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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2008.tde-27012009-161949
Documento
Autor
Nome completo
Marisa Izaki
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Meneghetti, Jose Claudio (Presidente)
Caramelli, Bruno
Franken, Roberto Alexandre
Marone, Marilia Martins Silveira
Sapienza, Marcelo Tatit
Título em português
Considerações referentes à influência do posicionamento dos membros superiores sobre o resultado da cintilografia de perfusão do miocárdio
Palavras-chave em português
Cardiologia/métodos
Cintilografia/métodos
Tomografia computadorizada de emissão do fóton único/métodos
Tomografia computadorizada de emissão do fóton único/utilização
Resumo em português
I NTRODUÇÃO: Na cintilografia de perfusão do miocárdio, contrariamente ao desenvolvimento tecnológico ao longo do tempo, manteve-se desde o princípio a mesma forma, por vezes desconfortável ou mesmo inviável, de posicionamento na aquisição das imagens: decúbito dorsal com os braços elevados. OBJETIVOS: O objetivo da pesquisa foi o de avaliar se na aquisição da cintilografia de perfusão do miocárdio o posicionamento com os membros superiores abaixados(T) apresenta os mesmos resultados que os obtidos com os membros superiores elevados(C), tanto em termos de alterações perfusionais como em relação aos parâmetros funcionais. . MÉTODOS: Foram estudados 120 pacientes, 83 (69%) do sexo masculino, com idade 59,4 ± 11,4 anos e peso 72,8 ± 14 kg. Foi realizada primeiramente a aquisição C e na seqüência a aquisição T, utilizando protocolo de um dia de repouso-estresse (dose 370 MBq e 1110 MBq de sestamibi-99mTc), com estresse sincronizado ao eletrocardiograma (gated- SPECT). Três modelos distintos de equipamentos de dois detectores foram utilizados no estudo. Os estudos foram processados usando reconstrução iterativa (OSEM). Na interpretação foi utilizado o modelo de segmentação miocárdica de 17 segmentos, pontuados de 0 a 4 (normal a ausente) segundo o grau de captação. Baseada na análise de um observador dentre um grupo de sete, foi realizada a comparação da totalidade dos segmentos e também segmento a segmento das aquisições C e T nas etapas de estresse e de repouso. Foi comparada também a somatória das pontuações das etapas de estresse(SSS) e repouso(SRS). Os pacientes foram divididos segundo dois critérios: primeiramente, normais (SSS=0) e anormais (SSS>1) e posteriormente, em de baixo risco (SSS3) e de maior risco (SSS>3) A comparação dos parâmetros funcionais de fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE), volume diastólico final (VDF), volume sistólico final(VSF), somatória dos escores de motilidade (SMS) e somatória dos escores de espessamento (STS) foi baseada nos valores obtidos de modo automático utilizando o programa computacional Quantitative Gated SPECT. RESULTADOS: No modo C, 23,3% dos pts referiram algum grau de dor no membro superior ou no ombro e no modo T 5 %. Houve diferença significativa (p<0,05) na comparação dos 2040 segmentos miocárdicos entre C e T, ao estresse e ao repouso. Nos 63 pts normais não houve diferença significativa dos escores entre C e T ao estresse e ao repouso. O mesmo foi observado nos 80 pts de baixo risco. Nos 57 pts anormais houve boa correlação entre os valores de SSS (Rho=0,93, p=0,0001) e SRS (Rho=0,93, p=0,0001), mas com valores não equivalentes (p<0,05), sendo a média dos valores de SSS (9,28±8,10) e SRS (7,89±7,34) da aquisição T inferiores à média dos valores de SSS (10,07±7,71) e SRS (8,46±7,35) encontrada na aquisição C. Nos 40 pts de risco, houve boa correlação dos valores de SSS(Rho=0,95, p=0,0001) e SRS(Rho=0,96 p=0,0001), porém a média dos valores de SSS (12,53±7,54) e SRS (10,60±7,08) da aquisição T foi significantemente (p<0,05) inferior à média dos valores de SSS (13,43±6,81) e SRS(11,33±6,97) encontrados na aquisição C. Os parâmetros funcionais apresentaram boa correlação entre C e T, exceto o VDF(p=0,0001). CONCLUSÕES: Os modos C e T apresentam boa correlação dos parâmetros funcionais, exceto o VDF. Embora a aquisição T tenha sido um pouco mais confortável e tenha demonstrado boa correlação nos achados perfusionais, em pts anormais e de maior risco há tendência à subestimação dos defeitos perfusionais. Considerando a importância da medida precisa da intensidade e extensão das alterações perfusionais em termos de avaliação prognostica e decisão terapêutica, a aquisição com membro superior abaixado deve ser evitada. Em situações onde a aquisição com membros superiores abaixados é a única alternativa, os resultados da cintilografia devem ser interpretados com cuidado, especialmente em pacientes anormais e de maior risco, onde as alterações podem estar subestimadas
