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Dissertação de Mestrado
Documento
Autor
Nome completo
Renata Freitas Nogueira Salles
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2010
Orientador
Banca examinadora
Lerario, Antonio Carlos (Presidente)
Nery, Márcia
Papaleo Netto, Matheus
Título em português
Associação da demência com intolerância à glicose e diabetes mellitus em função da presença ou não da resistência insulínica e marcadores inflamatórios em idosos
Palavras-chave em português
Adiponectina
Demência
Diabetes mellitus
Idosos
Inflamação
Intolerância à glicose
Resistência a insulina
Resumo em português
Diabetes Mellitus tipo 2 e demência são doenças altamente prevalentes na população idosa. Estudos têm evidenciado que o DM 2 está associado com perda cognitiva e um elevado risco tanto para demência vascular quanto para demência do tipo Alzheimer. Idosos com tolerância à glicose diminuída também apresentam perda cognitiva, sendo que a hiperinsulinemia parece explicar o déficit cognitivo nesses pacientes. Objetivos: Avaliar em pacientes idosos diabéticos e com tolerância à glicose diminuída a presença de alterações cognitivas comparados aos normais e uma possível associação com resistência insulínica, síndrome metabólica, marcadores inflamatórios e adiponectina. E diagnosticar entre os pacientes com alteração cognitiva aqueles com demência através da avaliação neuropsicológica. Pacientes e Métodos: Foram estudados 140 pacientes com idades entre 65 e 86 anos, sendo 107 do sexo feminino e 33 do sexo masculino classificados em 3 grupos conforme TOTG: tolerância à glicose normal (52), tolerância à glicose alterada (42) e DM (46). Os pacientes foram avaliados antropometricamente e realizada dosagem de glicemia, hemoglobina glicada, colesterol total e frações, insulina, adiponectina, TNF-alfa e IL-6. Realizados testes de rastreio cognitivo, através do mini-exame do estado mental, teste do relógio e fluência verbal. Os pacientes com baixo desempenho passaram por avaliação neuropsicológica. Resultados: os grupos foram comparáveis em relação à idade, gênero e escolaridade. Não encontramos diferença estatística entre os grupos em relação à presença de HAS, IMC e cintura abdominal. A prevalência de dislipidemia e síndrome metabólica foi maior nos pacientes com intolerância à glicose e diabetes. Os pacientes com resistência insulínica, definida pelo HOMA-IR, tiveram maiores níveis de IL-6 e TNF-a e menor adiponectinemia. Nos testes de triagem, 42 sujeitos apresentaram desempenho abaixo do esperado para idade e escolaridade e destes 33 apresentaram alteração cognitiva. Não houve diferença estatística entre os pacientes com alteração cognitiva e os normais, em relação à resistência insulínica, adiponectina e marcadores inflamatórios. Pacientes com alteração cognitiva apresentaram significantemente menor funcionalidade, prejuízo na memória imediata e de evocação, no reconhecimento da lista de palavras e na memória lógica de Wescheler. Conclusões: Não observamos nos pacientes idosos diabéticos e com tolerância à glicose diminuída maior presença de alterações cognitivas em comparação aos normais. Pacientes diagnosticados com comprometimento cognitivo leve e demência não apresentaram diferenças dos normais em relação à presença da resistência insulínica, síndrome metabólica e marcadores inflamatórios
Título em inglês
Association of dementia with impaired glucose tolerance and diabetes mellitus in fuction of insulin resistance and inflammatory markers in the elderly
Palavras-chave em inglês
Adiponectina
Dementia
Diabetes mellitus
Elderly
Impaired glucose tolerance
Inflammation
Insulin Resistance
Resumo em inglês
Introduction: Type 2 Diabetes (T2D) and dementia are highly prevalent diseases among the elderly population. Studies have been evincing that type 2 diabetes are associated with cognitive impairment and also shows a high risk for vascular dementia and for Alzheimers disease. Studies suggest that elderly people with impaired glucose tolerance (IGT) present cognitive loss, and the hyperinsulinemia seems to explain the cognitive deficit in those patients. Objective: To evaluate the presence of cognitive alterations compared to the normal and a possible association of insulin resistance (IR), metabolic syndrome (MS), inflammatory markers and adiponectin in T2D elderly and IGT; to diagnose dementia among patients with cognitive alteration by neuropsychological examination. Patient and Methods: 140 patients with ages between 65 and 86 years were studied 107 of whom were women and classified in 3 groups according to GTT: Normal glucose tolerance (NGT), IGT and T2D. Anthropometric measurements and analyses of glucose and insulin, A1c, total cholesterol and fractions, adiponectin, TNF-alpha and IL-6, were performed in this patients. Cognitive function was measured by mini-mental state examination, clock drawing and verbal fluency test. The patients with cognitive impairment were submitted to neuropsychological battery. Results: The groups were comparable in relation to age, gender and level of education. We did not find statistical differences among the groups in relation to the presence of HA, BMI, waist and inflammatory markers. The presence of MS and IR was increased in the IGT and T2D groups. Patients with IR had high IL-6 and TNF-a and low adiponectin. In the neuropsychological battery, 42 subjects were below the expected for their age and level of education, and, of these, 33 presented cognitive alteration. There was not statistical significance among patients with cognitive deficit the presence of insulin resistance measured by HOMA-IR, adiponectin and inflammatory markers. Patients with cognitive impairment showed poorer performance in immediate and delayed recall of a word list, recognition test and Weschelers memory logic. Conclusion: T2D and IGT were not associated with impaired cognitive function. No difference in insulin resistance, metabolic syndrome, and inflammatory markers has been seen between normal patients and patients with impairment cognitive
 
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RenataSalles.pdf (901.38 Kbytes)
Data de Publicação
2010-05-27
 
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