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Dissertação de Mestrado
Documento
Autor
Nome completo
Clarissa Resende Batistela
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Feuerwerker, Laura Camargo Macruz (Presidente)
Furtado, Lumena Almeida Castro
Henz, Alexandre de Oliveira
Kinoshita, Roberto Tykanori
Título em português
Por uma problematização do conceito de autonomia decorrente dos encontros nos dispositivos de saúde mental
Palavras-chave em português
Afetos
Autonomia
Autopoiesis
Cartografia
Resumo em português
Este estudo tem por objetivo problematizar o conceito de autonomia na micropolítica dos encontros vivos dos dispositivos de saúde mental do SUS. A aposta é dar visibilidade e dizibildade a fabricação de saúde que afirmem as redes de conexões existenciais singulares dos usuários na rede de atenção psicossocial, utilizando a noção de autonomia como analisador. Essa problematização retoma a importância do caráter criativo do movimento da luta antimanicomial nos fazeres e saberes da organização do trabalho em saúde mental que busquem afirmar o usuário como interlocutor valido na produção de sua vida. O conceito de autonomia utilizado nesse trabalho é fruto da intersecção entre os estudos de Maturana e Varela que consideram que a produção da vida biológica ocorre de maneira autônoma, autorreferente e autopoiética e Espinosa, filósofo que discorreu sobre a ética cujo movimento da vida acontece por meio do afetar e ser afetado, possibilitando a singularização dos modos de ser. Além desse três intelectuais, o presente trabalho assenta-se nas produções de Deleuze, Guattari e Rolnik, no que tange, sobretudo, os subsídios da vivência cartográfica da pesquisa. A realização desse trabalho é fruto da articulação entre a teoria e a pesquisa de campo realizada junto aos dispositivos de saúde mental
Título em inglês
For a problematization of the concept of autonomy resulting from meetings in mental health devices
Palavras-chave em inglês
Affections
Autonomy
Autopoiesis
Cartography
Resumo em inglês
This study has the objective of problematize the concept of autonomy on the micropolitics of the living encounters of mental health devices on SUS (Unified Health System). The aim is to give visibility and readability for the health manufacturing that affirms the singularity of existential networks among the users of the psychosocial attention network, employing the concept of autonomy as analytic criteria. This way of addressing the problem restores the importance of the creative characteristic of the antimanicomial movement on the practices and knowledges of mental health work organization that seeks to affirm the user as a valid agent in his life management. The concept of autonomy employed in this research comes from the intersection of the works of Maturana and Varela which considers that the biological life occurs on an autonomic manner, self-referential and autopoietic and Espinosa, philosopher that pondered about the ethic in which life movement happens by the affect and be affected, allowing the singularization of the ways of being. Further than those intellectuals, this paper anchors its assumptions on the works of Deleuze, Guatarri and Rolnik, especially which refers to the subsides of the cartographic research experience. This work comes as a result of the mixing of theory and field research promoted inside the mental health devices
 
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Data de Publicação
2017-09-04
 
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