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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.58.2014.tde-09032015-090253
Documento
Autor
Nome completo
Gabriela Cristina Santin
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2014
Orientador
Banca examinadora
Queiroz, Alexandra Mussolino de (Presidente)
Dibb, Regina Guenka Palma
Romano, Fábio Lourenço
Sousa, Yara Teresinha Corrêa Silva
Terada, Helio Hissashi
Título em português
Propriedades física e adesiva do esmalte dental após radioterapia e colagem de bráquetes ortodônticos
Palavras-chave em português
Braquetes ortodônticos
Esmalte dentário
Neoplasias de cabeça e pescoço
Ortodontia
Radioterapia
Resistência ao cisalhamento
Resumo em português
O objetivo deste trabalho foi avaliar as propriedades físicas e adesivas do esmalte dental após radioterapia e colagem de bráquetes ortodônticos metálicos e cerâmicos. O estudo foi dividido em duas etapas. Na primeira, foram utilizados 10 molares permanentes humanos hígidos, que foram seccionados em fragmentos de esmalte de 1 mm² e divididos entre grupo irradiado e não irradiado, de forma pareada. O grupo irradiado foi submetido à radiação ionizante, com uma dose total de 60 Gy, 2 Gy/dia, durante seis semanas, com intervalo de dois dias entre às semana. Os fragmentos de esmalte dental foram submetidos a teste mecânicos de microcisalhamento para verificar se a radioterapia alterou a resistência coesiva do esmalte dental irradiado. A segunda etapa deste estudo utilizou-se de 90 pré-molares humanos hígidos e devidamente preparados, divididos em seis grupos/subgrupos (n=15): G1 - dentes não irradiados e não envelhecidos; G2 - dentes não irradiados e envelhecidos; G3 - dentes irradiados e envelhecidos; Subgrupos: bráquetes metálicos (M) e bráquetes cerâmicos (C). Os grupos G2 e G3 foram submetidos à envelhecimento artificial acelerado por meio de termociclagem, simulando o período aproximado de 1 a 2 anos, tempo esse indicado para o início de tratamento ortodôntico em pacientes pós radioterapia. Em seguida, os grupos G2 e G3 foram submetidos à radioterapia, conforme descrito. Finalizado o ciclo radioterápico, os bráquetes foram colados no esmalte dental dos espécimes com compósito Transbond XT, sendo o bráquete metálico Morelli e cerâmico Radiance. Após 24 horas, os corpos de prova foram submetidos à teste mecânico de cisalhamento e a superfície do esmalte avaliada em microscopia confocal de varredura à laser (MCVL) avaliando o índice de remanescente adesivo (IRA) e modo de fratura. Em seguida, quatro corpos de prova que apresentaram fratura do tipo coesiva de cada grupo/subgrupos foram devidamente preparados e a interface compósito/esmalte avaliada em MCVL e microscopia eletrônica de varredura. Os fragmentos de esmalte dental submetidos à radiação apresentaram menores valores de resistência ao cisalhamento do que o esmalte dental não irradiado (p<0,05). Levando em consideração a interação dos fatores dos espécimes submetidos ao teste de cisalhamento, os grupo/subgrupos submetidos à radiação e colados bráquetes cerâmicos, apresentaram menores valores de resistência. Os grupos não submetidos à irradiação, G1-M e G2-M, apresentaram com maior frequência IRA escore 0 (sem compósito na superfície), enquanto, os grupos G1-C, G2-C, G3-M e G3-C apresentaram mais de 50% de compósito aderido à superfície Quanto ao modo de fratura, os grupos controle apresentaram em sua maioria os tipos de fratura adesiva (Ad) e coesiva resina (CR), independente do tipo de bráquete Os bráquetes metálicos colados em esmalte dental submetidos à irradiação apresentaram fratura do tipo mista coesiva resina/adesiva (CR/Ad), enquanto os bráquetes cerâmicos resultaram em fraturas coesiva resina (CR) e coesiva resina/adesiva (CR/Ad). Nas imagens obtidas da região de interface compósito/esmalte, observou-se que os tags de resina foram mais extensos no esmalte dental irradiado, circundando os prismas de esmalte. Assim, conclui-se que a radiação diminuiu a resistência coesiva do esmalte dental e que os espécimes submetidos à radioterapia apresentaram maior falha adesiva entre bráquete/compósito e tags de resina mais extensos e profundos quando comparados ao grupo controle
Título em inglês
Physical and adhesive properties of dental enamel after radiotherapy and bonding orthodontic brackets
Palavras-chave em inglês
Dental enamel
Head and neck neoplasm
Orthodontics
Orthodontics brackets
Radiotherapy
Shear strengh
Resumo em inglês
The objective of this study was to evaluate the physical and adhesive properties of the enamel after radiotherapy and bonding of metal and ceramic orthodontic brackets. The study was divided into two stages. In the first one, 10 human permanent molars, which were cut into fragments of enamel 1 mm² and divided between irradiated and non-irradiated group, in a paired form. The irradiated group was subjected to ionizing radiation, with a total dose of 60 Gy, 2 Gy / day for six weeks, with an interval of two days between the weeks. The enamel fragments were subjected to mechanical testing to verify that microshear radiotherapy changed cohesive strength of the irradiated enamel. In The second phase of this study, was used 90 healthy and properly prepared human premolars,divided into six groups / subgroups (n = 15): G1 - non-irradiated teeth and not aged; G2 teeth unirradiated and aged; G3 - irradiated and aged teeth; Subgroups: metallic brackets (M) and ceramic brackets (C). G2 and G3 were subjected to accelerated artificial aging by thermal cycling, simulating period of approximately 1 to 2 years, this time indicated for the beginning of orthodontic treatment in post radiotherapy patients. Then the G2 and G3 groups underwent radiotherapy as described. After the radiotherapy cycle, the brackets were bonded on the enamel specimens with Transbond XT, and the metallic and Morelli ceramic bracket Radiance. After 24 hours, the specimens were subjected to mechanical shear test and evaluated the enamel surface in confocal laser scanning microscopy (CLSM) evaluating the adhesive remnant index (ARI) and fracture mode. Then four specimens showed that the cohesive fracture type were properly prepared for each group / subgroup and the composite interface / enamel evaluated CLSM and scanning electron microscopy. Fragments enamel subjected to radiation had significantly lower shear strength than the non-irradiated enamel (p <0.05). Considering the interaction of the factors of the specimens subjected to shear stress, the group / subgroup undergoing radiation and bonded ceramic brackets showed lower resistance values. The two groups were subjected to irradiation, G1 and G2-M-M, showed more IRA frequency scores of 0 (no composite surface), while the C-G1, G2, C, G3 and G3-M-C groups had more 50% of adhesive left on the surface Concerning the fracture mode, the control groups showed mostly the types of adhesive fracture (Ad) and cohesive resin (CR), regardless of the bracket's metal brackets bonded submitted to enamel irradiation, that showed mixed type of cohesive resin / adhesive (CR / Ad) fracture, while ceramic brackets resulted in cohesive fractures resin (CR) and cohesive resin / adhesive (CR / Ad). In images obtained from the composite region / enamel interface, it was observed that the resin tags were more extensive in the irradiated tooth enamel surrounding the enamel prisms. Thus, it is concluded that radiation decreased the tensile strength of the enamel and the specimens treated with radiotherapy had higher adhesive failure between bracket / composite and tags of more extensive and deep resin, compared to the control group
 
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Data de Publicação
2015-11-27
 
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