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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2015.tde-24082015-110456
Documento
Autor
Nome completo
Mary Ellen Dias Barbosa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Farias, Alberto Queiroz (Presidente)
Kondo, Mario
Pessôa, Mário Guimarães
Título em português
Depressão, função cognitiva e qualidade de vida em pacientes com hepatite crônica C: efeitos do tratamento antiviral
Palavras-chave em português
Cognição
Depressão
Hepatite crônica C
Qualidade de vida
Terapêutica
Resumo em português
Introdução: Tanto o vírus da hepatite crônica C (VHC) quanto o tratamento antiviral estão associados a transtornos do humor, piora da função cognitiva e da qualidade de vida. Objetivos: avaliar os pacientes com hepatite crônica pelo VHC antes, durante e após o tratamento antiviral em relação aos seguintes aspectos: depressão maior e sintomas depressivos, função cognitiva e qualidade de vida. Métodos: estudo clínico, prospectivo, cujos critérios de inclusão foram: idade 18 a 70 anos; clinicamente compensados. Critérios de exclusão: uso ativo de substâncias psicoativas ilícitas; confusão mental; encefalopatia hepática e recusa em participar do estudo ou em receber terapia antiviral. Utilizamos os seguintes instrumentos: 1) Diagnóstico de depressão maior: entrevista estruturada Primary Care Evaluation of Mental Disorders (PRIME-MD); 2) Sintomas depressivos: o Beck Depression Inventory (BDI). 3) Avaliação da qualidade de vida: questionários SF-36 e Liver Disease Quality of Life Questionnaire instrument (LDQOL). 4) Avaliação neuropsicológica: a) funções executivas - atenção seletiva e inibição (Stroop Teste Versão Victoria), atenção sustentada e alternada (Trail Making Test - partes A e B), fluência verbal fonológica (FAS) e fluência verbal semântica ou categórica. b) aprendizagem verbal e memória de longo-prazo (Hopkins Verbal Learning Test HVLT-R); c) memória de curtoprazo e memória operacional (Dígitos ordem direta e Dígitos de ordem inversa); d) teste de QI estimado. Os testes foram aplicados previamente ao início do tratamento, durante e após 6 meses do término do tratamento. Resultados: dos 78 pacientes avaliados, 36 completaram a avaliação de humor e qualidade de vida e 34, a avaliação neuropsicológica. Os 21 pacientes que completaram o tratamento foram considerados para análise final (n=16 com resposta virológica sustentada RVS e n=5, sem RVS). Quanto ao transtorno de humor, dentre os pacientes com RVS, observamos depressão maior em 9,5% antes do tratamento e 52,4% durante (p=0,012). Ao término do tratamento, a frequência reduziu-se a 6,3 % (p=1,0). Em relação aos sintomas depressivos, encontramos uma frequência de 19,1%, 62,0% e 25,0% antes, durante e após o tratamento, respectivamente. Diferença estatisticamente significante foi observada nas frequências antes e durante o tratamento (p=0,016). Dentre os 5 pacientes que cursaram sem RVS, um apresentou critério para depressão maior e 2 para sintomas depressivos. Quanto à função cognitiva, houve melhora no domínio da atenção seletiva (p=0,004) durante o tratamento. Ao seu término, houve melhora significante nos domínios: memória episódica verbal imediata (p=0,014), memória episódica verbal tardia (p=0,024), atenção seletiva (p=0,001) e fluência verbal fonológica (p=0,030). Comparando-se os pacientes com e sem RVS, observamos melhora significante nos domínios: memória episódica verbal imediata (p=0,045) e memória episódica verbal tardia (p=0,040). Em relação à qualidade de vida, houve piora significante da autopercepção em todos os domínios avaliados ao longo do tratamento, exceto no estado geral de saúde, no questionário SF-36. No questionário LDQOL, observou-se piora ao longo do tratamento nos domínios sintomas (p=0,000), efeitos da doença hepática (p=0,007), concentração (p=0,008), questões sociais (p=0,002) e função sexual (p=0,010). Ao término do tratamento, observou-se melhora significante nos domínios efeitos da doença hepática (p=0,024), preocupação com a doença (p=0,018) e estigma da doença hepática (p=0,008). Comparando-se os pacientes com e sem RVS, observamos melhora significante no domínio efeitos da doença hepática (p=0,005) naqueles pacientes com RVS. Conclusões: 1) Durante o tratamento, houve aumento da frequência de sintomas depressivos e de depressão maior, piora da qualidade de vida, sem haver piora importante dos domínios das funções cognitivas. 2) Ao término do tratamento, houve melhora do transtorno do humor, da função cognitiva (memória, atenção e fluência verbal) e da qualidade de vida. 3) Os pacientes que atingiram RVS apresentaram melhora da função cognitiva (memória) e da qualidade de vida quando comparados àqueles sem RVS