Título em inglês
Considerations about the influence of upper arms positioning on myocardial perfusion scintigraphy results
Palavras-chave em inglês
Cardiology/methods
Radionuclide imaging/methods
Tomography emission-computed single-photon/methods
Tomography emission-computed single-photon/utilization
Resumo em inglês
Contrary to the advances in imaging technology for nuclear cardiology applications, we keep using the same often uncomfortable and sometimes impracticable patient position- supine with arms raised above the head (C). We tested another position modality: supine with arms down at the sides of the trunk (T). The purpose of this study was to verify if the functional and perfusion results of the acquisition T are equivalent to those of the acquisition mode C. We studied 120 patients (pts), 83 (69%) male, aged 59.4±11.4 years and weighting 72.8±14 kg. We performed a one-day protocol (rest gated/stress), using 99mTc-sestamibi (370 MBq and 1110 MBq). In both times (rest and stress), we first performed acquisition in C and in sequence the acquisition in T. The studies were performed in three types of dual detector SPECT systems. T mode was executed successfully in all pts. Images were processed by the iterative reconstruction method (OSEM). Each study was independently interpreted by one nuclear medicine specialist from a group of seven physicians using the 17-segment model. The segments were scored using a 5-point model ranging from 0 (normal uptake) to 4 (uptake absent). The total score of the left ventricle at stress is referred to as the summed stress score (SSS) and at rest as the summed rest score (SRS). The patients were categorized in subgroups by two criteria: normal (SSS=0) or abnormal (SSS1) and low risk (SSS3) or risk (SSS>3). The values of the functional parameters of left ventricular ejection fraction (LVEF), end diastolic volume (EDV), end systolic volume (ESV), stress motion score (SMS) and stress thickening score (STS) for both C and T were automatically obtained by the quantitative gated SPECT (QGS) program and results were compared. Shoulder and/or back pain occurred in 23.3% of C patients and in 5% of T patients. There was no agreement between the 2040 segmental scores of both rest and stress in C and T modes (p<0.05). No significant differences between C and T were found for SSS and SRS in the 63 normal individuals nor in the 80 low risk patients. Good correlation between C and T was found for SSS (Rho=0.95, p=0.0001) and SRS (Rho=0.96 p=0.0001) in the 57 abnormal pts, but the mean SSS (9.28±8.10) and SRS (7.89±7.34) values of T were significantly lower (p<0.05) than the mean for SSS (10.07±7,71) and SRS(8.46±7,35) of C mode. Similar patterns were observed in the 40 risk pts; good correlation was found between C and T modes for SSS (Rho=0.95, p=0.0001) and SRS (Rho=0.96 p=0.0001), but the mean SSS (12.53±7.54) and SRS (10.60±7.08) values of T were significantly lower (p<0.05) than SSS (13.43±6.81) and SRS (11.33±6.97) of C mode. Good correlation between C and T was found for all functional parameters, except for EDV (p=0.0001). Although T mode appears to be more comfortable and presented a good correlation between SSS and SRS values, in abnormal and risk pts, the extent and severity of defects can be underestimated. Considering the important therapeutic and prognostic implications of an accurate perfusion measurement, the cardiac SPECT acquisition with the arms in down position should be avoided. When arms-down acquisition is the only alternative, scintigraphy results must be carefully interpreted, especially in abnormal scans whereas the amount of perfusion abnormalities can be underestimated.
 
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Data de Publicação
2009-01-28
 
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