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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Cristiane Aparecida Nogueira Bataglion
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
Ribeirão Preto, 2017
Orientador
Banca examinadora
Dibb, Regina Guenka Palma (Presidente)
Borges, Alessandra Buhler
Mazzetto, Marcelo Oliveira
Raposo, Luís Henrique Araújo
Regalo, Simone Cecilio Hallak
Título em português
Efeito da placa oclusal na progressão das lesões de abfração
Palavras-chave em português
Cargas oclusais; Lesões de abfração; Placas oclusais
Resumo em português
A persistência cíclica de cargas na região cervical dos dentes causada por hábitos parafuncionais e a presença de interferências oclusais podem desencadear as lesões de abfração, estando à severidade da lesão relacionada com o número de forças envolvidas e interações com meio bucal. As placas oclusais são dispositivos intrabucais que quando confeccionadas corretamente reduzem cargas não-axiais aos dentes protegendo-os, podendo ser uma opção de tratamento conservador no controle de progressão das lesões de abfração, porém pouco estudado. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi de avaliar clinicamente a influência da placa oclusal na progressão das lesões de abfração ao longo de 1 ano. Foram selecionados 34 voluntários (com média de 38 anos de idade) de acordo com os 3 grupos de estudo: Grupo 1 controle - indivíduos (sem DTM e parafunção) com apenas 2 lesões de abfração isoladas na região vestibular dos dentes que não necessitem de placa oclusal. Grupo 2 com placa - com pelo menos 2 lesões de abfração na região vestibular dos dentes, com Disfunção Temporomandibular (DTM). Grupo 3 com placa - indivíduos com múltiplas lesões de abfração, mas sem sinais e sintomas de DTM, podendo ter a presença de desgaste dental generalizado pelo hábito de ranger os dentes. As informações sobre a presença de oclusão em relação cêntrica, presença de prematuridades, interferências oclusais, padrão de desoclusão nos movimentos de lateralidade e protrusão, a prevalência dos dentes com lesão de abfração,presença de apertamento e/ou rangimento dos dentes e desgaste dental foram anotados e analisados quanto a frequência. Inicialmente as lesões de abfrações foram moldadas com silicone de adição, nos grupos 2 e 3 foram instaladas as placas oclusais e ajustadas. Os indivíduos foram avaliados nos períodos de 3, 6, 9 e 12 meses após o início do tratamento para o acompanhamento da progressão das lesões por meio de moldagens das mesmas. Os moldes foram vasados com resina epóxi e os modelos foram analisados em microscópio confocal a laser 3D e por meio de software foi analisado o perfil de desgaste. Com relação ao aspecto oclusal encontrou-se uma baixa presença de oclusão em relação cêntrica, uma alta presença de contatos prematuros, baixa presença de interferências oclusais em lateralidade e protrusão, alta presença de apertamento e rangimento dental nos grupos 2 e 3 e uma equivalência entre as guias de desoclusão em lateralidade. Os dentes pré-molares e a arcada superior foram os mais acometidos com as lesões de abfração. A comparação dos dados referentes à progressão das lesões realizadas entre os 3 grupos após os 12 meses mostrou diferença estatisticamente significante, encontrando no período de 1 ano uma evolução maior das lesões do grupo controle em comparação aos grupos que fizeram o uso da placa (p<0,05). Em relação aos diferentes tempos analisados observou um incremento não significante para os diferentes períodos de tempo, sendo que após 12 meses apresentou diferente estatisticamente ao inicial (p<0,05). A placa miorrelaxante influenciou na progressão das lesões de abfração, promovendo uma diminuição da evolução da lesão, mas não a sua paralisação.
Título em inglês
Effect of occlusal splint on the progression of lesions abfraction
Palavras-chave em inglês
Abfraction lesions; Occlusal loads; Occlusal splints
Resumo em inglês
The cyclic persistence of loads in the cervical region of the teeth caused by parafunctions and the presence of occlusal interference can trigger the abfraction lesions, with the severity of injury related to the number of involved forces and interactions with oral environment. The occlusal splints are intraoral device that when properly made reduce non-axial loads to teeth protecting them, can be a conservative treatment option in controlling progression of abfraction injuries, but little studied. Thus, the objective of the present study was to clinically evaluate the influence of the occlusal splint on the progression of abfraction lesions over 1 year. Thirty-four volunteers (mean age 38 years) were selected according to the 3 study groups: Group 1 control - individuals (without TMD and parafunction) with only 2 abfraction lesions isolated in the buccal region of the teeth that do not require occlusal splint. Group 2 with splint - with at least 2 abfraction lesions in the buccal region of the teeth, with Temporomandibular Dysfunction (TMD). Group 3 with splint - individuals with multiple abfraction lesions, but without signs and symptoms of TMD, which may have the presence of generalized dental wear by the habit of grinding teeth. Information on the presence of centric occlusion, presence of prematurity, occlusal interference, pattern of dislocation in laterality and protrusion movements, prevalence of abfraction lesion, presence of tightening and / or grinding of teeth and dental wear were Annotated and analyzed for frequency.. Initially the abfraction lesions were molded with addition silicone, in groups 2 and 3 the occlusal splint were fitted and adjusted. The individuals were evaluated at the 3, 6, 9 and 12 months after the beginning of the treatment to follow the progression of the lesions through molding of the lesions. The molds were filled with epoxy resin and the models were analyzed in a 3D laser confocal microscope and by means of software the wear profile was analyzed. Regarding the occlusal aspect was observed in a centric relation, a high presence of premature contacts, low presence of occlusal interference in laterality and protrusion, high presence of tightening and grinding in groups 2 and 3, and an equivalence between The lateral occlusion guides. The premolar teeth and the upper arch were the most affected with the abfraction lesions. The comparison of the data regarding the progression of the lesions performed between the 3 groups after the 12 months showed a statistically significant difference, finding in a period of 1 year a greater evolution of the lesions of the control group compared to the groups that used the splint (p < 0.05). In relation to the different times analyzed, there was a non-significant increase for the different time periods, and after 12 months presented statistically different from the initial one (p <0.05). The myorelaxing splint influenced the progression of the abfraction lesions, promoting a decrease in the evolution of the lesion, but not its paralysis.
 
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Data de Publicação
2018-09-11
 
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