Título em inglês
Depression, cognitive function and quality of life in patients with chronic hepatitis C: effects of antiviral treatment
Palavras-chave em inglês
Cognition
Depression
Hepatitis C chronic
Quality of life
Therapeutics
Resumo em inglês
Background: Both chronic hepatitis C virus (HCV) and antiviral therapy are associated with mood disorders, the deterioration of cognitive functions and worsening quality of life. Aims: To evaluate patients with chronic hepatitis C before, during and after antiviral treatment in relation to: major depression and depressive symptoms, cognitive function and quality of life. Methods: prospective study, whose inclusion criteria were: age between 18- 70 years; clinically compensated. Exclusion criteria: active use of illegal drugs; mental confusion; hepatic encephalopathy and refusal to participate or receive antiviral therapy. We used the following instruments: 1) Major depression diagnosis: Primary Care Evaluation of Mental Disorders (PRIME-MD); 2) Depressive symptoms: the Beck Depression Inventory (BDI). 3) Quality of life assessment: SF-36 and Liver Disease Quality of Life Questionnaire instrument (LDQOL). 4) Neuropsychological assessment: a) executive functions - selective attention and inhibition (Stroop Test Version Victoria), sustained and alternating attention (Trail Making Test - Parts A and B), phonological verbal fluency (FAS) and semantic verbal fluency or categorical. b) verbal learning and long-term memory (Hopkins Verbal Learning Test HVLT-R); c) short-term memory and working memory (Digits direct and reverse order of digits); d) estimated IQ test. The tests were applied before the start of treatment, during and after 6 months of the treatment. Results: of the 78 patients enrolled, 36 completed the mood disorder and quality of life workup and 34, the neuropsychological assessment. 21 patients who completed treatment were considered for final analysis (with sustained virologic response SVR n=16; without SVR n=5). As for the mood disorder among patients with SVR, we observed major depression in 9.5% before treatment, 52.4% for (p=0.012). After treatment, the frequency decreased to 6.3% (p=1.00). Regarding depressive symptoms, we found a frequency of 19.1%, 62.0% and 25.0% before, during and after treatment, respectively. Significant differences in frequency before and during treatment were observed (p=0.016). Among the 5 patients who did not achieve SVR, one fulfilled diagnostic criteria for major depression and 2 for depressive symptoms. Regarding cognitive function, there was an improvement in the field of selective attention (p=0.004) during treatment. Upon termination of treatment, there was a significant improvement in these domains: immediate verbal episodic memory (p=0.014), delayed verbal episodic memory (p=0.024), selective attention (p=0.001) and phonological verbal fluency (p=0.030). Comparing patients with and without SVR, we observed a significant improvement in these domains: immediate verbal episodic memory (p=0.045) and delayed verbal episodic memory (p=0.040). Regarding quality of life, there was a significant decline in self-perception in all domains assessed by the SF-36 questionnaire during treatment, except general health. The LDQOL questionnaire showed a worsening of the following domains during treatment: symptoms (p=0.000) effects of hepatic disease (p=0.007), concentration (p=0.008), social issues (p=0.002) and sexual function (p=0.010). After treatment, we observed a significant improvement in these domains: effects of hepatic disease (p=0.024), concern about the disease (p=0.018) and stigma of liver disease (p=0.008). Comparing patients with and without SVR, a significant improvement was evident in the effects of liver disease (p=0.005) in patients with SVR. Conclusions: 1) During treatment, there was an increase in the frequency of depressive symptoms and major depression, poor quality of life, with no significant deterioration of cognitive function domains. 2) After treatment, there was an improvement of mood, cognitive function (memory, attention and verbal fluency) and quality of life. 3) Patients who achieved SVR improved cognitive function (memory) and quality of life compared to those without SVR
 
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Data de Publicação
2015-08-24
 
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