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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2010.tde-21092010-093913
Documento
Autor
Nome completo
Juliana de Oliveira Barros
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2010
Orientador
Banca examinadora
Mângia, Elisabete Ferreira (Presidente)
Lancman, Selma
Silva, Ana Luisa Aranha e
Título em português
A construção de projetos terapêuticos no campo da saúde mental: apontamentos acerca das novas tecnologias de cuidados
Palavras-chave em português
Desenvolvimento tecnológico
Reforma dos serviços de saúde
Serviços comunitários de saúde mental
Serviços de saúde mental
Terapia ocupacional
Resumo em português
A atual Política de Saúde Mental tem como eixo estruturador a construção de redes municipais de serviços. Esta construção requer, além do estabelecimento de normas e da definição de recursos a serem empregados em sua implantação e manutenção, a definição de novas estratégias de cuidado adequadas aos princípios e diretrizes propostas pela política. Neste contexto ganha destaque a forma como os serviços se organizam para desenvolver novas tecnologias de cuidado que consigam materializar as transformações propostas pelo novo modelo. Esta construção requer um olhar atento para a singularidade dos sujeitos e deve considerar que a construção de projetos terapêuticos respeite esta diretriz fundamental, já que trata-se de uma ferramenta central para o desenvolvimento da atenção que busca superar o modelo asilar. A pesquisa buscou conhecer e comparar as proposições teóricas sobre a construção de projetos terapêuticos apresentados pela bibliografia com as concepções utilizadas pelos profissionais que atuam no contexto dos serviços de saúde mental. Configura-se como uma investigação qualitativa nos métodos e formas de encaminhamento e de inspiração etnometodológica na medida em que foi dada ênfase para a experiência vivida como campo para o processo de reflexão. Utilizou-se os procedimentos metodológicos de revisão bibliográfica e entrevistas semi-estruturadas, desenvolvidas no período de setembro a novembro de 2009, com profissionais (Assistentes Sociais, Enfermeiros, Médicos Psiquiatra, Psicólogos e Terapeutas Ocupacionais) inseridos em Centros de Atenção Psicossocial CAPS - II e III do Estado de São Paulo. De acordo com os dados coletados, as concepções apresentadas pelos profissionais se aproximam àquelas propostas pelos autores que discorrem sobre o tema. Os discursos mostram aspectos relacionados à: necessidade de transformação do modelo tradicional; o investimento no protagonismo do usuário; a importância do trabalho em equipe para que as necessidades de saúde possam ser compreendidas; e a importância das parcerias institucionais e com a rede de suporte social para que o princípio da integralidade seja de fato contemplado na construção de práticas de cuidado. Contudo, ao relatarem situações práticas vivenciadas no cotidiano de trabalho apresentaram contradições presentes no processo em curso: dificuldades para construção de um trabalho homogêneo nas equipes; o impacto direto na assistência das distintas formas de gestão; a dificuldade da interlocução tanto com as redes institucionais quanto com as redes de suporte social dos usuários; e por fim, a enorme dificuldade em inserir os usuários como participantes efetivos na construção de práticas de cuidado. De maneira geral, os resultados desta pesquisa apontam para a necessidade urgente da reflexão sobre as práticas que têm sido implementadas nos CAPS. É fundamental que o modelo assistencial desenvolva práticas que tenham foco na vida do sujeito, em suas vulnerabilidades habitacionais, econômicas, afetivas, culturais, familiares e de rede social
Título em inglês
The construction of therapeutic projects in mental health field: notes about new care technologies
Palavras-chave em inglês
Community mental healthy services
Mental health services
Occupational therapy
Reform of healthy services
Technological development
Resumo em inglês
The current policy of Mental Health has, as an structural axis, the construction of municipal service networks. This construction requires, beyond the establishment of rules, and the definition of resources to be used on its implementation and maintenance, the definition of new care strategies that are adequate to the principles and directions proposed by the policy. On this context, what is highlighted is the way the services are organized to develop new care technologies that are able to materialize the transformations proposed by the new model. This construction requires a careful look at the uniqueness of subjects and should consider that the construction of therapeutic projects respect this fundamental direction, once it is a central tool for the development of attention that aims at overcoming the asylum model. The research aimed at knowing and comparing the theoretical propositions about the construction of therapeutic projects presented by the literature, with the conceptions used by professionals active in mental health services. It is a qualitative investigation of the method and routing forms, with an ethnomethodologic inspiration, since the experience lived wad emphasized on the afterthought process. As methodology a bibliographic review was conducted, as well as semi-structured interviews, applied during the September through November 2009 period, with professionals (Social Workers, Nurses, Psychiatrists, Psychologists and Occupational Therapists) inserted on Centros de Atenção Psicossocial CAPS - II e III on the state of Sao Paulo. According to the data collected, the conceptions presented by the professionals are closer to the ones presented by the authors covering these themes. The speeches show aspects related to: the need for transforming the traditional model; the investment on the leading role of the user; the importance of teamwork so that the health needs can be understood; and the importance of institutional partnership with the social support network so that the integrality principle is, in fact, contemplated on the care practices. Nevertheless, when practical situations lived on their day-to-day work were reported, several contradictions were presented as existing on current process: difficulties to construct an homogeneous work on the teams; the direct impact on the assistance to the distinct management forms; the difficulties on interlocution with the institutional networks and the users social support networks, and, at last, a huge difficulty of inserting the users as effective participants on the construction of care practices. Generally speaking, the results of this research point to the urgent need of thought about the practices currently implemented on CAPS. It is fundamental that the care model develops practices that focus on the life of the subjects, with their housing, economic, affective, cultural, family and social network vulnerabilities
 
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Data de Publicação
2010-09-27
 
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