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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.6.2018.tde-28112016-151830
Documento
Autor
Nome completo
Ana Carolina Bonelá dos Santos
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2016
Orientador
Banca examinadora
Cardoso, Marly Augusto (Presidente)
Carvalhaes, Maria Antonieta de Barros Leite
Diniz, Carmen Simone Grilo
Título em português
Frequência de consumo de frutas, hortaliças e produtos ultraprocessados e estado nutricional de gestantes de Cruzeiro do Sul, Acre
Palavras-chave em português
Consumo de Alimentos
Dieta
Estado Nutricional
Nutrição Materna
Resumo em português
Introdução - Ao longo das últimas décadas o mundo vivenciou grandes mudanças no padrão alimentar da população mundial, que resultou no aumento do consumo de produtos ultraprocessados e redução do consumo de frutas e hortaliças. No período gestacional, a nutrição materna exerce papel importante tanto em desfechos obstétricos como perinatais. O ganho de peso excessivo ou insuficiente e a deficiência de micronutrientes contribuem para complicações de curto e longo prazo para a mãe e para o bebê. Objetivo - Investigar a associação entre frequência de consumo de frutas, hortaliças e produtos ultraprocessados e indicadores do estado nutricional em gestantes de Cruzeiro do Sul. Métodos Trata-se de uma análise transversal dos dados de estudo de coorte de gestantes inscritas no pré-natal da atenção básica à saúde na área urbana da cidade de Cruzeiro do Sul, estado do Acre, Amazônia Ocidental Brasileira. Entre fevereiro de 2015 a janeiro de 2016 foram coletados dados socioeconômicos e obstétricos (obtidos por entrevista domiciliar até a 20ª semana gestacional) e antropométricos, bioquímicos e dietéticos maternos (obtidos na 1ª avaliação clínica, entre a 16ª e 20ª semana de gestação, realizada na unidade de saúde). O estado nutricional foi avaliado pela frequência de anemia (hemoglobina sanguínea < 110 g/L), deficiência de vitamina A (retinol sérico < 0,70 mol/L), concentrações séricas de vitamina E, ácido fólico e -caroteno e índice de massa corporal (IMC, kg/m2) pré-gestacional autoreferido. A associação entre variáveis categóricas foi investigada por meio do teste do Qui- Quadrado de Pearson e comparações entre variáveis contínuas foram realizadas pelo teste de Mann Whitney. Resultados Dentre as 860 gestantes rastreadas, 183 eram não elegíveis e 171 houve perda de contato para o estudo. Portanto, para a presente análise, foram incluídas 506 gestantes, das quais 26 por cento eram adolescentes (< 20 anos), 44 por cento primigestas e 76 por cento referiram cor de pele parda. Anemia e deficiência de vitamina A foram observadas em 15,4 por cento e 10,9 por cento das gestantes estudadas, respectivamente. No total, as frequências de baixo peso (IMC< 18,5kg/m²) e excesso de peso (IMC 25 kg/m²) segundo IMC pré-gestacional foram 10,1 por cento e 30,7 por cento , respectivamente. Concentrações séricas abaixo das medianas de -caroteno, vitamina E e folato foram associadas à menor idade (< 20 anos), menor escolaridade (< 10 anos), ser beneficiária do programa bolsa família e ser chefe de família. Anemia e deficiência de vitamina A foram também associadas à menor idade, menor escolaridade e menor IMC pré-gestacional. Gestantes com consumo diário de frutas e hortaliças apresentaram maiores concentrações séricas (mediana; intervalo interquartil em mol/L) de -caroteno (0,50; 0,30- 0,84) e vitamina A (1,90; 1,10-2,70) quando comparadas às gestantes sem consumo diário desses alimentos, para -caroteno (0.40; 022-0.76) e vitamina A séricos (1,70; 1,00-2,50). Não houve associação entre consumo de produtos ultraprocessados e os indicadores bioquímicos avaliados. Conclusões - Na presente população de estudo, características sócio demográficas foram associadas ao estado nutricional no segundo trimestre gestacional. O consumo diário de frutas e hortaliças influenciou positivamente as concentrações séricas de - caroteno e vitamina A das gestantes. Esses resultados reforçam a importância de programas de promoção social integrados `as ações para incentivo à alimentação saudável visando à melhoria das condições de saúde materna.
Título em inglês
Frequency of consumption of fruits, vegetables and ultra-processed products and nutritional status of pregnant women in Cruzeiro do Sul, Acre
Palavras-chave em inglês
Diet
Food Consumption
Maternal Nutrition
Nutritional Status
Resumo em inglês
Introduction - Over the past decades we have seen major changes in dietary patterns of the worldwide population, with an increasing consumption of ultra-processed products and low consumption of fruits and vegetables. During pregnancy, maternal nutrition plays an important role on both obstetric and perinatal health outcomes. Excessive or insufficient weight gain and micronutrient deficiencies also contribute to short and long-term complications for both mother and baby. Objective To investigate the association among frequency of consumption of fruits, vegetables and ultra-processed products and nutritional status indicators of pregnant women in Cruzeiro do Sul. Methods - This is a cross-sectional data analysis of pregnant women, who were part of a cohort study of prenatal at primary health care in the urban area of Cruzeiro do Sul, Acre state, Brazilian Western Amazon. From February 2015 to January 2016 socioeconomic and obstetric data were collected through home interviews and anthropometric, biochemical and maternal diet were obtained on the 1st clinical evaluation, amongst 16th and 20th pregnancy weeks, conducted in local health unit. Nutritional status was assessed through prevalence of anemia (blood hemoglobin < 110 g/L), vitamin A deficiency (serum retinol < 0,70 mol/L), serum concentrations of vitamin E, folic acid and -carotene and self-reported pre-pregnancy Body Mass Index (BMI, kg/m2). The association between categorical variables was considered by using the chi-square test of Pearson and comparisons between continuous variables were conducted using the Mann Whitney test. Results: Overall, 860 pregnant women were screened; of them, 183 was ineligible for the study and 171 were lost during follow-up. Thus, the final number for this analysis was 506 pregnant women: 26% were adolescents (<20 years), 44% were at firstpregnancy and 76% reported brown skin color. Anemia and vitamin A deficiency were observed in 15.4% and 10.9% in the sample, respectively. The frequency of low body weight (BMI< 18,5kg/m²) and overweight (BMI 25 kg/m²) according to the pre-pregnancy BMI were 10.1% and 30.7%, respectively. Serum concentrations below the median values for - carotene, vitamin E and folate were associated with younger age (<20 years), lower schooling years (<10 years), beneficiary of the Cash Transfer Program (Bolsa Família), and when the pregnant woman is the householder of the family. Anemia and vitamin A deficiency were associated with younger age, less education and lower pre-pregnancy BMI. Pregnant women with daily consumption of fruits and vegetables had higher serum concentrations (median, interquartile range in mmol / L) of -carotene (0.50, 0.30 to 0.84) and vitamin A (1.90, 1.10 - 2.70) compared with those who did not have daily consumption of these foods, for both serum concentrations of -carotene (0:40; 022-0.76) and vitamin A (1.70; 1.00 to 2.50). There was no association between consumption of ultra-processed products and biochemical indicators. Conclusions In this study population, sociodemographic characteristics were associated with nutritional status in the second trimester of pregnancy. The daily consumption of fruits and vegetables positively influenced serum concentrations of -carotene and vitamin A in pregnant women. These results emphasize the importance of social support programs for scaling up nutrition interventions in order to improve maternal health status.
 
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Data de Publicação
2018-03-29
 
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