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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.5.2018.tde-22102018-135800
Documento
Autor
Nome completo
Flávia Bittar Britto Arantes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Nicolau, José Carlos (Presidente)
Baracioli, Luciano Moreira
Botelho, Roberto Vieira
Cesar, Luiz Antonio Machado
Título em português
Efeito dos anticoagulantes sobre a agregabilidade plaquetária: ação da heparina de baixo peso molecular enoxaparina, e do inibidor direto da trombina dabigatrana
Palavras-chave em português
Agregabilidade plaquetária
Aspirina
Dabigatrana
Doença arterial coronariana
Enoxaparina
Resumo em português
Introdução: A interação entre os anticoagulantes e a agregabilidade plaquetária é complexa. Dados laboratoriais prévios mostraram que a dabigatrana aumenta a excreção urinária de metabólito do tromboxano, indicando efeito de ativação de plaquetas. Posteriormente, dados do estudo RELY sugeriram que a dabigatrana 150mg poderia aumentar o risco de infarto do miocárdio em pacientes com fibrilação atrial. Objetivos: Comparar a influência da Dabigatrana e Enoxaparina na agregabilidade plaquetária. Métodos: Estudo prospectivo, intervencionista, realizado em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) crônica em uso de aspirina em baixas doses. Os indivíduos foram inicialmente designados para dabigatrana 150mg, 2x/dia, por 5 dias, seguido por um período de washout de 30 dias e depois para exoxaparina 1mg/kg, 2x/dia, por um período adicional de 5 dias. Os testes de função plaquetária foram realizados no início e após cada fase de intervenção, usando agregometria de sangue total p (MEA) (objetivo primário), ELISA para determinação quantitativa de tromboxano B2 (TXB2), Verify Now Aspirin e testes de coagulação (objetivos secundários). Resultados: Em comparação com os valores basais, a dabigatrana aumentou a agregabilidade plaquetária avaliada pelo teste MEA-ASPI (+5U ± 24,1), enquanto a enoxaparina diminuiu a agregabilidade plaquetária (-6U ± 22,2), p=0,012 para a comparação entre os grupos ). O mesmo padrão foi observado usando o ensaio TXB2 (+2pg/mL para dabigatrana, -13pg/mL para enoxaparina, p = 0,011). Não houve diferenças significativas entre os dois grupos em relação aos demais testes. Individualmente, a enoxaparina diminuiu significativamente a agregabilidade plaquetária por TXB2 [33 (16,5 - 95)pg/mL vs. 20 (10-52) pg/mL, respectivamente, p = 0,026), mas não foram observadas diferenças significativas individuais com a dabigatrana em relação aos valores basais. Conclusões: Em relação à agregabilidade plaquetária, há um efeito oposto significativo da dabigatrana (aumento) em comparação com a enoxaparina (diminuição). Individualmente, foi observada uma diminuição significativa na agregabilidade plaquetária apenas com a enoxaparina, quando comparada com valores basais
Título em inglês
Influence of dabigatran and enoxaparin on platelet aggregation in patients with stable coronary artery disease
Palavras-chave em inglês
Aspirin
Coronary artery disease
Dabigatran
Enoxaparin
Platelet aggregation
Resumo em inglês
Background: The interaction between anticoagulants and platelet aggregation is complex. Previous laboratory data have shown that dabigatran increases urinary thromboxane metabolite excretion, indicating platelet-activating effect. Thereafter, data from RELY trial suggested that dabigatran 150mg could enhance the risk of myocardial infarction in atrial fibrillation patients. Objectives: To compare the influence of Dabigatran and Enoxaparin on platelet aggregation. Methods: Prospective, interventional study conducted in chronic coronary artery disease (CAD) patients taking low-dose aspirin. Subjects were assigned initially to dabigatran 150mg bid for 5 days followed by a washout period of 30 days and then to exoxaparin 1mg/kg bid for an additional 5 days period. Platelet function tests were performed at baseline and after each intervention phase using multiple electrode aggregometry (MEA) (primary endpoint), ELISA for plasma quantitative determination of thromboxane B2, Verify Now Aspirin and coagulation tests as secondary endpoints. Results: In comparison with the baseline values, dabigatran increased platelet aggregation evaluated by MEAASPI test (+5U ± 24.1), whereas enoxaparin decreased platelet aggregation (- 6U± 22.2), p=0.012 for the comparison between the groups). The same pattern was observed using theTxB2 assay (+2pg/mL for dabigatran, -13pg/mL for enoxaparin, p=0.011). There were no significant differences between both groups regarding the VerifyNow Aspirin or the other platelet function and coagulation tests utilized. Individually, enoxaparin significantly decreased platelet aggregation by TXB2 [33 (16,5 - 95) pg/mL vs. 20 (10-52) pg/mL, respectivamente, p = 0.026) but no significant differences were observed with dabigatran when individually compared to baseline. Conclusions: Regarding platelet aggregation, there is a significant opposite effect of dabigatran (increase) in comparison with enoxaparin (decrease). Individually, a significant decrease in platelet aggrebability was observed with enoxaparin, but no significant differences were observed with dabigatran
 
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Data de Publicação
2018-10-24
 
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