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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2015.tde-11092015-145232
Documento
Autor
Nome completo
Ana Karla da Silva Moura Pedrosa
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Reed, Umbertina Conti (Presidente)
Vilibor, Renata Hydee Hasue
Voos, Mariana Callil
Título em português
Validação da versão brasileira da escala "Medida da Função Motora - Versão Reduzida (MFM-20)" para doenças neuromusculares em crianças de dois a sete anos de idade
Palavras-chave em português
Atividade motora
Criança
Doenças neuromusculares
Estudos de validação
Resumo em português
Introdução: As doenças neuromusculares (DNM) abrangem diversas afecções que se caracterizam pela presença de fraqueza muscular. Idealmente, os instrumentos de medida da habilidade motora funcional devem ser validados para a faixa etária na qual o diagnóstico é realizado, ocorrendo escassez de medidas funcionais para avaliação da função motora em crianças pequenas com DNM. A Medida da Função Motora (MFM-32), no Brasil validada como MFM-P, é um instrumento desenhado para monitorar a gravidade e progressão da função motora em pacientes de seis a sessenta anos de idade com DNM. Como a mesma não foi validada em crianças menores de seis anos de idade, os pesquisadores do Serviço de Reeducação Pediátrica L'Escale, (França) criadores da versão original, desenvolveram a versão reduzida desta escala, denominada "Motor Function Measure - Short Form (MFM-20) ", adaptada à faixa etária de dois a sete anos de idade. Objetivos: Realizar o estudo de confiabilidade e validar a escala "Medida da Função Motora - Versão Reduzida (MFM-20) " na língua portuguesa do Brasil. Métodos: Foi realizada a tradução literária e conceitual da MFM-20. A versão em português foi denominada "Medida da Função Motora- Versão Reduzida (MFM-20) " e posteriormente foi realizada a tradução reversa. Um comitê revisou todas as versões. Após pré-teste numa amostra de cinco sujeitos, não houve necessidade de modificações, e a versão final da MFM-20 foi aplicada a vinte e seis crianças com diagnóstico de DNM. Para avaliar a reprodutibilidade intraexaminador, o Teste de Wilcoxon foi empregado para as duas aplicações da escala, as quais tiveram um intervalo de uma semana. A fim de avaliar a reprodutibilidade interexaminador na aplicação da escala por duas fisioterapeutas, no primeiro dia de avaliação, os escores foram comparados com o Teste t de Student. Para verificar as validades de constructos convergente entre a MFM-20 e a Escala Motora Funcional Hammersmith (EMFH), o Índice de Barthel (IB) bem como a Escala de Vignos e Brooke (EVB), e a validade de constructo discriminante, entre a MFM-20 e a escala MRC (força muscular), foi utilizado o Coeficiente de Correlação de Pearson. Resultados: Fizeram parte do estudo vinte e seis sujeitos, com média de idade de 4,6 ± 1,5 anos, com os seguintes diagnósticos: distrofia muscular de Duchenne (n=9), distrofia muscular congênita (n=5), miopatia congênita (n=6) e amiotrofia espinhal progressiva tipo II (n=6). Os itens da MFM-20 não necessitaram de nenhuma modificação em relação à adaptação cultural. A análise de confiabilidade demonstrou boa reprodutibilidade intraexaminador no dia 1 (35,88±8,80) e no dia 7 (36,96±8,99), p=0,065, além de boa reprodutibilidade interexaminador, sendo: examinador 1, 35,88±8,80 e examinador 2, 35,08±9,16, com p=0,747. A análise de validade convergente demonstrou boa correlação entre a MFM-20 e a EMFH (coeficiente de correlação =0,907), a EVB (coeficiente de correlação = - 0,918) e o IB (coeficiente de correlação =0,797), com p<= 0,05. A análise da validade discriminante demonstrou correlação positiva entre a MFM-20 e a escala MRC que avalia força muscular (coeficiente de correlação = 0,873), com p<= 0,05. Conclusões: A versão brasileira da MFM-20 foi devidamente validada, representando avanço na avaliação dos pacientes com DNM dos centros brasileiros, permitindo acompanhar a evolução motora a partir dos dois anos até os sessenta anos de idade (MFM-20 e MFM-P)
Título em inglês
Validation study of the Brazilian Portuguese version of the scale "Medida da Função Motora - Versão Reduzida (MFM-20)" for neuromuscular diseases in children with two to seven years old
Palavras-chave em inglês
Child
Motor activity
Neuromuscular diseases
Validation study
Resumo em inglês
Introduction: Neuromuscular diseases (NMD) include a large number of conditions, whose main characteristic is a loss of muscular strength. Ideally, measurement tools should be validated for the age at which the diagnosis is made. There is a lack of tools to assess motor functional abilities in young children with NMD. The Motor Function Measure (MFM-32), validated in Brazil as MFM-P, is a tool designed to monitor the severity and progression of motor function in patients with NMD, aged six to sixty years. As this version was not validated in children under six years of age, the authors of the original version, from the Pediatric Reeducation Service L'Escale (France), developed the Motor Function Measure - Short Form (MFM-20), designed for children with two to seven years of age. Objectives: The aim of this study was to verify the reliability and validity of the "Medida da Função Motora - Versão Reduzida (MFM-20)" in Brazilian Portuguese language of Brazil. Method: The literal and conceptual translation of the MFM- 20 was performed. The Portuguese version was called "Medida da Função Motora - Versão Reduzida (MFM-20)", and then the reversal translation was made. A committee revised all these versions. After a pretest in a sample of five subjects, no modification was necessary, and the final version of MFM-20 was applied to twenty-six children with NMD. To verify the intra-rater reliability, the Wilcoxon Test was utilized for the two scale applications within one-week interval. To verify inter-rater reliability concerning the scale application by two physical therapists at the first day of assessment, Student's t-Test was applied. To verify the converging construct validity between MFM-20 and Hammersmith Motor Functional Scale (HMFS), Barthel's Index (BI) and Vignos and Brooke Scale (VBS), as well as the discriminating construction validity between MFM-20 and MRC Scale (muscular force), Pearson Correlation was applied. Results: Twenty six patients with mean age 4,6 ± 1,5 years old were included in the study, with the following clinical diagnosis: Duchenne's muscular dystrophy (n=9), congenital muscular dystrophy (n=5), congenital myopathy (n=6) and Type 2 spinal muscular atrophy (n=6).MFM-20's items did not need any cultural adaptation. The reliability analysis demonstrated good reproducibility for intra-rater on day 1 (35,88±8,80) and day 7 (36,96±8,99), p=0,065, and good inter-rater reproducibility, as follows: examiner 1, 35,88±8,80 and examiner 2, 35,08±9,16, ?=0,05 e p=0,747. The converging validity analysis demonstrated good correlation between MFM-20 and HMFS, VBS as well as BI, with correlation's coefficients of 0,907, - 0,918 and 0,797, respectively. The discriminating validity analysis demonstrated positive correlation between MFM-20 and MRC Scale (muscular force) with a correlation's coefficient 0,873. Conclusions: The Brazilian Portuguese version of the MFM-20 had a proper validation, representing advances for patients from Brazilian's centers, diagnosed with NMD, allowing the follow-up of the motor functional evolution in patients from two to sixty years of age (MFM-20 and MFM-P)
 
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Data de Publicação
2015-09-11
 
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