lesions 27% of them remained single, 28% remained with their partners and 44% have female caregivers from the family, 55% of them are religious, 47% protestants, 53% are white and 49% of them have primary school level, while 9% are illiterate, 75% do not smoke and 61% use alcohol. We observed professional changes from before and after the medullar lesion (LM), from operational to manual. All of them presented traumatic etiology, lumbar level (53%), cervical (27%), thoraxes (16%) and sacral (4%). Regarding the lesion causes, 12% due to falls, the third more common causes are FAF, weight lifting (8%), running over (8%) and motorcycle accidents (8%). The fourth causes are diving in shallow water and beating, with 2% each, FAB, sport activities, objects hitting the head, radical sports practice, beating, falls (16%), 94% of them are aged women. Seventy-seven percent had suffered the lesion more than four years before and only 22% less than three years, 78% of them do not use contraceptives, 31% have hypertension, 22% altered cholesterol and trigliceres, 11% diabetes. Abortion was the main complication in pregnancy (6%). Depression occurred in 14%, followed by hormonal problems and panic syndrome (6%), in third, talacemia with 4%, breast cancer, neonatal anoexi, respiratory problems and mental retardation with 2% each. Regarding the MIF scale, dependency levels point out as activities of level 1 (total help),the locomotion item (36%), esfincter control (12%), transferences (10%), the complete independence of the social interaction item has a low score, 69%, which reinforces the notion that deficient is socially excluded. Social sonorous independence (71%), visual (73%), complete independence for the solution of the problems (only 74%), 88% for memory, 90% no vocalized expression and 92% vocalized expression respectively. Regarding the CSFG scale (90%) of the studied group present sexual dysfunction in the pleasure variable, orgasm dysfunction (90%), frequency/desire dysfunction (76%) and 72% present sexual interest dysfunction, and the variable excitation (92%). Through the instrument IV, we observed the women’s reports and emerged comments about alterations in their sexuality, sensibility, in the conjugal life, libido, the orgasm, vaginal lubrification, self image perception, neupatic pain, menstrual period, not searching for professional help, homosexuality, partner’s sexual problems, erogenous sexual areas, embarrassing situations, sexual life expectation, sexual life vision, religiosity in the sexual life. The patient with spinal lesion, mainly woman, by her complexity, peculiarities, scarcity of studies about the female sexuality, demands a specific care that permeates the different social, psychological and physical dimensions, assuring a holistic care and the continuity of this care at home establishing a process of rehabilitation and caring of quality
 
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Paula_Sodre.pdf (6.49 Mbytes)
Data de Publicação
2007-05-15
 
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