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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.5.2003.tde-19042007-091241
Documento
Autor
Nome completo
Renata Valente Carneiro
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2003
Orientador
Banca examinadora
Sotto, Mirian Nacagami (Presidente)
Duarte, Alberto Jose da Silva
Ianhez, Luiz Estevam
Título em português
Uso de acitretina para prevenção e tratamento de câncer de pele em transplantados renais: avaliação clínica, histológica e imuno-histoquímica
Palavras-chave em português
Acitretina/uso terapêutico
Adjuvantes imunológicos/uso terapêutico
Células de Langerhans/efeitos de drogas
Himunohistoquímica/métodos
Imunossupressão/efeitos adversos
Neoplasias cutâneas/prevenção & controle
Neoplasias cutâneas/quimioterapia
Transplante de rim/patologia
Resumo em português
Os doentes transplantados renais têm alto risco para desenvolver queratoses actínicas e câncer de pele. Para verificar o efeito quimioprofilático da acitretina estudamos a evolução de 13 doentes transplantados renais com queratoses actínicas múltiplas e história de carcinomas cutâneos submetidos a tratamento por 12 meses (20mg/dia). Fez-se a avaliação clínica e laboratorial regularmente em todo o período do estudo. Realizou-se exame histopatológico, demonstração imuno-histoquímica de sub-populações de linfócitos T (CD4, CD8), células natural killer e células de Langerhans, sua quantificação e comparação em biopsias de pele, sem lesão, de área exposta e protegida do sol antes, após seis e 12 meses de tratamento. Observou-se melhora das lesões cutâneas e ausência de aparecimento de novos tumores em 12 dos 13 pacientes. Não ocorreram alterações laboratoriais relacionadas a função renal, hepatotoxicicidade e hiperlipidemia. Não houve diferenças significativas histopatológicas e da população de linfócitos T e células natural killer da pele exposta e protegida do sol com o tratamento. Verificou-se aumento numérico de células de Langerhans epidérmicas aos 12 meses quando comparado aos da pele antes e após seis meses de tratamento (p = 0,002 e p = 0,003). Em nossa casuística o uso de acitretina em doses baixas foi útil para melhorar o aspecto cutâneo e prevenir lesões cutâneas pré-cancerosas e carcinomas. O aumento das células de Langerhans epidérmicas estaria relacionado ao efeito imunomodular da acitretina.
Título em inglês
Acitretin therapy for chemoprophylaxis of skin cancer in renal transplant recipients: clinical, histological and immunohistochemical evaluation.
Palavras-chave em inglês
Acitretin/therapeutic use
Adjuvants
Immunohistochemistry/methods
immunologic/therapeutic use
Immunosuppression/adverse effects
Kidney transplantation/pathology
Langerhans cells/drug effects
Skin neoplasms/drug therapy
Skin neoplasms/prevention & control
Resumo em inglês
Renal transplant recipients have an increased incidence of actinic keratosis and skin cancer. In order to examine the chemoprophylatic effects of low-dose acitretin on skin cancer development we submitted 13 renal transplanted patients to acitretin therapy (20 mg/day) for 12 month. The patients were assessed at monthly intervals during the first 6 months and every two months until the 12th month for new skin lesions and for acitretin toxicity. Normal skin biopsies of sun exposed and sun protected area were taken for histopathological exam and submitted to immunohistochemistry technique to demonstrate CD4+ and CD8+ T lymphocytes, natural killer cells and Langerhans cells wich were counted and compared in the beginning, after 6th month and 12th month of the treatment. There was an improvement of actinic keratosis and all patients but one did not develop new skin cancer. Side-effects were well-tolerated and no significant biochemical effects were observed. Although there were no differences in the microscopic aspects of the skin and in the number of CD4+ and CD8+ T lymphocytes and natural killer cells, there was a significant increase in the number of epidermal Langerhans cells after 12 months of acitretin therapy. The data obtained permit us to conclude that low dose acitretin therapy is safe, well-tolerated and partially effective in chemoprophylaxis of skin cancer in renal transplant recipients. The increase in epidermal Langerhans cells observed may be an expression of the immunomodulatory effect of acitretin.
 
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Data de Publicação
2007-04-23
 
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  • CARNEIRO, Renata V, et al. Acitretin and skin cancer in kidney transplanted patients. Clinical and histological evaluation and immunohistochemical analysis of lymphocytes, natural killer cells and Langerhans' cells in sun exposed and sun protected skin [doi:10.1111/j.1399-0012.2004.00311.x]. Clinical Transplantation [online], 2005, vol. 19, n. 1, p. 115-121.
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