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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Hugo Gonçalo Guedes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Artifon, Everson Luiz de Almeida (Presidente)
Colleoni Neto, Ramiro
Montero, Edna Frasson de Souza
Rasslan, Roberto
Título em português
Simulador de realidade virtual versus caixa-preta no ensino de procedimentos minimamente invasivos: revisão sistemática e metanálise
Palavras-chave em português
Cirurgia
Educação
Laparoscopia
Procedimentos minimamente invasivos
Treinamento por simulação
Resumo em português
Introdução: a proficiência técnica é fundamental para o treinamento cirúrgico. Em virtude da complexidade crescente das cirurgias minimamente invasivas (CMI), o treinamento apenas em campo cirúrgico é insuficiente e impraticável. Os simuladores de realidade são comprovadamente uma ponte fundamental para esse aprendizado e para aplicação dessas técnicas em campo cirúrgico. Objetivo: avaliar a efetividade do simulador de realidade virtual comparado com a caixa-preta para o aprendizado dos participantes em técnicas minimamente invasivas. Métodos: foi realizada uma revisão sistemática da literatura nas bases CENTRAL, MEDLINE, EMBASE, Scopus, CINAHL, LILACS e literatura cinzenta. Os desfechos primários avaliados foram o tempo necessário para realizar uma cirurgia minimamente invasiva e o escore de desempenho ao realizar uma cirurgia minimamente invasiva. Após selecionados, os artigos foram submetidos a uma avaliação da qualidade metodológica e do risco de vieses dos estudos incluídos. Adicionalmente, foram extraídos os dados demográficos e contínuos possíveis para realização da metanálise. Os resultados encontrados foram submetidos à avaliação da qualidade da evidência. Resultados: 20 ensaios clínicos randomizados foram incluídos na análise qualitativa e 14 foram usados na metanálise. Ao todo, 350 participantes foram randomizados para os simuladores de realidade virtual (SRV) e 345, para a caixa-preta (CP). A maioria dos estudos treinou por 10 ou mais sessões cada habilidade. Somente na execução da tarefa de transferência de pinos, o treinamento com SRV foi mais eficiente que com CP (p < 0,00001; IC95%: -35,08 a - 25,01). Em análise descritiva, quanto ao escore de desempenho na realização de uma CMI, houve superioridade do grupo SRV em relação ao grupo CP. Não houve diferença estatística na metanálise quanto ao tempo para realizar uma cirurgia, tempo para execução e pontuação em escalas de desempenho de outras tarefas básicas ou avançadas. Conclusões: na pontuação em escores de desempenho ao realizar uma CMI e na execução da tarefa básica de transferência de pinos, o treinamento com SRV é melhor que o treinamento com CP. Nos demais desfechos, independentemente do nível de experiência do aluno ou do tipo de atividade treinada, as duas formas de treinamento são equivalentes
Título em inglês
Virtual reality simulator versus black box to teach minimally invasive procedures: systematic review and meta-analysis
Palavras-chave em inglês
Education
Laparoscopy
Minimally invasive surgical procedures
Simulation training
Surgery
Resumo em inglês
Introduction: technical proficiency is fundamental to surgical training. Due to the increasing complexity of minimally invasive surgeries (MIS), training inthe surgical field alone is insufficient and impractical. The simulator trainings are proven to be a fundamental bridge for their application in the surgical field. Objective: to evaluate the effectiveness of the virtual reality simulator compared to the black box for the learning of participants in minimally invasive techniques. Methods: a systematic review of the literature was performed on the bases CENTRAL, MEDLINE, EMBASE, Scopus, CINAHL, LILACS. The primary outcomes were time to perform a MIS and the performance score in a MIS. After being selected, the articles were submitted to an evaluation of the methodological quality and risk of bias. In addition, the possible demographic and continuous data for the meta-analysis were extracted. The results were submitted to an evaluation of the quality of the evidence. Results: 20 randomized clinical trials were included in the qualitative analysis and 14 were used in the meta-analysis. Three hundred and fifty participants were randomized to virtual reality simulators (VRS) and 345 to the black box (BB). Most of the training included 10 or more sessions for each skill. To time to complete Peg transfer task, VRS training was more efficient than BB training (p < 0.00001, 95% CI: -35.08 to -25.01). In a descriptive analysis, VRS training was better than BB training in the performance score to perform a MIS. There was no statistical difference in the meta-analysis to time to perform a surgery, time to complete basics or advanced tasks and performance score for basic or advanced tasks. Conclusions: VRS training was better than BB training to evaluate performance scores when performing a MIS and time to complete the basic task of peg transfer. In all other outcomes, regardless of the student's level of experience or type of activity, the two forms of training are equivalent
 
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HugoGoncaloGuedes.pdf (7.67 Mbytes)
Data de Publicação
2019-05-08
 
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