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Dissertação de Mestrado
Documento
Autor
Nome completo
Jonathan Raphael Bertassi da Silva
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2012
Orientador
Banca examinadora
Romão, Lucília Maria Sousa (Presidente)
Pacifico, Soraya Maria Romano
Neckel, Nádia Régia Maffi
Título em português
Discurso e(m) imagem sobre o feminino: o sujeito nas telas
Palavras-chave em português
Análise do Discurso
cinema
feminino
imaginário
sexualidade
Resumo em português
Este trabalho aborda a relação da mulher com a sensualidade tal como retratada em quatro filmes dos anos sessenta, oriundos de diferentes países. São eles: Nunca aos Domingos (Pote tin Kiriaki, 1960), de Jules Dassin; Repulsa ao Sexo (Repulsion, 1965), de Roman Polanski; A Bela da Tarde (Belle de Jour, 1967), de Luis Buñuel e A Primeira Noite de um Homem (The Graduate, 1967), de Mike Nichols. Para tanto, utilizamos como referencial teórico a Análise do Discurso de matriz francesa. Interessa-nos buscar os efeitos de sentido presentes nestes filmes sobre a representação da mulher e seu diálogo conflituoso com a instituição familiar, com o matrimônio e com a sensualidade, sempre atentando para os movimentos do sujeito que fazem falar, de modo heterogêneo, uma memória discursiva sobre o que é ser mulher, levando à tona regiões de sentido antes vetadas que envolvam prostituição, casamento, família e sexo. O objetivo geral da pesquisa é compreender os efeitos de sentido no discurso sobre a sensualidade feminina inscritos nos processos verbal e não-verbal em filmes dos anos sessenta, marcando especialmente o modo de o sujeito produzir sentidos e se constituir em sujeito discursivo. Como é nosso escopo apontar as (muitas) interpretações possíveis numa década de transição (dentro e fora das telas) sobre a emancipação da mulher, encontramos na Análise do Discurso (AD) de matriz francesa o referencial pertinente para rastrear os múltiplos sentidos sobre o feminino que se inscrevem nesses filmes. Por meio deste referencial teórico, visamos o estudo da linguagem em suas práticas sociais, pois a compreensão do discurso passa necessariamente pela sociedade, visto que história e linguagem se afetam e alimentam mutuamente. Definindo a linguagem como trabalho, a disciplina desloca a importância dada à função referencial da linguagem, a qual ocupa posição nuclear na Lingüística clássica, que defende esse enfoque ma comunicação, ou na informação; assim, o viés da AD entende a linguagem como ato sócio-histórico-ideológico, sem negar o conflito, a contradição, as relações de poder que ela traz em seu bojo. O sentido, na perspectiva discursiva, não tem origem nem no sujeito, nem na história. Sujeito e sentido se constituem simultaneamente. Não há um sentido adâmico, legítimo, para um significante qualquer. Só existem efeitos de sentido. Em vista disso, os sentidos não existem por si, mas são determinados pelas posições ideológicas do sujeito, o que faz com que a interpretação das palavras mudem de acordo com essas posições. Isso acontece porque a apropriação da linguagem pelo sujeito não se dá num movimento individual, mas social. Buscamos também bases metodológicas na própria AD para rastrear o discurso inscrito em obras cinematográficas, buscamos trabalhar o não-verbal em seu sentido amplo, indo além do conceito de narrativa. As imagens não falam, mas significam por sua materialidade visual, portanto será analisada aqui a partir dessa perspectiva. Como resultado de nosso trabalho, obtemos as regularidades discursivas dos recortes e/ou segmentos analisados, suas relações com o interdiscurso e as Formações Discursivas (FDs) em jogo, os modos de inscrever a resistência e a ruptura com o já-lá sobre a sensualidade feminina. Feito isso, nos foi possível traçar um panorama com o arquivo sobre o feminino e sua sensualidade no cinema dos anos sessenta, compreendendo como o sujeito recortou a memória para fazer circular dizeres até então silenciados.
Título em inglês
Discourse in image on the feminine: the subject in the screens
Palavras-chave em inglês
Discourse Analysis
feminine
imaginary
movies
sexuality
Resumo em inglês
This work addresses the relationship of the woman and her sensuality as portrayed in four films from the sixties, from different countries. They are: Never on Sunday (Pote tin Kiriaki, 1960), by Jules Dassin, Repulsion (1965), by Roman Polanski, Belle de Jour (1967), by Luis Bunuel, and The Graduate (1967), by Mike Nichols. For this purpose, we used the teory of the Franch Discourse Analysis. We are interested in seeking the meaning effects present in these films on the representation of women and their confrontational dialogue with the institution of the family, marriage and sensuality, always paying attention to the movements of the subject that they talk about, in a heterogeneous way, the discoursive memory about being a woman, leading to the surface regions of meaning before vetoed involving prostitution, marriage, family and sex. The aim of the research is to understand the effects of meaning in the discourse on female sensuality enrolled in both verbal and nonverbal processes in films of the sixties, especially the way of marking the subject produce senses and thus be a subject of discourse. As our scope is pointing out the many possible interpretations in a decade of transition (in and out of screens) on the emancipation of women, we find in Discourse Analysis (DA) an adequate reference to track multiple meanings about women who enroll in these films. Through this theoretical framework, the aim is the study of language in its social practices, for the understanding of speech necessarily entails the society, since history and language affect each other and feed each other. Setting the language to work, the discipline displaces the emphasis on the referential function of language, which occupies a position in nuclear Linguistics classic, this approach argues that poor communication or the information, so the bias of the DA understands the language as a social act -historical-ideological, without denying the conflict, contradiction, relations of power that it brings in its wake. The meaning, in the discursive perspective, does originate neither in the subject, nor in history. Subject and sense are constituted simultaneously. There's not an Adamic meaning, legitimate, for a significant. There are only meaning effects. As a result, the meaning do not exist by itself but are determined by the ideological positions of the subject, which makes the interpretation of the words change according to these positions. This is because the assimilation of the subject does not give an individual movement, but social. We also looked at the very foundations AD methodology to track the discourse inscribed in films, we seek to work non-verbally in a broader sense, going beyond the concept of narrative. The images do not "speak", but by their mean visual material, so it will be analyzed here from this perspective. As a result of our work, we obtain the discursive regularities of clippings and/or segments analyzed, their relations to interdiscourse and Discursive Formations (FDs) in the game, modes of resistance and enter the break with the already-there about female sensuality. That done, we can draw a picture with the file on the female and her sensuality in cinema of the sixties, untersdanting how the subject cut the memory to circulate senses silenced so far.
 
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Data de Publicação
2013-01-18
 
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