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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.48.2019.tde-12122018-144611
Documento
Autor
Nome completo
Flávio Batista Ferreira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Barreyro, Gladys Beatriz (Presidente)
Catani, Afranio Mendes
Moraes, Reginaldo Carmello Corrêa de
Pereira, Elisabete Monteiro de Aguiar
Sguissardi, Valdemar
Título em português
Expansão e diferenciação da universidade nos novos campi da USP, da Unicamp e da Unesp
Palavras-chave em português
Diferenciação
Educação superior
Estado de São Paulo
Expansão da educação superior
Políticas educativas
Universidade pública
Resumo em português
O propósito deste estudo foi analisar a relação entre a expansão das universidades públicas estaduais paulistas em novos campi e alterações institucionais, acadêmicas e organizacionais que podem indicar um processo de diferenciação dessas instituições. A pesquisa focou aspectos da transição de fases da educação superior, de um sistema de elite para um de sistema massa, e os interpretou através da dinâmica de mudanças das universidades na expansão, considerando a regulação social enquanto modo de coordenação da política. Os objetivos do estudo foram descrever e interpretar a dinâmica das ações políticas no processo de expansão em novos campi e analisar aspectos da diferenciação das universidades através do estudo de características das unidades criadas. Para isso, realizou-se um estudo de caso de organizações em perspectiva histórica, realizado simultaneamente em múltiplos locais, em que a dimensão histórica teve papel fundamental ao estabelecer as marcas distintivas do fenômeno em cada local observado. Foram utilizadas múltiplas fontes de dados, com a integração de análises documentais, dados estatísticos e entrevistas semiestruturadas. Os resultados sugerem que a expansão em novos campi foi parte do processo de diferenciação, que já estava em curso, ao mesmo tempo em o favoreceu. O estudo também evidencia que as alterações ocorreram com maior intensidade e abrangência nos novos campi, mas também aconteceram em algumas unidades pré-existentes, mas conservando as características de algumas unidades tradicionais. Foi possível concluir que a diferenciação não foi uma consequência natural da expansão da educação superior. No caso estudado, a diferenciação não é uma decorrência necessária do processo de expansão das universidades, mas uma estratégia de acomodação de interesses econômicos e da estratificação social, resultante da discriminação do acesso à educação superior. Portanto, a expansão apenas leva necessariamente a um processo de diferenciação se for uma premissa política a conservação das desigualdades sociais decorrentes da formação superior.
Título em inglês
Expansion and differentiation of the university on the new campuses of USP, Unicamp, and Unesp
Palavras-chave em inglês
Differentiation
Educational policies
Expansion of higher education
Higher education
Public university
São Paulo
Resumo em inglês
The purpose of this study was to analyze the relationship between the expansion of public universities in the state of São Paulo and institutional, academic and organizational changes that may indicate a process of differentiation among these institutions. The research focused on aspects of the transition of phases of higher education from an elite system to a system available to the masses, and interpreted it in terms of the dynamics of change in universities in expansion; social regulation was considered as a mode of policy coordination. The aims of the study were to describe and interpret the dynamics of political action in the process of expansion onto new campuses, considering the transnational, national/state, and local components and to analyze aspects of university differentiation through a study of the characteristics of the institutes created. The research design involved a case study of organizations from a historical perspective. The historical dimension played a fundamental role in establishing the distinctive characteristics of the phenomenon at each observation campus. Multiple sources of data were utilized, including documentary analysis, statistical data, and semi-structured interviews. The results suggest that the process of establishing new campuses was in part a process of differentiation that was already underway; at the same time, it furthered that process. The study also showed not only that change occurred with greater intensity and scope on the new campuses, but that it also existed in certain previously existing units; the characteristics of the traditional units were preserved in the remainder. It may be concluded that differentiation was not a natural consequence of the expansion of higher education. In the cases studied, the link between expansion and differentiation only occurred because the reproduction of social inequalities derived from higher education was a political premise.
 
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Data de Publicação
2019-01-08
 
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