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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.61.2013.tde-07012014-150038
Documento
Autor
Nome completo
Olívia Mesquita Vieira de Souza
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Bauru, 2013
Orientador
Banca examinadora
Dutka, Jeniffer de Cassia Rillo (Presidente)
Alonso, Nivaldo
Carreira, Daniela Gamba Garib
Krook, Maria Ines Pegoraro
Marino, Viviane Cristina de Castro
Título em português
Extensão do palato mole e profundidade da nasofaringe na fissura transforame unilateral operada
Palavras-chave em português
Espessura velar
extensão velar
fissura labiopalatina
profundidade da nasofaringe
telerradiografia
Resumo em português
Introdução: Ao consideramos que o crescimento craniofacial no indivíduo com fissura labiopalatina (FLP) é influenciado pela própria fissura e pelas cirurgias para sua correção, surgem questionamentos importantes quanto ao uso de medidas normativas obtidas com indivíduos que não apresentaram FLP para interpretar achados na fissura. Em 1957, Subtelny publicou medidas da extensão (ETV) e espessura (EPV) do palato mole e da profundidade da velofaringe (PN) e seus achados são usados como normas de referência para interpretar medidas na FLP. As normas foram calculadas a partir de telerradiografias obtidas ao longo de 18 anos em 30 norte-americanos sem fissura. No gerenciamento da FLP medidas das estruturas e espaços velofaríngeos podem contribuir para o diagnóstico da disfunção velofaríngea e documentação sistemática de resultados do tratamento. Objetivo: O objetivo principal deste estudo foi estabelecer ETV, EPV, e PNF na FLP operada e fala normal. Metodologia: As medidas foram determinadas a partir de telerradiografia em norma lateral para sujeitos com fissura transforame incisivo unilateral operada (FTIUO) que obtiveram fala normal após palatoplastia. A razão entre a medida de profundidade da nasofaringe e extensão velar (RPE) também foi estabelecida e os achados foram comparados com os dados de Subtelny. Os prontuários dos pacientes estudados foram consultados para confirmar fala normal no dia da radiográfica. As medidas foram realizadas com o programa Dolphin Imaging, versão 11.0, com análise de Arnett-Gunson FAB. Medidas da média e desvio padrão foram usadas para descrição dos achados com apresentação em tabelas e gráficos. O teste t não pareado foi usado para testar a hipótese de existência de diferença estatisticamente significante entre as medidas deste estudo e as normas de Subtelny, considerando-se estatisticamente significantes os resultados onde p < 0,05. Resultados: Foi analisado um total de 260 telerradiografias, sendo que 120 do gênero feminino e 140 masculino, com idades entre 5 e 14 anos. Comparando-se as medidas com os dados de Subtelny, observou-se: a) diferenças significantes para a medida ETV dos 05 aos 11 anos e 13 anos, sugerindo que o palato de pacientes com FTIUO com fala normal é mais curto do que de Subtelny na maioria das idades estudadas; b) diferenças significantes para a medida EPV nas idades de 5, 11, 12 e 14 anos, sugerindo que o palato de pacientes com FTIUO com fala normal é mais espesso do que de Subtelny, em algumas das idades estudadas; c) diferenças significantes para a medida PNF dos 05 aos 13 anos, sugerindo que espaço nasofaríngeo em pacientes com FTIUO com fala normal é mais estreito do que de Subtelny na maioria das idades estudadas; e d) diferença estatisticamente significante na RPE para as idades de 05 a 09 anos e 12 e 13 anos, sugerindo potencial para fechamento velofaríngeo e, portanto, corroborando o critério de fala normal. Discussão: Este estudo revelou medidas de EPV, ETV, e PNF para indivíduos com FTIUO significantemente diferentes daquelas propostas por Subtelny. Mesmo na presença de palato mais curto os pacientes estudados apresentavam fala normal sugerindo fechamento velofaríngeo adequado. Este achado pode ser decorrente de aumento de tecido linfático na população com FTIUO, o que foi confirmado com a medida de PNF que indica nasofaringe significantemente mais estreita na população estudada. O palato mole neste estudo foi muito mais espesso nos pacientes com fissura o que pode ser resultado da cicatrização velar ou uso de procedimento cirúrgico envolvendo a sobreposição de músculos o que explica aumento de tecido mole na área estudada. Conclusão: Como muitos dos achados deste estudo foram significantemente diferente das normas estabelecidas por Subtelny, sugere-se que as medidas propostas em 1957 não são representativas da população com FTIUO e fala normal. Propõe-se a importância de estabelecerem-se medidas normativas das estruturas e espaços velofaríngeos para populações específicas, de forma a contribuir para documentação de resultados do tratamento e complementar o processo diagnóstico e a definição da conduta para tratar a DVF. Telerradiografias são obtidas sistematicamente para os pacientes com FLP ao redor dos 8 anos na maioria dos centros craniofaciais ao redor do mundo, as medidas estudadas podem (e deveriam) ser obtidas para todos os pacientes (com e sem fala normal) nesta idade.
