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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.7.2006.tde-02062006-104510
Documento
Autor
Nome completo
Cassiana Mendes Bertoncello Fontes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2006
Orientador
Banca examinadora
Cruz, Dina de Almeida Lopes Monteiro da (Presidente)
Gaidzinski, Raquel Rapone
Garcia, Telma Ribeiro
Pereira, Julio Cesar Rodrigues
Pimenta, Cibele Andrucioli de Mattos
Título em português
Perfis de diagnósticos de enfermagem antes e após a implementação da classificação da NANDA-I.
Palavras-chave em português
Classificação
Diagnóstico de enfermagem
Medicina interna
Registros de enfermagem
Resumo em português
O objetivo deste estudo foi analisar os perfis de diagnósticos de enfermagem e dos domínios da classificação antes e após a implementação da classificação da North American Nursing Diagnosis Association – International (NANDA-I) na Clínica Médica do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP), realizada entre os anos de 2001 e 2004. A amostra foi composta pelos registros de enfermagem de 31 pacientes admitidos em agosto de 2001 (fase pré, sexo masculino=61,3%, idade média=53,6±20,9 anos, internação por doenças do aparelho circulatório=30%) e de 30 admitidos em agosto de 2004 (fase pós, sexo feminino=60,0%, idade média=60,9±23,1 anos, doenças do aparelho respiratório=30%). Todos os registros de enfermagem das primeiras 24 horas de internação foram manualmente transcritos. Na fase pré foi utilizada a técnica de mapeamento cruzado para inferir os diagnósticos segundo a taxonomia da NANDA-I. Os diagnósticos da fase pós foram transcritos dos registros. Os critérios para incluir os diagnósticos das duas fases para as análises finais foram: consenso de painel de três juízes e a existência de pelo menos um item de prescrição de enfermagem pertinente. As associações entre as freqüências de diagnósticos, domínios e as fases do estudo foram testadas, com nível de significância ?0,10. Os perfis de diagnósticos e domínios foram descritos pela Análise Fatorial Múltipla (AFM). Na fase pré, os diagnósticos mais freqüentes foram: integridade da pele prejudicada (54,8%), dor aguda (48,4%) e risco para integridade da pele prejudicada (45,2%), e na fase pós: dor aguda (66,7%), integridade tissular prejudicada (32,3%) e desobstrução ineficaz de vias aéreas para (43,3%). Seis diagnósticos apresentaram diferença estatística entre as duas fases: integridade da pele prejudicada (de 54,8% para 33,3%, p=0,092); nutrição desequilibrada: menos que as necessidades corporais (de 25,8% para ausência de ocorrência, p=0,005); deambulação prejudicada (de 19,4% para nenhuma ocorrência, p=0,024); proteção ineficaz (de nenhuma ocorrência para 23,3%, p=0,005); perfusão tissular renal (de nenhuma ocorrência para 16,7%, p=0,024); ansiedade (de nenhuma ocorrência para 13,3%, p=0,053). Foram identificados seis domínios na fase pré e sete na pós. Houve diferenças significativas nos domínios: conforto (de 48,3% para 73,3%, p=0,046); nutrição (de 25,8% para 6,6%, p=0,023) e enfrentamento/tolerância ao estresse (de nenhuma ocorrência para 13,3%, p=0,053). Essas diferenças indicam que, após a implementação da classificação, houve maior focalização de respostas de conforto e de enfrentamento e tolerância ao estresse. A AFM indicou diferentes perfis de diagnósticos e de domínios entre as fases, mostrando que na fase pós houve maior amplitude dos fenômenos focalizados pelas enfermeiras. A implementação da classificação da NANDA-I contribuiu para ampliar o foco do cuidado, aumentando a ênfase em fenômenos pouco documentados, como os do domínio de enfrentamento e tolerância ao estresse. O fato de as enfermeiras documentarem esses fenômenos como diagnósticos aumenta a responsabilidade na seleção de intervenções adequadas e na avaliação dos resultados obtidos. Os resultados deste estudo são contribuições importantes para aprimorar os processos de implementação das classificações e para monitorar os seus efeitos na prática clínica de enfermagem.
Título em inglês
Nursing diagnoses profile before and after the implementation of NANDA-I.
Palavras-chave em inglês
Classification
Internal medicine
Nursing diagnosis
Nursing records
Resumo em inglês
The aim of this study was to analyze the profiles of nursing diagnoses and domains of the classification before and after the implementation of NANDA-I (North American Nursing Diagnosis Association – International) in the Medical Clinic of the Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP), carried out from 2001 to 2004. The sample was composed by the nursing records from 31 patients admitted in August 2001 (pre-implementation phase, male=61.3%, mean age=53.6±20.9 years old, admittance due to circulatory system diseases=30%) and from 30 patients admitted in August 2004 (phase post, female=60.0%, mean age=60.9±23.1 years old, respiratory system diseases=30%). All nursing records from the first 24 hours of admittance were manually transcribed. In the phase pre the cross-mapping technique was applied in order to infer the diagnoses according to the NANDA-I taxonomy. The phase post diagnoses were transcribed from the records. The analysis criteria to include the diagnoses from both stages were: a three-referee panel consensus and the existence of at least one pertinent nursing order item. The associations among the diagnose frequencies, domains and study phases were tested, with a significance level of ?0.10. The profiles of diagnoses and domains were described by the Multiple Factorial Analysis (MFA). In the phase pre, the most frequent diagnoses were: skin integrity impaired (54.8%), acute pain (48.4%) and skin integrity impaired risk (45.2%), and in the phase post: acute pain (66.7%), tissue integrity impaired (32.3%) and airway clearence innefective (43.3%). Six diagnoses had statistic difference between the two phases: skin integrity impaired (from 54.8% to 33.3%, p = 0.092); unbalanced nutrition: less than the body requirement (from 25.8% to non-occurrence, p = 0.005); impaired walking (from 19.4% to non-occurrence, p = 0.024); ineffective protection (from non-occurrence to 23.3%, p = 0.005); tissue perfusion ineffective renal (from non-occurrence to 16.7%, p = 0.024); anxiety (from non-occurrence to 13.3%, p = 0.053). Six domains in the phase pre, and seven in the phase post were identified. There were significant differences in the following domains: comfort (from 48.3% to 73.3%, p = 0.046); nutrition (from 25.8% to 6.6%, p = 0.023) and coping/stress tolerance (from non-occurrence to 13.3%, p = 0.053). These differences indicate that, after the implementation classification, there were greater focus on comfort responses and coping/stress tolerance. The MFA presented different profiles of diagnoses and domains between the phases, indicating that on the phase post there was greater amplitude of the phenomena focused by the nurses. The NANDA-I classification implementation contributes to widen the care focus, increasing the emphasis on less-documented phenomena, as the ones of the coping/stress tolerance domain. The fact that the nurses documented such phenomena as diagnoses increases the responsibility in the selection of proper interventions and in the evaluation of the outcomes. The results to this study are important contributions, which aim at improving the processes of the classification implementation, and at monitoring their effects on the nursing clinical practice.
 
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Cassiana_Bertoncelo.pdf (609.76 Kbytes)
Data de Publicação
2006-11-17
 
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