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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.61.2014.tde-12012015-153859
Documento
Autor
Nome completo
Thaís Alves Guerra
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2014
Orientador
Banca examinadora
Dutka, Jeniffer de Cassia Rillo (Presidente)
Krook, Maria Ines Pegoraro
Lima-gregio, Aveliny Mantovan
Título em português
Nasalância na presença e ausência da fricativa faríngea
Palavras-chave em português
Análise perceptivo-auditivo
Fricativa faríngea
Nasalância
Nasalidade
Resumo em português
Objetivos: Estabelecer um banco de amostras de fala constituído por gravações representativas do uso de articulação compensatória do tipo (FF), da presença de hipernasalidade e da ausência de hipernasalidade; identificar valores de nasalância (média e desvio padrão) em amostras de fala estudadas; e comparar os valores de nasalância nas diferentes amostras de fala. Método: Um total de 1680 amostras de fala foram fornecidas por 19 indivíduos com fissura labiopalatina (FLP) operada, com ou sem disfunção velofaringea (DVF) e por cinco indivíduos sem DVF e sem histórico de FLP. Os participantes repetiram um conjunto de 14 frases (13 constituídas de sons de alta pressão e uma constituída de um som de baixa pressão), enquanto os sinais de áudio e nasalância foram capturados simultaneamente. Os sinais de áudio foram editados e foram julgados por três juízas experientes por consenso. Após julgamento as amostras foram reagrupadas em quatro grupos distintos: G1 incluiu 255 amostras de fala julgadas como representativas de hipernasalidade (hiper); G2 incluiu 130 amostras de fala julgadas como representativas do uso de FF e hipernasalidade; G3 incluiu 280 amostras de fala julgadas como representativas de fala típica (sem FF e sem hiper) em falantes com histórico de FLP; G4 incluiu 175 amostras de fala julgadas como representativas de fala típicas (sem FF e sem hiper) em falantes sem histórico de FLP. Resultados: Os julgamentos aferidos por consenso pelas três juízas permitiram a identificação de amostras representativas do uso de FF e da presença e ausência de hipernasalidade. As amostras julgadas e redistribuídas nos quatro grupos de interesse permitiram o cálculo dos valores de nasalância para cada grupo e foi realizado estatística inferencial utilizando o teste Kruskal-Wallis para testar a hipótese de que a presença de FF, associada ou não à hipernasalidade, nas amostras de fala de interesse, altera os resultados de nasalância. Quando houve diferença estatisticamente significante foi aplicado o teste Dunn's para comparar os grupos aos pares. Após a análise estatística inferencial realizada observa-se que houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos com alteração de fala (G1 e G2) e aqueles sem alteração (G3 e G4). A diferença entre o grupo com hipernasalidade (G1) e o grupo com FF (G2) não foi significante Conclusão: O uso de FF não influenciou significativamente os valores de nasalância para a amostra estudada, refutando a hipótese estipulada.
Título em inglês
Nasalance at presence and absence of pharyngeal fricative
Palavras-chave em inglês
Auditory-perceptual
Nasalance
Nasality
Pharyngeal fricative
Resumo em inglês
Objective: This study had the objectives of establishing a data bank of speech recordings representative of use of pharyngeal fricative compensatory articulation (PF); presence and absence of hypernasality; identifying nasalance values (mean and standard deviation for the samples studied; and comparing nasalance finding among the different speech samples established. Method: A total of 1680 speech samples were recorded from 19 individuals with cleft lip and palate (CLP), 11 with velopharyngeal dysfunction (VPD) and 8 without VPD, and from 5 individuals without history of CLP. The participants repeated a series of 14 phrases (13 with high pressure consonants and 1 with a low pressure consonant), while audio and nasometric data was simultaneously recorded. The audio signals captures were edited and rated by 3 experienced judges with 100% agreement. After the ratings the samples were distributed into 4 groups (G): G1 included 255 samples rated as representative of presence of hypernasality; G2 included 130 samples rated as representative of use of PF and hypernasality; G3 included 280 samples rated as representative of normal speech (without PF and without hypernasality) for speakers with history of cleft palate; G4 included 175 samples rated as representative of normal speech (without PF and without hypernasality) for speakers without history of cleft palate. Results: The ratings established with agreement by the 3 judges during auditory-perceptual analysis of the recordings responded to objectives this study which proposed to establish samples representative of use of PF and of presence and absence of hypernasality. The samples rated by the judges were distributed into the four groups of interest for calculation of the nasalance scores, The Kruskal-Wallis statistical test was used to test the hypothesis that presence of PF, with or without hypernasality significantly would affect nasalance scores. When significant difference was found Dunns test was used to compared data in group pairs. After inferential statistics we observed that a significant difference was found between nasalance scores for groups G1 and G2 (samples representative of speech errors) with groups G3 and G4 (samples representative of normal speech). The difference between the group with hypernasality (G1) and the group with PF (G2) was not significant. Conclusion: The use of PF did not significantly influence nasalance values for the studied sample, refuting the proposed hypothesis.
 
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Data de Publicação
2015-01-15
 
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