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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2008.tde-19112008-173632
Documento
Autor
Nome completo
Camila Maia Rabelo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Schochat, Eliane (Presidente)
Almeida, Katia de
Carvallo, Renata Mota Mamede de
Matas, Carla Gentile
Pereira, Liliane Desgualdo
Título em português
Avaliação eletrofisiológica e comportamental do processamento temporal
Palavras-chave em português
Eletrofisiologia
Epilepsia do lobo temporal
Percepção auditiva
Potenciais evocados auditivos
Resumo em português
INTRODUÇÃO: O processamento temporal pode ser definido como a percepção das características temporais do som, ou a percepção na mudança da duração dessas características, dentro de um intervalo de tempo restrito. Para que essas sutis mudanças possam ser percebidas, o sistema nervoso auditivo central necessita de um processamento preciso da estrutura de tempo do sinal acústico recebido. Nesse estudo, os objetivos foram: avaliar a resolução temporal, por meio de dois diferentes testes, o GIN (gap-in-noise), um teste comportamental, e o Potencial evocado auditivo de estado estável, um teste eletrofisiológico, em indivíduos normais, com lesão neurológica, e com transtorno de processamento auditivo (central); e verificar a sensibilidade e a especificidade, de ambos os testes. MÉTODOS: Foram avaliados 70 indivíduos voluntários, de ambos os gêneros, com idade entre 16 e 50 anos, divididos em três grupos: G1(grupo normal), G2 (grupo com lesão de lobo temporal, causada por Esclerose mesial temporal), e G3 ( indivíduos com transtorno do processamento auditivo (central)). Todos os indivíduos realizaram ambos os testes. No teste GIN foram utilizadas as listas um e dois. Os limiares de detecção de gap e a porcentagem de acertos foram calculados para todos os indivíduos. O potencial evocado auditivo de estado estável foi realizado com modulação de freqüência de 46 Hz, nas intensidades de 500 e 2000 Hz, em ambas as orelhas. Foram calculados os limiares eletrofisiológicos, os limiares estimados, e a diferença entre o limiar tonal comportamental e o eletrofisiológico, para todos os indivíduos. RESULTADOS: Os resultados do teste GIN mostraram que os indivíduos do G2 apresentam limiares de detecção de gap significantemente piores que os indivíduos do G1 e do G3. O mesmo ocorreu para a porcentagem de acertos, o G2 apresentou uma porcentagem de acertos pior que os grupos G1 e G3. Os indivíduos do G3 apresentaram limiares de detecção de gap aumentados em relação ao G1, porém, sem diferença estatisticamente significante. O teste GIN apresentou uma boa especificidade em todos os grupos, e uma sensibilidade melhor para lesão neurológica do que para transtorno do processamento auditivo (central). Os resultados do potencial evocado auditivo de estado estável mostraram que o G2 apresentou limiares eletrofisiológicos e estimados significantemente piores que os encontrados no G1 e G3. A diferença entre o limiar eletrofisiológico e o comportamental no G2 foi maior que a obtida no G1 e no G3. Os resultados da especificidade e da sensibilidade foram semelhantes aos encontrados no GIN. Além disso, foi encontrada uma boa especificidade, e sensibilidade melhor para lesão neurológica que para transtorno do processamento auditivo. CONCLUSÕES: Os indivíduos com lesão de sistema nervoso auditivo central mostraram um maior comprometimento da habilidade de resolução temporal, avaliada no teste GIN e no potencial evocado auditivo de estado estável, que os indivíduos com disfunção do sistema nervoso auditivo central, e os indivíduos normais. Os valores de especificidade foram melhores que os valores de sensibilidade em ambos os testes, nos três grupos avaliados. A sensibilidade para lesão neurológica foi melhor que a sensibilidade para transtorno do processamento auditivo (central) em ambos os testes
Título em inglês
Electrophysiological and behavioral assessment of temporal processing
Palavras-chave em inglês
Auditory evoked potentials
Auditory perception
Electrophysiology
Temporal lobe epilepsy
Resumo em inglês