Título em inglês
Width of the soft palate and depth of the nasopharynx in transforame unilateral cleft [Doctoral Thesis]
Palavras-chave em inglês
Cleft lip and palate
depth of nasopharynx
radiography
velar extension
velar width
Resumo em inglês
Introduction: Considering that craniofacial growth in individuals with cleft lip and palate (CLP) is affected by the cleft and the surgeries to correct the anomaly, important questions can be made regarding interpreting clinical findings for individuals with CLP using normative data obtained with a population without CLP. In 1957, Subtelny published data about the length (LSP) and width (WSP) of the soft palate and depth of the nasopharynx (DNP) and his findings are used until today as reference for interpretation of measures of velopharyngeal structure and space in the population with CLP. Subtelnys norms were calculated using cephalometric X-rays (CEPH) obtained during the first 18 years of life of 30 North-American speakers without CLP. While managing CLP measures of velopharyngeal structures and spaces can contribute in the diagnosis of velopharyngeal dysfunction (VPD) and systematic documentation of treatment outcome. Objective: The primary objective of this study was to establish LSP, WSP, and DNP in individuals with CLP and normal speech. Methodology: The measures of LSP, WSP and DNP were determined using CEPHs obtained from a group of individuals with operated unilateral cleft lip and palate (OUCLP) and normal speech after primary palatoplasty. The ratio between the measures of DNP and LSP (RDL) was also calculated and all findings were compared to Subtelnys. All CEPHs in a UCLPs data bank were considered for this study. Patients charts were reviewed to confirm normal speech. The measures were obtained using Arnett and Gunson FAB cephalometric analysis in Dolphin Imaging program (version 11.0). Mean and standard deviation measures were used to describe the findings which are presented in tables and graphs. Students t-test (unpaired) was used to test the hypothesis that this studys findings were significantly different than Subtelnys, with significance established at p<0.05. Results: A total of 260 CEPHs were studied, 120 from females and 140 from males between 5 and 13 years of age. Comparing this studys measures to Subtelnys we observed: a) significant difference in LSP between 5 and 11 years and 13 years, suggesting that the soft palate in individuals with OUCLP with normal speech is significantly shorten than Subtelnys for most ages studied; b) significant difference in WSP at 5, 11, 12 and 14 years of age, suggesting that the soft palate in individuals with OUCLP with normal speech is significantly thicker than the palates in Subtelnys for some age groups; c) significant difference in DNP between 5 and 13 years of age, suggesting that nasopharyngeal space in individuals with OUCLP with normal speech is significantly narrower than Subtelnys, for most ages studied; d) significant difference in RPE was found between 5 and 9 years and at 12 and 13 years of age suggesting potential for velopharyngeal closure and, therefore, corroborating criteria of normal speech. Discussion: This study revealed measures of LSP, WSP and DNP significantly different for individuals with OUCLP and normal speech when compared to Subtelnys norms for several age groups. Even though a much shorten soft palate was found (LSP), all patients studied presented with normal speech indicative of adequate velopharyngeal closure. This finding may be related to enlarged lymphatic tissue (adenoids) in the population with OUCLP and is supported in this study by reduced measures of DNP which revealed nasopharynx significantly narrower for the individuals with OUCLP when compared to the norms. The soft palate in this study was thicker which may be the result of velar scarring or the use of a surgical procedure involving muscle transpositioning during palatal repair which can explain more soft tissue in the area studied. Conclusion: Most findings for this study were significantly different than the reference norms established by Subtelny, suggesting that the norms, proposed in 1957 are not representative of population with OUCLP with normal speech. Establishing population specific normative data about size of velopharyngeal structures and spaces is important and can contribute adding an information about the outcome of cleft repair and also complement the diagnostic process supporting the identification of the best treatment for VPD. Since CEPH are systematically obtained for patients with CLP around 8 years of age in most craniofacial centers around the world, measures of LSP, WSP, DNP and RDL can (and should) be obtained for all patients(with and without normal speech) at this age.
 
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TeseOliviaSouza.pdf (1.80 Mbytes)
Data de Publicação
2014-01-08
 
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