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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Carlos Michel Albuquerque Peres
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Caldas, José Guilherme Mendes Pereira (Presidente)
Abud, Daniel Giansante
Conti, Mario Luiz Marques
Figueiredo, Eberval Gadelha
Frudit, Michel Eli
Título em português
Malformações arteriovenosas encefálicas: impacto da angioarquitetura nidal no resultado do tratamento radiocirúrgico isolado ou precedido de embolização
Palavras-chave em português
Embolização terapêutica
Hemorragia intracraniana
Malformação arteriovenosa encefalica
Procedimentos endovasculares
Radiocirurgia
Resumo em português
Aspectos morfológicos do nido e embolização parcial neoadjuvante sem intenção de cura de malformações arteriovenosas encefálicas, precedendo a radiocirurgia, podem ter influência no resultado final do tratamento. Métodos: série consecutiva de 47 pacientes submetidos à radiocirurgia (1 a 5 sessões), precedida ou não por embolização com cianoacrilato. Acompanhamento clínico e radiológico mínimo de 36 meses. Resultados: a apresentação hemorrágica ocorreu em 68,1% dos pacientes tratados; destes, 62,5% portavam fístula arteriovenosa dentro da malformação arteriovenosa; 83,3% ectasia venosa e 90% restrição à drenagem venosa. A taxa de oclusão de embolização seguida de radiocirurgia foi de 46,1% e da radiocirurgia isolada foi de 52,4% (p=0,671). Foram identificados como fatores favoráveis à oclusão: baixo volume nidal, ausência de fístula arteriovenosa intranidal, maior dose de radiação e baixo grau na classificação das malformações arteriovenosas encefálicas baseadas na radiocirurgia (RBAS). Conclusões: o menor volume nidal (p < 0,001), o menor grau na escala RBAS (p=0,047), a ausência de fístula arteriovenosa intranidal (p=0,001) e a maior dose prescrita (p=0,001) tiveram correlação com resultado favorável no tratamento. Embolização seguida de radiocirurgia não foi superior à radiocirurgia isolada (p=0,772). A eliminação de fístulas arteriovenosas intranidais pela embolização pode aumentar a eficácia da radiocirurgia
Título em inglês
Brain arteriovenous malformations: the impact of associated nidal lesions in the outcome after radiosurgery alone or preceded by embolization
Palavras-chave em inglês
Brain arteriovenous malformation
Cerebral hemorrhage
Embolization
Endovascular treatment
Radiosurgery
Resumo em inglês
Partial nidal embolization preceding radiosurgery of brain arteriovenous malformations (AVM) and some morphological nidal features may be related to final results. Methods: Analysis of a longitudinal cohort of 47 consecutive patients who underwent radiosurgery preceded or not by embolization. Embolizations were performed exclusively with n-butyl cyanoacrylate. Radiosurgery was delivered either as a single or divided up to 5 equal fractions. Clinical and radiological follow up of at least 36 months was obtained. Results: Hemorrhagic presentation was seen in 68.1% of the cases; 62.5% harbored intranidal arteriovenous fistulas (AVF), 83.3% had venous ectasias and 90% had venous outflow stenosis. The occlusion rate of embolization plus radiosurgery was 46.1% and radiosurgery alone was 52.4% (p = 0.671). Variables significantly associated with obliteration were lower nidus volume, lack of intranidal arteriovenous fistula, higher radiosurgical dose and lower grades in radiosurgical-based AVM scale (RBAS). Conclusions: a small nidus (p < 0.001), a lower RBAS grade (p = 0.047), no intranidal AVF (p = 0.001) and greater radiosurgical dose (p = 0.001) were associated to better results. Embolization followed by radiosurgery was not superior to radiosurgery alone (p = 0.772). Endovascular elimination of intranidal AVF's may help to promote radiosurgical occlusion
 
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Data de Publicação
2017-11-16
 
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