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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Walter Barbalho Soares
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2017
Orientador
Banca examinadora
Elkis, Helio (Presidente)
Alves, Tania Corrêa de Toledo Ferraz
Bassitt, Débora Pastore
Blay, Sérgio Luís
Título em português
Sintomas psicóticos em uma amostra comunitária de idosos sem demência da cidade de São Paulo: incidência e fatores de risco
Palavras-chave em português
Comunidade
Epidemiologis
Fatores de risco
Idosos sem demência
Incidência
Transtornos psicóticos/sintomas
Resumo em português
Pouco se sabe sobre a presença de sintomas psicóticos em idosos sem diagnóstico de demência, levando a dificuldades no esclarecimento da etiologia, na ausência de informações quanto a possíveis diagnósticos e no manejo clínico. Os estudos sobre a incidência de sintomas psicóticos nessa população são ainda mais escassos e limitados. Os dados disponíveis na literatura são todos provenientes de estudos em populações de países desenvolvidos. A prevalência de sintomas psicóticos em idosos sem diagnóstico de demência varia de 0,9 a 10,5%, já a incidência na literatura varia entre 4,8 e 8,0%. É possível especular sobre alguns fatores de risco para o desenvolvimento de sintomas psicóticos em indivíduos sem demência: idade avançada, gênero feminino, comprometimento sensorial, pior desempenho cognitivo, isolamento social, pior funcionalidade. Dados recentes sugerem os sintomas psicóticos como uma expressão prodrômica da demência, devido a sintomas como alucinações, delírios e ideação paranoide estarem associados ao aumento da incidência de demência no acompanhamento, à maior presença deles à medida que a faixa etária sobe e à menor média no escore do Miniexame do Estado Mental (MEEM) em indivíduos com tais sintomas. Objetivamos determinar a incidência de sintomas psicóticos, correlacioná-los com características clínicas e estabelecer uma taxa de conversão em idosos sem comprometimento cognitivo. Este estudo foi realizado em uma amostra de idosos de comunidade de São Paulo, sendo a amostra inicial composta por 1.125 indivíduos acima de 60 anos. Destes, 547 foram reavaliados em 2011 e submetidos ao mesmo protocolo inicial. Não tinham sintomas psicóticos na primeira fase 199 e 64 já possuíam em 2006. A incidência de ao menos um sintoma psicótico em 7 anos foi 8,0% (alucinações visuais/táteis: 4,5%; ideias persecutórias: 3,0%; alucinações auditivas: 2,5%). A incidência esteve relacionada à epilepsia (OR: 7,75 e 15,83), baixa pontuação no MEEM (OR: 0,72) e depressão referida (OR: 6,48). 57,8% dos indivíduos com sintomas psicóticos, mas sem demência na fase I, desenvolveram comprometimento cognitivo em 7 anos (alucinações visuais/táteis foram preditivas - OR: 5,66), o que estava relacionado a baixo MEEM e comprometimento funcional. A incidência de sintomas psicóticos e a taxa de conversão em comprometimento cognitivo estão no limite superior dos dados da literatura. Alucinações visuais/táteis foram os sintomas mais incidentes e os únicos preditivos para a evolução para comprometimento cognitivo em 5 anos. Encontramos importantes relações entre sintomas psicóticos e MEEM, crises convulsivas, depressão referida, diabetes e sífilis
Título em inglês
Psychotic symptoms in older people without dementia from a Brazilian community-based sample: Incidence, risk factors and cognitive impairment development
Palavras-chave em inglês
Community sample
Elderly
Epidemiology
Incidence
Psychotic symptoms
Risk factors
Resumo em inglês
Background: Studies of the incidence of psychotic symptoms in elderly people at risk of dementia are scarce. This is a seven year follow up study aiming to determine the incidence of psychotic symptoms and their correlation with other clinical aspects as well as conversion rates to cognitive impairment. Objectives: To determine the incidence of psychotic symptoms, correlate these symptoms with clinical characteristics and establish the conversion rate to cognitively impaired individuals. Design: Cross-sectional study of a community-based sample of elderly subjects. Setting: City of Sao Paulo, State of Sao Paulo, Brazil. Participants: The original sample was composed of 1,125 individuals aged 60 years and older from a community. Among this sample, 547 subjects were re-evaluated in 2011 and submitted to the same protocol. Of these, 199 did not have psychotic symptoms at phase I and 64 already had psychotic symptoms in 2006. Results: The incidence of at least one psychotic symptom in 7 years was 8.0% (Visual/tactile hallucinations: 4.5%; Persecutory delusions: 3.0%; Auditory hallucinations: 2.5%). Psychotic symptom incidence was associated with epilepsy (OR: 7.75 and 15.83), lower MMSE (OR: 0.72) and reported depression (OR: 6.48). A total of 57.8% of individuals with psychotic symptoms but without dementia at phase I developed cognitive impairment after 7 years (visual/tactile hallucinations were the only psychotic symptom predictive of this impairment - OR: 5.66), which was related to lower MMSE and increased functional impairment. Conclusions: The incidence of psychotic symptoms and the conversion rate to cognitive impairment was in the upper range of previous literature reports. Visual/tactile hallucinations were the most incident symptoms and the only predictive psychotic symptoms for cognitive impairment in 5 years. Important relationships were found between psychotic symptoms incidence and MMSE, epilepsy, reported depression, diabetes and syphilis
 
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Data de Publicação
2017-09-12
 
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