INTRODUCTION: Temporal processing can be defined as a perception of temporal characteristics of the sound, or as a perception of the change in the duration of these characteristics, in a restrict period of time. For these subtle changes to be noticed, the central nervous system needs an accurate processing of the structure of the acoustic stimulus received. The aims of this study were: to assess the temporal resolution using two different tests - the gaps-in-noise test (a behavioral test) and the Auditory steady-state response (an electrophysiological test) in three groups of subjects: normal group; neurological group and (central) auditory processing disorder group. It also aimed to verify the sensitivity and specificity of the two tests. METHODS: Seventy volunteers of both genders were evaluated. Subjects ranged in age from 16 to 50 years, and were divided in three groups: G1 (normal group); G2 (subjects with temporal lobe insult caused by temporal mesial sclerosis) and G3 (subjects with (central) auditory processing disorder). Both tests were conducted on all subjects. The lists 1 and 2 of the gap-in-noise test were applied in all subjects. Gap detection threshold and the percentage of correct responses were calculated for all participants. Auditory steady-state response with 46 Hz of frequency modulation was applied for the frequencies of 500 Hz and 2000 Hz in both ears. Electrophysiological and estimated thresholds were calculated, and the difference between estimated and behavioral tonal thresholds was also obtained for the subjects. RESULTS: results of the gaps-in-noise test showed that the G2 gap detection thresholds were significantly worse than the G1 and G3 thresholds. The same result was observed for the percentage of correct responses, G2 showed a worse percentage of correct responses than those verified for the G1 and the G3 groups. Individuals of the G3 showed increased gap detection threshold compared with the G1, although this difference was not statistically significant. Gaps-in-noise test showed a good specificity for all groups, and a better sensitivity for the neurological lesions group than for the central auditory processing disorder group. Auditory steady-state response results suggested that G2 had electrophysiological and estimated thresholds significantly worse than G1 and G3. The difference between electrophysiological and behavioral threshold for G2 was bigger than the difference obtained in G1 and G3. Specificity and sensitivity results were similar to what was observed for the gaps-in-noise test results. Moreover, a good specificity was detected and the sensitivity showed better results for neurological lesions than for (central) auditory processing disorder. CONCLUSIONS: Individuals with central auditory nervous system lesions showed larger commitment of temporal resolution ability, evaluated through the gaps-innoise test and through the auditory steady state test, than normal individuals. Specificity values for all groups in both tests were better than sensitivity values. The sensitivity for the neurological lesion group was better than for the central auditory processing disorder group, for the two tests.
 
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CamilaMRabelo.pdf (3.60 Mbytes)
Data de Publicação
2008-12-16
 
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  • RABELO, Camila Maia, and Schochat, Eliane. Sensitivity and specificity of auditory steady-state response testing [doi:10.1590/S1807-59322011000100016]. Clinics (USP. Impresso) [online], 2011, vol. 66, p. 87-93.
  • RABELO, Camila Maia, and SCHOCHAT, Eliane. Sensitivity and specificity of auditory steady-state response testing. Clinics [online], 2011, vol. 1, n. 66, p. 87-93. [cited 2011-10-23]. Available from : <http://www.scielo.br/pdf/clin/v66n1/v66n1a16.pdf>
  • SCHOCHAT, E., and RABELO, C. M. Time-compressed speech test in Brazilian Portuguese [doi:10.1590/S1807-59322007000300010]. Clinics (USP) [online], 2007, vol. 62, p. 261-272.
  • RABELO, C. M., ALONSO, Renata, and SCHOCHAT, E. Gap detection threshold in elderly population. In Audiology Now, Chicago, 2011. Audiology Now 2011., 2011. Abstract.
  • RABELO, C. M., e SCHOCHAT, E. Teste GIN (Gap in Noise): Comparação entre pacientes com alterações neurológicas e com transtorno de processamento auditivo (central). In 23 Encontro Internacional de Audiologia, Itajaí - SC, 2008. 23 Anais do EIA., 2008. Resumo.
  • RABELO, C. M., e Schochat, Eliane. Sensitivity and specificity of the GIN test in individuals with neurological commitment and in individuals with CAPD. In ICA - EIA 2010, São Paulo, 2010. ICA 2010 - Final Programme and abstract book., 2010. Resumo.
  • Schochat, Eliane, e RABELO, C. M. Sensitivity and specificity of the GIN Test in individuals with Neurological Commitment and in Individuals with CAPD. In Audiology Now, Dallas, 2009. Program Now., 2009. Resumo.
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