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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2014.tde-02062014-093057
Documento
Autor
Nome completo
Marcelo Camargo Batistuzzo
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2013
Orientador
Banca examinadora
Miotto, Eliane Correa (Presidente)
Amaro Júnior, Edson
Lopes, Antonio Carlos
Miguel Filho, Euripedes Constantino
Sato, João Ricardo
Título em português
Ativação cerebral associada à memória episódica verbal no transtorno obsessivo-compulsivo por meio de ressonância magnética funcional
Palavras-chave em português
Adolescente
Cognição
Córtex pré-frontal
Criança
Imagem por ressonância magnética
Mapeamento encefálico/psicologia
Memória
Memória episódica
Neuroimagem funcional/psicologia
Psiquiatria biológica
Psiquiatria infantil
Semântica
Testes neuropsicológicos
Transtorno obsessivo-compulsivo
Resumo em português
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é um transtorno psiquiátrico que acomete cerca de 1 a 3,1% das pessoas ao longo da vida. Embora o seu modelo neurobiológico ainda não esteja completamente estabelecido, inúmeras evidências apontam para áreas relacionadas ao circuito córtico-estriado-pálido-talâmico-cortical (CEPTC). Em especial, o córtex órbito-frontal (COF) é uma região que desempenha um papel fundamental dentro da hipótese fisiopatológica do TOC. Paralelamente, esta região já foi associada, em sujeitos saudáveis, com a habilidade de utilização espontânea da estratégia de agrupamento semântico na memorização de palavras - o que facilita sua evocação posterior. Ao mesmo tempo, estudos neuropsicológicos evidenciaram que pacientes com TOC apresentam déficits na memória episódica verbal (MEV) e que tais déficits poderiam ser mediados por dificuldades em funções executivas ligadas ao planejamento, como utilização de estratégias. Portanto, para testar a hipótese de que há diferenças no correlato neural da codificação da MEV entre pacientes com TOC e controles saudáveis, foi utilizado um teste neuropsicológico adaptado para ressonância magnética funcional (RMf): o paradigma tinha apresentação em bloco. O objetivo do presente estudo foi investigar a etapa de codificação da MEV e a capacidade de agrupamento semântico espontâneo em crianças e adolescentes com TOC. Assim, o paradigma foi constituído por duas listas de palavras: uma, semanticamente relacionada (SR), na qual as palavras eram divididas em categorias semânticas e outra, não relacionada (NR), na qual não havia relação aparente entre as palavras. O contraste de maior interesse do estudo foi a diferença entre essas duas condições (SR > NR). O nível de agrupamento semântico foi quantificado por um índice semântico. Os grupos foram formados por 25 crianças e adolescentes com TOC e 25 controles saudáveis, pareados por sexo, idade, escolaridade, preferência manual e QI. Embora os grupos estivessem pareados por essas características, eles se diferiram em sintomas clínicos, tais como sintomas de depressão, ansiedade e necessidade de rotina por parte da criança/adolescente. Os resultados comportamentais do teste de MEV mostraram que os grupos não se diferenciaram: ambos evocaram a mesma quantidade de palavras e não apresentaram diferenças no índice semântico. Apesar disso, a comparação entre os grupos - controlada para variáveis clínicas - revelou menor ativação (sinal BOLD) nos pacientes em diversas regiões cerebrais: frontais, parietais e occipito-temporais. Por outro lado, a análise de interação psicofisiológica (PPI) revelou que os pacientes apresentaram um aumento da conectividade do COF com regiões temporais em relação aos controles. Isso ocorreu para três das quatro regiões de interesse que foram posicionadas no COF: lateral e medial de ambos os hemisférios. Além disso, o grupo de pacientes apresentou uma correlação positiva entre o índice semântico e o efeito BOLD no COF, o que não ocorreu para o grupo controle. Esses resultados indicam diferenças no funcionamento cerebral de crianças e adolescentes com TOC tanto em regiões que estão dentro do modelo neurobiológico proposto para o TOC (circuito CEPTC), como fora dele também. De acordo com os resultados do presente estudo, as diferenças de ativação e de conectividade poderiam ser consideradas como um déficit latente, uma vez que ambos os grupos apresentaram o mesmo desempenho no paradigma
Título em inglês
Brain activation associated with verbal episodic memory in obsessivecompulsive disorder using magnetic resonance imaging
Palavras-chave em inglês
Adolescent
Biological psychiatry
Brain mapping/psychology
Child
Child psychiatry
Cognition
Functional neuroimaging/psychology
Magnetic resonance imaging
Memory
Memory episodic
Neuropsychological tests
Obsessive-compulsive disorder
Prefrontal cortex
Semantics
Resumo em inglês
The obsessive-compulsive disorder (OCD) is a psychiatric disorder that affects 1-3.1% of the general population (lifetime rate). Although its neurobiological model has not been completely establish, numerous evidences indicate that areas of the cortico-striatalpale- thalamic-cortical (CSPTC) circuit are engaged in the disease. In particular, the orbitofrontal cortex (OFC) is a region that plays a key role in the pathophysiological hypothesis of OCD. In parallel to this, in healthy controls this region has been associated with the ability of using spontaneous strategies of semantic clustering at the encoding of related words - in a way that facilitates the posterior retrieval of these words. At the same time, neuropsychological studies showed that OCD patients present verbal episodic memory (VEM) deficits, and that these deficits could be mediated by executive dysfunction - like planing and utilization of strategies. Thus, to investigate the hypothesis that there are differences at the neural correlates of VEM encoding between children and adolescents with OCD and healthy controls, we used a blocked design functional Magnetic Resonance Imaging (fMRI) paradigm to evaluate both groups. The main objective of the study was to investigate the VEM encoding and the ability to spontaneously organize words according to their semantic categories. In order to do this, the fMRI paradigm consisted of two kinds of word lists: a semantically related list (SR), in which words were divided into semantic categories and a unrelated list (UR), were there was no apparent relationship between the words. However, the contrast of most interest of this study, was the difference between the conditions ('SR > UR'). The semantic clustering level was quantified by a semantic clustering index. Groups were constituted by 25 children and adolescents with OCD and 25 healthy controls paired by gender, age, educational level, handedness and IQ. Although both groups were matched for these characteristics, they differed in clinical symptoms such as depression, anxiety and routines. Behavioral results showed that the groups were similar in terms of retrieved words and semantic index. Nevertheless, the comparison between groups - controlled for clinical variables - showed less activation (BOLD signal) in patients in several brain regions: frontal, parietal and occipito-temporal. On the other hand, the psychophysiological interaction analysis (PPI) revealed that patients have had an increase in the OFC connectivity with the temporal regions. This has occurred in three of the four regions of interest that were placed in the OFC: lateral and medial of both hemispheres. Also, the patients showed a positive correlation between the semantic index and the BOLD effect in the OFC, which was not observed in the control group. These results suggest that there are differences in brain functioning of children and adolescents with OCD in regions that are inside/outside of the neurobiological model for OCD (CSPTC circuit). In accordance with the present results, these differences in brain activation and connectivity could be regarded as a latent deficit, since both groups presented the same behavioral performance
 
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Data de Publicação
2014-06-02
 
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