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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2015.tde-27102015-085217
Documento
Autor
Nome completo
Lilian de Farias
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Lindoso, José Angelo Lauletta (Presidente)
Gomes, Claudia Maria de Castro
Hiramoto, Roberto Mitsuyoshi
Título em português
Utilização do alvo hsp70 em técnicas de biologia molecular para diferenciação de subgêneros de Leishmania spp
Palavras-chave em português
Leishmania
Leishmaniose tegumentar difusa
Proteínas de choque térmico HSP70
Reação em cadeia da polimerase
Resumo em português
A leishmaniose tegumentar é uma zoonose que ocorre endemicamente em 88 países, caracterizando-se como um grave problema de saúde pública nos países tropicais e subtropicais. Estima-se que o número de pessoas infectadas por Leishmania seja de cerca de 12 milhões e que ocorram entre 700 mil a 1,2 milhões de novos casos anualmente. O Brasil apresenta a maior prevalência de leishmaniose tegumentar na América, sendo que já foram identificadas seis espécies como causadoras de leishmanise tegumentar: Leishmania (Leishmania) amazonensis, Leishmania (Viannia) braziliensis, Leishmania (Viannia) guyanensis, Leishmania (Viannia) lainsoni, Leishmania (Viannia) naiffi, Leishmania (Viannia) shawi. Apesar de termos diferentes espécies causadoras de leishmaniose tegumentar no Brasil e com diferentes formas clínicas, a discriminação das espécies de Leishmania responsáveis por determinada lesão ainda é um desafio. Utilizando as técnicas qPCR, HRM e PCR multiplex, com pares de oligonucleotídeos contruídos e direcionados para o gene alvo hsp70, propomos uma alternativa para os ensaios utilizados atualmente para a identificação de Leishmania e diferenciação dos subgêneros Leishmania e Viannia em cultura de promastigota. A identificação do subgênero Leishmania obtida nos nossos resultados em amostras de cepas referência e em amostras de isolados de pacientes com suspeita de leishmaniose tegumentar atendidos no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, correspondem ao obtido por PCR-RFLP direcionada para o alvo kDNA com a enzima de restrição HaeIII realizada num estudo anterior. No entanto, este estudo permitiu a identificação do subgênero em apenas um passo, o que contribui para a redução do tempo, custo e manuseio de amostras. Diante desses resultados, sugere-se a validação da técnica em DNA de amostras de amastigotas de lesões tegumentares de pacientes diagnosticados com esta doença
Título em inglês
Utilização do alvo hsp70 em técnicas de biologia molecular para diferenciação de subgêneros de Leishmania spp
Palavras-chave em inglês
Heat shock protein HSP70
Leishmania
Leishmaniose tegumentar difusa
Reação em cadeia da polimerase
Resumo em inglês
The cutaneous leishmaniasis is a zoonotic disease that is endemic in 88 countries, characterized as a serious public health problem in tropical and subtropical countries. It is estimated that the number of people infected by Leishmania to be about 12 million, occurring between 700 thousand to 1.2 million new cases annually. Brazil has the highest prevalence of cutaneous leishmaniasis in America and six species have been identified as causes of cutaneous leishmaniasis: Leishmania (Leishmania) amazonensis, Leishmania (V.) braziliensis, Leishmania (V.) guyanensis, Leishmania (V.) lainsoni, Leishmania (V.) naiffi, Leishmania (V.) shawi. Although we have different species that cause cutaneous leishmaniasis in Brazil and with different clinical forms, discrimination against Leishmania species responsible for certain injury is still a challenge. Using the techniques qPCR, HRM and multiplex PCR with oligonucleotide engineer to the target gene hsp70, propose an alternative to the currently used assays for Leishmania identification and Leishmania and Viannia subgenus differentiation in parasite promastigote culture. The identification of Leishmania subgenus obtained in our results with parasite promastigote culture of reference strains samples and isolates in patients with suspected tegumentary leishmaniasis attended at the Institute of Infectious Diseases Emilio Ribas, corresponded to that obtained by PCR-RFLP directed to the target kDNA with HaeIII restriction enzyme carried out in a previous study. However, this review allowed the identification of the subgenus in just one step, contributing to the reduction of time, cost and handling of samples. Given these results, we suggest the validation of this technique in DNA of amastigote samples from tegumentary lesions of patients diagnosed with this disease
 
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LiliandeFarias.pdf (9.45 Mbytes)
Data de Publicação
2015-10-27
 
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