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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Alvaro Pentagna
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Valente, Kette Dualibi Ramos (Presidente)
Alves, Tania Corrêa de Toledo Ferraz
Caboclo, Luis Otavio Sales Ferreira
Éckeli, Álan Luiz
Título em português
Os aspectos do sono nos pacientes com epilepsia farmacorresistente e seu impacto sobre a qualidade de vida e o funcionamento social
Palavras-chave em português
Ajustamento social
Epilepsia
Epilepsia resistente a medicamentos
Qualidade de vida
Sono
Resumo em português
Pacientes com epilepsia apresentam comorbidades que podem afetar a sua qualidade de vida e a sua adequação social. Por esta razão há um interesse crescente pelo estudo das condições associadas à epilepsia. Pacientes com epilepsia apresentam maior risco de desenvolver transtornos de sono. Entretanto, a relação entre o sono e a epilepsia permanece negligenciada. Os objetivos deste estudo foram: (i) avaliar o cronotipo, a presença de sonolência diurna e a qualidade do sono, através de medidas paramétricas, comparando pacientes farmacorresistentes e farmacossensíveis, e (ii) verificar a associação entre estes fatores e a qualidade de vida e o funcionamento social. Para tal, nós entrevistamos 114 pacientes (58 pacientes com epilepsia farmacossensível e 56 pacientes farmacorresistentes) e 62 indivíduos saudáveis sem epilepsia. Os grupos foram pareados por idade e sexo Todos os indivíduos entrevistados foram submetidos a questionários de autopreenchimento que verificam o cronotipo (Questionário de Matutinidade e Vespertinidade), a qualidade do sono (Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh) e a sonolência diurna (Escala de Sonolência de Epworth), bem como a qualidade de vida (Inventário de Qualidade de Vida em Epilepsia, versão com 31 perguntas) e o funcionamento social (Escala de Adequação Social). Também foram analisadas outras variáveis relacionadas à epilepsia como tipo de epilepsia (focal ou generalizada), quantidade de fármacos utilizados (monoterapia ou politerapia) e frequência de crises epilépticas. A caracterização das variáveis que podem interferir na análise das variáveis de desfecho foi realizada através da mensuração dos efeitos adversos de fármacos antiepilépticos (Perfil de Eventos Adversos de Liverpool), dos sintomas depressivos (Inventário de Depressão de Beck 2ª versão) e dos sintomas de ansiedade (Inventário de Ansiedade Traço-Estado). Os grupos não diferiram quanto ao cronotipo e à sonolência diurna. Foi observada uma diferença significativa no resultado do PSQI do grupo farmacorresistente refletindo melhor qualidade de sono em relação aos outros dois grupos (diferença farmacossensível x farmacorresistente 1,90, p=0,003; diferença farmacorresistente x controle saudável -1,53, p=0,041). Em relação às variáveis clínicas, pacientes com epilepsia generalizada apresentaram maior vespertinidade do que os pacientes com epilepsia focal (diferença 11,99, p=0,0002). Pacientes em monoterapia, avaliados pelo PSQI, apresentaram pior qualidade de sono (diferença 1,75, p=0,01). A frequência de crises epilépticas não influenciou o resultado de cronotipo, qualidade de sono ou sonolência diurna. A qualidade de sono apresentou uma tendência à correlação com a qualidade de vida (p=0,070). Houve uma associação entre o cronotipo e a adequação social (p=0,027), porém apenas os farmacossensíveis se diferenciaram do grupo controle (p=0,011), apresentando um pior funcionamento social relacionado com a vespertinidade. Os nossos resultados sugerem que a relação entre o sono e a epilepsia está mais intimamente ligada ao tipo de epilepsia, independente da resposta terapêutica ou da frequência de crises epilépticas. Além do mais, esta relação está ligada ao cronotipo, não à qualidade do sono ou à sonolência diurna. A qualidade de vida e a adequação social também estão relacionadas aos fatores relacionados ao sono
Título em inglês
Sleep aspects in patients with drug resistant epilepsy and their impact on quality of life and social adjustment
Palavras-chave em inglês
Drug resistant epilepsy
Epilepsy
Quality of life
Sleep
Social adjustment
Resumo em inglês
Patients with epilepsy have comorbidities that may compromise their quality of life and social adjustment. For this reason, there is a growing interest in the study of conditions associated with epilepsy. Patients with epilepsy are at higher risk to develop sleep disorders. However, the relationship between sleep and epilepsy remains neglected. This study aimed to: (i) evaluate the chronotype, daytime sleepiness, and sleep quality by parametric measures, comparing patients with drug-responsive and drug-resistant epilepsy, and (ii) verify the association between these factors and quality of life and social functioning. For this purpose, we interviewed 114 patients (58 patients with drug-responsive epilepsy, and 56 patients with drug-resistant epilepsy) and 62 healthy controls without epilepsy. The groups were matched for age and gender. All individuals were interviewed with self-applied questionnaires that verified the chronotype (Morningness-Eveningness Questionnaire), sleep quality (Pittsburgh Sleep Quality Index) and daytime sleepiness (Epworth Sleepiness Scale), as well as quality of life (Quality of Life Inventory in Epilepsy, 31 questions version) and social functioning (Social Adjustment Scale). We also evaluated other epilepsy-related variables, such as the epilepsy type (focal or generalized), number of antiepileptic medications (mono or polytherapy), and seizure frequency. The characterization of variables that can influence the analysis of the outcome was measured by the adverse effects of antiepileptic drugs (Liverpool Adverse Effects Profile), depressive symptoms (Beck Depression Inventory 2ª version) and anxiety symptoms (State and Trait Anxiety Inventory). The groups did not differ in chronotype or daytime sleepiness. The drug-resistant group showed a better sleep quality compared to others (difference drug-responsive vs. drug-resistant 1.90, p=0.003; difference drug-resistant vs. healthy controls -1.53, p=0.041). Considering the clinical variables, patients with generalized epilepsy showed a more evening-oriented chronotype than patients with focal epilepsy (difference 11.99, p=0.0002). Patients under monotherapy, evaluated by PSQI, showed worse sleep quality (difference 1.75, p=0.01). Seizure frequency did not influence the results for chronotype, sleep quality or daytime sleepiness presented a correlation with quality of life (p=0,070). Sleep quality demonstrated a trend towards an association with quality of life (p=0,070). There was an association between chronotype and social functioning (p=0,027), however, only drug- responsive patients differed from controls without epilepsy (p=0,011) with a worse social functioning that was eveningness-related. Our results suggest that the relationship between sleep and epilepsy is closely related to epilepsy type, regardless of therapeutic or seizure frequency. Additionally, it is related to the chronotype, but not to the quality of sleep or daytime sleepiness. Sleep quality is also associated with sleep-related factors
 
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Data de Publicação
2019-05-22
 
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