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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.7.2006.tde-04052006-211733
Documento
Autor
Nome completo
Geana Paula Kurita
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2006
Orientador
Banca examinadora
Pimenta, Cibele Andrucioli de Matos (Presidente)
Chaves, Eliane Correa
Cruz, Dina de Almeida Lopes Monteiro da
Diccini, Solange
Nitrini, Ricardo
Título em português
"Alteração cognitiva e o tratamento da dor oncológica"
Palavras-chave em português
atenção/concentração
cognição
dor
memória
neoplasias/câncer
opióides
transtornos cognitivos
Resumo em português
Avaliou-se, três vezes, ao longo de um mês, a função cognitiva de doentes em tratamento da dor oncológica e comparou-se o desempenho dos que recebiam opióides (Grupo Recebendo Opóides – GRO, n=14) ao dos que não os recebiam (Grupo Sem Opióides – GSO, n=12); analisaram-se também as relações entre função cognitiva, intensidade da dor e dose do opióide. A função cognitiva foi avaliada por meio do Teste de Trilhas, Mini-exame do Estado Mental, Teste de Extensão de Dígitos, Bateria Breve de Rastreio Cognitivo e Inventário de Depressão de Beck. Para a identificação de diferenças, o nível de significância foi estabelecido em 5%. A análise longitudinal para o GSO mostrou melhora da memória incidental (P=0,005) e do aprendizado (P=0,016); entretanto, piora das habilidades construtivas e vísuo-perceptivas (P=0,039). Para o GRO observou-se melhora da memória incidental (P=0,038). Em ambos os grupos não houve modificação no Teste de Trilhas, Mini-exame do Estado Mental, Teste de Extensão de Dígitos e demais testes da Bateria Breve de Rastreio Cognitivo. A comparação entre os grupos mostrou que o GSO teve melhor desempenho na atenção/concentração e memória operacional (2ª avaliação, P=0,029) e funções executivas (1ª avaliação, P=0,023). A análise de correlações no GRO demonstrou que à dor menos intensa corresponderam escores maiores no Mini-exame do Estado Mental (P =0,001), na memória incidental (P =0,030 e 0,014), na memória imediata (P=0,042) e na memória tardia (P =0,037), avaliados pela Bateria Breve de Rastreio Cognitivo. Não se observaram correlações no GSO. Não houve correlação entre a dose do opióide e o desempenho nos testes. O GSO teve melhor desempenho que o GRO em alguns testes, na análise comparativa entre grupos e na análise longitudinal. No entanto, essa superioridade não se expressou nas três avaliações e nem na maioria dos testes. A correlação negativa entre intensidade da dor e função cognitiva no Grupo Recebendo Opióides indicou que a intensidade da dor influenciou o desempenho cognitivo. Há necessidade de outros estudos que ampliem o conhecimento sobre o tema.
Título em inglês
Cognitive impairment and oncologic pain treatment.
Palavras-chave em inglês
attention/concentration
cognition
cognitive disorders
memory
neoplasms/cancer
opioids
pain
Resumo em inglês
The cognitive functions of patients in oncologic pain treatment were assessed three times, over the period of a month. The performance of patients in treatment with opioids (Group Receiving Opioids – GRO, n=14) was compared with that of a group of patients receiving treatment without the administration of opioids (Group Without Opioids – GWO, n=12). Relations between cognitive function, pain intensity and opioid dose were also analysed. The cognitive function was assessed by the Trail Making Test, Mini-mental State Examination, Digit Span Test, Brief Cognitive Screening Battery and Beck Depression Inventory. In order to identify statistical differences, the significance level was established in 5%. The longitudinal analysis to the GWO showed improvement in incidental recall (P=0,005) and learning (P=0,016); however, deterioration in the constructional and visuoperceptual abilities was noticed (P=0,039). Improvement was observed in the incidental recall (P=0,038) of the GRO. In both groups there were no changes in the Trail Making Test, Mini-mental State Examination, Digit Span Test, Beck Depression Inventory and other tests from Brief Cognitive Screening Battery. The comparison between groups showed that GWO had better performance in attention/concentration, working memory (P=0,029) and also in executive functions (P=0,023). The analyses of the correlations in GRO demonstrated that less intense pain corresponds to higher scores in Mini-mental State Examination (P =0,001), in incidental recall (P=0,030 e P =0,014), in immediate recall (P=0,042) and in delayed recall (P=0,037) assessed by the Brief Cognitive Screening Battery. No correlations were observed in GWO. There was no correlation between opioid dose and performance in the results. In the longitudinal tests and comparative analyses between the groups, GWO had better performance than GRO. However, this superiority was not verified in the three assessments, as well as in the case of the majority of the tests results. The negative correlation between pain intensity and cognitive function on the group receiving opioids indicated that pain intensity had an influence on cognitive performance. Further research is necessary to broaden the knowledge about this issue.
 
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Geana_KuritaGP.pdf (1.13 Mbytes)
Data de Publicação
2006-05-10
 
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