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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2003.tde-14102003-105616
Documento
Autor
Nome completo
Ana Gabriela Hounie
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2003
Orientador
Banca examinadora
Miguel Filho, Euripedes Constantino (Presidente)
Kiss, Maria Helena Bittencourt
Lafer, Beny
Vallada Filho, Homero Pinto
Zatz, Mayana
Título em português
"Transtornos do espectro obsessivo-compulsivo e febre reumática : um estudo de transmissão familiar"
Palavras-chave em português
epidemiologia
genética
Transtorno obsessivo-compulsivo
transtornos de tique
Resumo em português
Resumo HOUNIE, A.G. Transtornos do espectro obsessivo-compulsivo e febre reumática: um estudo de transmissão familiar. São Paulo, 2003. 174p. Tese (Doutorado) – Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo. A febre reumática (FR) é uma doença autoimune causada por anticorpos desenvolvidos contra o estreptococo beta hemolítico do grupo A (SBHGA). Estudos recentes amparam a noção de que a FR esteja associada ao transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), independentemente da presença de outras manifestações no sistema nervoso central (ex.: coréia de Sydenham - CS). O TOC freqüentemente surge acompanhado por outros transtornos, como aqueles denominados de transtornos do espectro obsessivo (TEO), entre eles, a síndrome de Tourette (ST), o transtorno de tiques crônicos (TTC) e o transtorno dismórfico corporal (TDC). Alguns deles parecem apresentar uma relação geneticamente determinada. Um subgrupo de TOC é geneticamente relacionado à ST, podendo ser considerado uma expressão fenotípica alternativa de seu genótipo. Um recente estudo de famílias de portadores de TOC encontrou alta freqüência de TDC nos seus familiares de primeiro grau, além de transtornos de tiques. Neste estudo de famílias buscamos verificar a freqüência de TOC e TEO relacionados em familiares de portadores de FR, com ou sem CS e em um grupo controle, na tentativa de determinar se existe agregação familiar desses transtornos em famílias com FR. Foram avaliados 98 probandos e seus 381 familiares de primeiro grau (FPG). Dos 98 probandos, 31 eram portadores de FR sem CS, 28 tinham FR com CS e 39 eram controles sem FR recrutados em um ambulatório de ortopedia. Entrevistadores treinados avaliaram os sujeitos por meio de entrevistas semi-estruturadas (KSADS e SCID). Vinhetas clínicas foram elaboradas e avaliadas por psiquiatras independentes que faziam a melhor estimativa diagnóstica (best estimate diagnosis). Estes avaliadores eram cegos quanto a se os sujeitos eram probandos ou familiares e quanto ao grupo a que pertenciam. As comparações entre as freqüências dos transtornos entre os três grupos foram feitas por meio dos testes de Fisher, qui-quadrado, pelas Equações de Estimação Generalizadas (GEE) e pela análise de Kaplan-Meier. Resultados foram considerados estatisticamente significantes quando o nível descritivo (p, bicaudado) do teste foi menor ou igual a 0,05. Os TEO combinados foram mais freqüentes em FPG de portadores de FR como um todo (com e sem CS) do que em FPG de probandos controles (p=0,03). O TTC foi mais freqüente em FPG de probandos com CS do que FPG de controles (p=0,05). O TAG foi mais freqüente em FPG de portadores de FR do que em FPG de controles (p=0,008). Subdividindo os probandos baseados na presença de um TEO, os transtornos de tiques somados (p,GEE=0,01), o TDC (p,GEE=0,02), e o TAG (x2=0,004) individualmente e os TEO combinados (p,GEE=0,02) foram mais freqüentes em FPG de portadores de FR na presença de TEO comparados aos FPG de controles. Os TEO foram mais freqüentes (sem alcançar significância estatística, p=0,09) nos FPG de portadores de FR sem um TEO do que nos FPG de controles. A febre reumática nos probandos elevou o risco de seus familiares apresentarem um TEO. Esse risco foi ainda maior se o probando, além de apresentar FR, tinha ele próprio um TEO. É possível que um subgrupo da FR seja relacionado a TEO e que fatores de susceptibilidade para FR e para TEO tenham um efeito aditivo. Portanto, a FR pode ser considerada um fator de risco para TEO.
Título em inglês
Obsessive-compulsive spectrum disorders and rheumatic fever: a family study.
Palavras-chave em inglês
epidemiology
genetics
obsessive-compulsive disorder
tic disorders
Resumo em inglês
Summary Hounie, A.G. Obsessive-compulsive spectrum disorders and rheumatic fever: a family study. São Paulo, 2003. 174p. Tese (Doutorado) – Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo. Rheumatic fever (RF) is an autoimmune disease caused by antibodies against group A beta hemolytic streptococcus (GABHS). Some studies support the notion that RF be associated with obsessive-compulsive disorder (OCD) independent of its manifestations on the central nervous system (eg., Sydenham’s Chorea - SC). OCD is often accompanied by other disorders, which are known as obsessive-compulsive spectrum disorders (OCSD), such as Tourette syndrome (TS), chronic tic disorder (CTD) and body dysmorphic disorder (BDD). Some of those putative OCSD seem to share a genetic relationship. An OCD subgroup is genetically related to TS, being considered an alternative phenotype. A recent OCD family study found higher rates of BDD and tic disorders among first-degree relatives (FDR) of OCD probands. This is a family study that assessed the frequency of OCD and OCSD in first-degree relatives of RF probands (with and without SC) in order to verify if there was aggregation of those disorders in RF families. We assessed 98 probands and their 381 first-degree relatives. Of the 98 probands, 31 had RF without SC, 28 had RF with SC and 39 were controls without RF recruited in an orthopedic clinic. Trained interviewers assessed subjects with semi-structured interviews (KSADS and SCID). Clinical vignettes were elaborated and evaluated by independent psychiatrists that assigned best estimate diagnosis. These raters were blind to subject status regarding group and if they were probands or relatives. Comparisons between frequencies of disorders were done with Fisher and chi-square tests, generalized estimated equations (GEE), and Kaplan-Meier survival analyses. Results were considered statistically significant if their level of significance was less or equal to 0.05 (p, two-tailed). OCSD combined were more frequent in FDR of RF probands (with or without SC) than in FDR of controls (p=0.03). CTD was more frequent in FDR of SC probands than FDR of controls (p=0.05). Generalized anxiety disorder (GAD) was more frequent in FDR of RF probands than in FDR of controls (p=0.008). Subdividing probands based on the presence of an OCSD, tic disorders combined (GEE, p=0.01), BDD (GEE, p=0.02), GAD (x2=0.004), and OCSD combined (GEE, p=0.02) were more frequent in FDR of RF probands with an OCSD than in FDR of controls. OCSD were also more frequent (non-significantly, p=0.09) in FDR of RF probands without an OCSD than in FDR of controls. RF in the probands increased the risk of OCSD in their family members. This risk was even higher if the proband had RF plus an OCSD. It is possible that a subgroup of RF is associated to OCSD and susceptibility factors linked to RF and to OCSD may have an additive effect. Therefore RF may be a risk factor for OCSD.
 
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Tese.pdf (2.83 Mbytes)
Data de Publicação
2003-11-10
 
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