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Tese de Doutorado
Documento
Autor
Nome completo
Marcelo Nishiyama
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Laurindo, Francisco Rafael Martins (Presidente)
Costa, Fernando Augusto Alves da
Meneghelo, Romeu Sergio
Rochitte, Carlos Eduardo
Título em português
Efeitos do treinamento físico e ingestão de vinho tinto na função cognitiva de indivíduos sem declínio cognitivo
Palavras-chave em português
Cognição
Consumo de oxigênio
Exercício
Imagem por ressonância magnética funcional
Testes neuropsicológicos
Vinho
Resumo em português
Introdução: Embora vinho tinto (VT) e exercício (Ex) sejam potenciais protetores cardiovasculares, um possível efeito aditivo de ambos não é conhecido. Neste estudo investigamos se o Ex. Físico supervisionado poderia influenciar funções cognitivas (cognição) em homens bebedores habituais de VT em comparação a indivíduos abstêmios (ABS), ambos sem declínio cognitivo. Objetivos: além do acima também comparamos os efeitos do treinamento físico supervisionado no desempenho cardiovascular de bebedores de VT e abstêmios. Métodos: Foram incluídos homens, de 50 a 75 anos, sem déficit cognitivo, consumidores regulares de VT e abstêmios, randomizados em 4 grupos: ABS com e sem treinamento físico, consumidores de VT com e sem treinamento físico. Estudamos função executiva (Stroop) e memória operacional (2-Back) por Ressonância Magnética Funcional (RMf-3T), assim como a acurácia e tempo de resposta. Igualmente foram utilizados testes neuropsicológicos clássicos nas condições pré e pós Ex. Foi realizado Teste de Esforço Cardiopulmonar (TECP). Os voluntários foram treinados durante 3 meses, com três sessões semanais de uma hora de duração. Avaliação cognitiva foi feita por instrumentos padronizados de avaliação neuropsicológica. Resultados: 73 pacientes, sendo 47 ABS com média de idade 58,4±5,1(DP) anos e 50 VT com média de idade de 60.9±6,4anos (DP). O consumo médio de VT foi de 19.8±10.3 gramas de etanol/dia e o tempo de consumo médio de 26,1±15,7 anos. Na fase pré, os consumidores de VT têm melhor desempenho que os ABS tanto nos testes neuropsicológicos (Trilhas A, B, e Stroop 1) quanto nas imagens cerebrais (2-Back). No pós, os bebedores com treinamento físico mostraram: nos testes neuropsicológicos redução no tempo de execução (Stroop 2); na imagem por ressonância magnética funcional não houve modificações nas áreas ativadas, mas registrou-se tendência a melhora da acurácia (Stroop). Houve aumento significativo na média do consumo de oxigênio pico (VO2 pico) nos grupos que treinaram (VT 24.9±2.6 vs 27.1±3.5 e no grupo ABS foi 27.1±4.9 vs 29.7±4.1). Houve correlação negativa entre VO2 pico e a resposta cerebral nos ABS e bebedores VT (quanto menor o VO2 pico maior a resposta cerebral). Conclusão: Indivíduos consumidores regulares de VT tem melhor função cognitiva em testes de memória e atenção mesmo na fase pré-treinamento e respondem melhor ao exercício físico. Existe correlação negativa entre o VO2 pico e a ativação cerebral, o que pode indicar que melhor desempenho físico pode induzir maior eficiência mental. Estes dados são sugestivos, embora não afirmativos, de que existe efeito aditivo do Ex físico sobre funções cognitivas em bebedores crônicos, moderados de VT, sem déficit cognitivo. Dadas as limitações do estudo consideramos que o mesmo deva ser visto como gerador de futuras hipóteses que deverão ser melhor avaliadas em pesquisas subsequentes
Título em inglês
Effects of physical training and red wine consumption on cognitive function in individuals without cognitive decline
Palavras-chave em inglês
Cognition
Exercise
Functional magnetic resonance imaging
Neuropsychological tests
Oxygen consumption
Wine
Resumo em inglês
Introduction: Although red wine (RW) and exercise (Ex) have potential protective cardiovascular effects, a possible additive effect of both is not known. In this study, we investigated whether the supervised Physical Ex could influence cognitive functions in habitual men, RW drinkers, in comparison to abstainers (ABS), both without cognitive dysfunction. Objectives: in addition to the above we also compared the effects of Ex on the cardiovascular performance of drinkers and nondrinkers. Methods: included were 73 men, 50 to 75 years, without cognitive deficit, regular RW consumers and abstainers, randomized into 4 groups: ABS with and without physical training, RW consumers with and without physical training. We studied executive function (Stroop) and working memory (2-back) through Functional Magnetic Resonance Imaging (fMRI) as well as accuracy and response time. Classical neuropsychological tests have also been performed pre and post Ex. Cardiopulmonary exercise Testing (TECP) was performed. The volunteers were trained during 3 months, with 3 weekly sessions of one hour duration. Cognitive assessment was performed by standardized instruments of neuropsychology assessment. Results: 73 men, 47 (ABS) with a mean age 58,4±5,1(SD) years and 50 RW drinkers with a mean age of 60.9±6,4 years (SD) were studied. The average RW consumption was 19.8±10.3 grams of ethanol/day, and the average time of consumption was 26.1±15,7 years. In the pre Ex the RW consumers had better performance than the ABS both on neuropsychological tests (Trails A, B, and Stroop 1) as well as in brain imaging (2-back). In the post Ex drinkers with physical training showed: in the neuropsychological tests reduction in execution time (Stroop color word test); at fMRI there were no changes in the activated areas, but a trend towards improvement of accuracy (Stroop) was noted. There was a significant increase in the peak VO2 (oxygen consumption) in the groups that trained (RW 24.9±2.6 vs 27.1±3.5 and in the group of ABS was 27.1±4.9 vs 29.7±4.1). There was a negative correlation between VO2 peak and the activated brain areas in the ABS and drinkers RW (the lower the VO2 peak the larger the response of the brain). Conclusion: Regular RW consumers had better cognitive function on tests of memory and attention even in the pre-Ex and responded better to physical exercise. There was a negative correlation between VO2 peak and the brain activation, which may indicate that better physical performance can induce greater mental efficiency. These data are suggestive, though not affirmative, that there is additive effect of physical Ex on cognitive functions in chronic, moderate RW drinkers, without cognitive deficit. Given protocol limitations, we think that the study should be considered as hypothesis generating that ought to be further evaluated in subsequent investigations
 
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MarceloNishiyama.pdf (7.93 Mbytes)
Data de Publicação
2019-05-08
 
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