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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.61.2015.tde-20072015-161937
Documento
Autor
Nome completo
Alicia Graziela Noronha Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2015
Orientador
Banca examinadora
Trindade, Inge Elly Kiemle (Presidente)
Felix, Giedre Berretin
Gonçalves, Cristina Guedes de Azevedo Bento
Título em português
Análise comparativa da atividade velofaríngea  aferida por rinometria acústica, rinomanometria e videofluoroscopia
Palavras-chave em português
Fala
Fissura palatina
Fluoroscopia
Insuficiência velofaríngea
Rinomanometria
Rinometria acústica
Resumo em português
Objetivo: Analisar a atividade velofaríngea de indivíduos com disfunção velofaríngea (DVF) aferida por rinometria acústica (RA), comparativamente à aferida por rinomanometria (RM) e videofluoroscopia (VF). Método: Estudo clínico prospectivo em 41 adultos, de ambos os sexos, com fissura de palato±lábio previamente operada e DVF residual ao exame clínico. Foram analisadas as seguintes variáveis: 1) RA (n=41): variação volumétrica da nasofaringe (V) na produção dos fones [k], [p], [t], relativamente ao repouso (redução <3cm3 considerada como ausência de atividade velofaríngea). 2) RM (n=41): área do orifício velofaríngeo (área >0,05cm2 considerada como fechamento inadequado), 3) VF (n=9): extensão da falha velar e do movimento faríngeo (falha >2mm e movimento <50% considerados como inadequados). Para a comparação das três técnicas utilizou-se o fone [p]. Resultados: Observou-se um V médio de 18% na produção do [k], significantemente menor (p<0,05) que a redução de referência (30%), sendo valores de V sugestivos de DVF constatados em 59% dos casos. Resultados similares foram obtidos na produção de [p] e [t]. Na RM, fechamento inadequado foi observado em 85% dos casos, e o V não variou segundo o grau de fechamento. Na VF, a presença de falha foi observada em 89% dos casos e não se observou participação da língua no fechamento. A concordância entre as técnicas foi de 51% (RA vs RM), 44% (RA vs VF) e 89% (RM vs VF). Conclusão: A RA não apresentou acurácia suficiente como método de diagnóstico da DVF frente aos dois métodos-padrão. Demonstra, contudo, potencial como método de acompanhamento dos resultados de intervenções clinico-cirúrgicas.
Título em inglês
Comparative analysis of velopharyngeal activity assessed by acoustic rhinometry, rhinomanometry and videofluoroscopy
Palavras-chave em inglês
Acoustic rhinometry
Cleft palate
Fluoroscopy
Rhinomanometry
Speech
Velopharyngeal insufficiency
Resumo em inglês
Objective: To analyze velopharyngeal (VP) activity of subjects with VP dysfunction (VPD) by acoustic rhinometry (AR), as compared to rhinomanometry (RM) and videofluoroscopy (VF). Method: Prospective clinical study in 41 adults, both sexes, with repaired cleft palate±lip and residual VPD on clinical assessment. Variables analyzed: 1) AR (n=41): nasopharyngeal volumetric change (V) during the production of plosives [k], [p], [t], relatively to rest condition (reduction <3cm3 considered as absence of VP activity). 2) RM (n=41): VP orifice area (area > 0,05cm2 considered as inadequate closure), 3) VF (n=9): velar gap and pharyngeal walls movement (gap >2mm and mobility <50% considered as inadequate). The plosive [p] was used when comparing the three techniques. Results: A mean V decrease of 18% was observed during the production of [k], which was significantly lower (p<0.05) than the decrease reported for normals (30%). V values suggestive of VPD were observed in 59% of the subjects analyzed. Similar results were obtained for [p] and [t]. On RM, 85% of the subjects had inadequate closure; V did not vary according to the degree of closure. On VF, a significant gap was observed in 89%; the tongue did not contributed to VP closure. Agreement between techniques was of 51% (AR vs RM), 44% (AR vs VF) and 89% (RM vs VF). Conclusion: Acoustic rhinometry had no good accuracy as a diagnostic method of VPD, when compared to the two gold-standard methods used. Nevertheless, the technique showed potential as a method for monitoring the outcomes of clinical and surgical treatment of VPD.
 
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Data de Publicação
2015-07-28
 
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