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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2014.tde-26022015-152337
Documento
Autor
Nome completo
Weverton Ferreira Leite
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Orientador
Banca examinadora
Ramires, Jose Antonio Franchini (Presidente)
Hueb, Whady Armindo
Abensur, Henry
Mangione, José Armando
Xavier, Hermes Toros
Título em português
Análise comparativa entre a proteína C-reativa de alta sensibilidade em veia periférica e seio coronário na angina estável e instável
Palavras-chave em português
Angina estável
Angina instável
Aterosclerose
Coronariopatia
Inflamação
Proteína C-reativa
Seio coronário
Resumo em português
INTRODUÇÃO: A proteína C-reativa de alta sensibilidade (PCR-as) é comumente utilizada na prática clínica para avaliar o risco cardiovascular. O seio coronário (SC) é considerado o local ideal para estudos de marcadores inflamatórios e circulação coronária, até o momento. A correlação entre os níveis séricos de PCR-as (valores absolutos) periférico versus (vs.) central ainda não foi feita. Avaliou-se a correlação entre os níveis séricos de PCR-as (mg/L) em veia periférica do antebraço esquerdo (VPAE) vs. SC, em pacientes portadores de doença arterial coronária (DAC) aterosclerótica com diagnóstico de angina estável (AE) ou angina instável (AI). Avaliou-se, também, se os níveis de PCR-as na VPAE e no SC diferem na AE e AI. MÉTODOS e RESULTADOS: 40 pacientes com DAC e estenose >= 70 % do diâmetro da luz vascular em uma das principais artérias coronárias foram incluídos no estudo e classificados em AE (n = 20) e, AI (n = 20). Coletaram-se amostras de sangue simultaneamente na VPAE e no SC, antes da angiografia coronária. A média dos níveis séricos absolutos de PCR-as na VPAE nos pacientes com AE foi de 2,97 ± 2,66, log 0,53 ± 1,24 e, com AI foi de 3,04 ± 3,29, log 0,67 ± 0,94, p = 0,689; e no SC, na AE foi de 2,71 ± 2,46, log 0,46 ± 1,18 e na AI, foi de 2,65 ± 3,08, log 0,41 ± 0,97, p = 0,898 e, portanto, não foram observadas diferenças significativas. A análise de correlação entre os níveis séricos de PCR-as em VPAE vs. SC mostrou uma forte correlação linear tanto para AE (r = 0,993, p < 0,001), para AI (r = 0,976, p < 0,001) e em toda amostra (r = 0,985, p < 0,001). CONCLUSÃO: Os nossos dados sugeriram uma forte correlação linear entre os níveis séricos de PCR-as na VPAE vs. SC na AE e AI; e esses níveis na VPAE e no SC na AE e AI foram semelhantes e não revelaram diferentes influências biológicas
Título em inglês
Comparative analysis between high-sensitivity C-reactive protein in peripheral vein and coronary sinus in stable and unstable angina
Palavras-chave em inglês
Atherosclerosis
C-reactive protein
Coronary disease
Coronary sinus
Inflammation
Stable angina
Unstable angina
Resumo em inglês
BACKGROUND: The high-sensitivity C-reactive protein (hs-CRP) is commonly used in clinical practice to assess cardiovascular risk. The coronary sinus (CS) is considered the ideal location for studies of inflammatory markers and coronary circulation, until the moment. The correlation between peripheral versus (vs.) central serum levels of hs-CRP (absolute values) has not been done. We evaluated the correlation between serum levels of hs-CRP (mg/L) in the left forearm peripheral vein (LFPV) vs. CS in patients with atherosclerotic coronary artery disease (CAD) and diagnosis of stable angina (SA) or unstable angina (UA). We also evaluated whether the hs-CRP levels in LFPV and CS differ in SA and UA. METHODS and RESULTS: 40 patients with CAD and >= 70 % stenosis of the diameter of the vascular lumen in one of the main coronary arteries were included in the study and, classified into SA (n = 20) and, UA (n = 20). Blood samples from in the LFPV and CS were simultaneously collected before coronary angiography. The mean serum levels of hs-CRP in LFPV in the patients with SA was 2.97 ± 2.66, log 0.53 ± 1.24 and, in the UA was 3.04 ± 3.29, log 0.67 ± 0.94, p = 0.689. In CS in SA, it was 2.71 ± 2.46, log 0.46 ± 1.18 and in UA it was 2.65 ± 3.08, log 0.41 ± 0.97, p = 0.898; therefore, no significant differences were observed. The correlation analysis between the serum levels of hs-CRP in LFPV vs. CS showed a strong linear correlation in both for SA (r = 0.993, p < 0.001), for UA (r = 0.976, p < 0.001) and in the whole sample (r = 0.985, p < 0.001). CONCLUSIONS: Our data suggested that in SA as well as in UA there was a strong linear correlation between the serum levels of hs-CRP in LFPV vs. CS and, these levels in VPAE and SC in AE and AI were similar and did not reveal different biological influences
 
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Data de Publicação
2015-03-04
 
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