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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2006.tde-10102006-144841
Documento
Autor
Nome completo
Ana Maria Galetti
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2006
Orientador
Banca examinadora
Tavares, Hermano (Presidente)
Henna Neto, Jorge
Malbergier, André
Título em português
"Desenvolvimento e avaliação psicométrica da escala de seguimento de jogadores: uma medida de evolução para jogadores patológicos em tratamento"
Palavras-chave em português
Escalas
Evolução clínica
Jogo de azar/psicologia
Questionários
Resultado de tratamento
Resumo em português
Esta dissertação teve por objetivo desenvolver e realizar a testagem psicométrica da Escala de Seguimento de Jogadores (ESJ), uma escala criada para avaliação de jogadores patológicos em tratamento. Este trabalho mostra os resultados da avaliação da primeira versão da ESJ, o aprimoramento com a correção das falhas apontadas e a transformação no formato de auto-preenchimento que resultou em uma escala com dez itens que avaliam, nas últimas quatro semanas, freqüência de jogo, tempo gasto em jogo, dinheiro gasto em jogo, vontade de jogar, dívidas, sofrimento emocional, relacionamentos familiares, autonomia e freqüência e satisfação com atividades de lazer. Esta segunda versão foi testada quanto a sua confiabilidade, validade cruzada, consistência interna, análise fatorial e sensibilidade à mudança no tempo. Para isto, foram avaliados 120 jogadores patológicos que procuraram tratamento no Ambulatório do Jogo Patológico e Outros Transtornos do Impulso (AMJO) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq-HC-FMUSP) através de entrevistas e escalas de auto-preenchimento. Destes 120 pacientes, 50 foram reavaliados após seis meses de tratamento e 52 trouxeram familiares que preencheram escala desenvolvida para informante colateral. Numa primeira fase do estudo, a ESJ mostrou boa confiabilidade com bons índices de concordância inter-juízes (Kappa variando entre 0, 170 e 0,486, com p entre 0,039 e < 0,001). A validade cruzada foi feita através de correlação com escalas de referência validadas e em uso na área de jogo patológico e status funcional: a sessão de jogo da Addiction Severity Index (ASI-Gambling), entrevista com o método Timeline followback, a Gambling Symptom Assessment Scale (G-SAS), a Escala de Adequação Social (EAS) e a escala de seguimento de jogadores desenvolvida para informante colateral. As questões da ESJ mostraram excelente validade cruzada com as escalas de referência (índices de correlação de Spearman variando entre 0,291 e 0,775, com p entre 0,043 e < 0,001), à exceção da questão sobre relacionamento familiar, que foi parcialmente comprovada (p = 0,001 no início do tratamento e p = 0,73 no final do tratamento). Quanto à consistência interna, o Alfa de Cronbach calculado foi igual a 0,83, porém a questão sobre autonomia mostrou baixa correlação com as demais questões da escala e sua exclusão aumentava o Alfa total. A análise fatorial mostrou composição em três fatores. A escala também se mostrou sensível à mudança no tempo (p variando entre 0,036 e < 0,001), com exceção da questão sobre autonomia (p = 0,986). Numa segunda fase do estudo, a questão sobre autonomia foi substituída e nova testagem foi realizada. A consistência interna melhorou (Alfa de Cronbach igual a 0,86) e todos os itens tiveram boa correlação com o total da escala. A análise fatorial manteve a estrutura em três fatores, com a modificação de algumas questões entre eles, sendo o primeiro fator formado pelas questões sobre comportamentos específicos de jogo, o segundo formado pelas questões sobre dívidas, sofrimento emocional e autonomia, e o terceiro formado pelas questões sobre relacionamento familiar e lazer. A ESJ apresentou boas medidas de confiabilidade, consistência interna e validade cruzada, mostrou-se estruturada em três fatores bem definidos e coerentes com os conceitos abordados e sensível à mudança no tempo. Encontra-se pronta para uso clínico e o aprimoramento da questão sobre relacionamentos familiares está em andamento.
Título em inglês
Development and psychometric testing of the Gambling Follow-up Scale: an outcome measure for pathological gamblers in treatment
Palavras-chave em inglês
Clinical evolution
Gambling/psychology
Questionnaires
Scales
Treatment outcome
Resumo em inglês
This dissertation concerns the development and the psychometric testing of the Gambling Follow-up Scale (GFS), a scale created to evaluate pathological gamblers in treatment. This study shows the testing results of the first version of the GFS, its improvement with the correction of the pointed failures and its transformation in a self-report format which resulted in a ten-item scale that assesses, in the past four weeks, frequency of gambling, time spent on gambling, money spent on gambling, craving for gambling, debts, emotional distress, family relationship, autonomy and frequency and satisfaction with leisure. This second version was tested concerning its reliability, convergent validity, internal consistency, factor analysis and sensibility to change over time. To this end, 120 pathological gamblers that sought treatment in the Pathological Gambling and Other Impulse Control Disorders Outpatient Unit (AMJO) of the Institute of Psychiatry of the Clinical Hospital of the São Paulo Medical School (IPq-HC-FMUSP) were assessed with interviews and self-report scales. From these 120 patients, 50 were reassessed after a six-month treatment and 52 brought relatives that responded a scale developed for collateral informant. In a first phase of this study, the GFS showed good reliability with good inter-judges agreement measures (Kappa ranging between 0,170 and 0,486, and p between 0,039 and < 0,001). The convergent validity was tested through the correlation with valid reference scales used in the field of pathological gambling and functional status: the gambling section of the Addiction Severity Index (ASI-Gambling), interview with the Timeline follow-back method, the Gambling Symptom Assessment Scale (G-SAS), the Social Adjustment Scale (SAS)and the gambling follow-up scale developed for collateral informant. The GFS questions showed good convergent validity with the reference scales (Spearman´s correlation ranging between 0,291 and 0,775, with p between 0,291 and 0,775), except the question concerning family relationship, which was partially confirmed (p = 0,001 in the beginning of treatment and p = 0,73 in the end of treatment). Regarding internal consistency, the Cronbach´s Alpha calculated was 0,83, however the question about autonomy showed low correlation with the others and its exclusion increased the total Alpha. The factor analysis presented a composition in three factors. The scale also showed sensibility to change over time (p ranging between 0,036 and < 0,001), except the question about autonomy (p = 0,986). In a second phase, the question concerning autonomy was changed and new testing was made. The internal consistency improved (Cronbach´s Alpha equal to 0,86) and all items had good correlation with the total scale. The factor analysis kept a three factor structure, with some questions changing among them, with the first factor formed by the questions about specific gambling behaviors, the second formed by the questions about debts, emotional distress and autonomy, and the third formed by questions concerning family relationship and leisure. The GFS presented good reliability, internal consistency and convergent validity measures, showed a well defined three factor structure and coherent with the concepts approached and sensibility to change over time. It is ready for clinical use and the improvement of the question about family relationship is in progress.
 
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AnaMariaGaletti.pdf (281.75 Kbytes)
Data de Publicação
2006-10-19
 
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