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Tese de Doutorado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
William Eduardo Patarroyo Serna
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Mijares, Miriam Garcia (Presidente)
Canteras, Newton Sabino
Carneiro, Francisco Andeson Gonçalves
Gonçalves, Fábio Leyser
Modenesi, Rafael Diego
Soares Filho, Paulo Sergio Dillon
Título em português
Administração de morfina e cocaína em contingências operantes e pavlovianas: diferenças gênicas e comportamentais em ratos
Palavras-chave em português
Autoadministração de drogas
Cocaína
Dependência
FosB
Morfina
Ratos
Transferência Operante-Pavloviana
Resumo em português
Estudos reportando que a autoadministração repetida de drogas de abuso causa mudanças comportamentais, e na expressão de FosB, diferentes às causadas pela administração passiva repetida da mesma droga, em conjunto com estudos de discriminação de estímulos, têm sido chaves para compreender a dependência às drogas. Neste estudo se apresentam resultados de 3 experimentos que avaliaram diferenças gênicas e comportamentais entre a autoadministração de morfina e cocaína sob uma contingência operante, e a administração passiva destas drogas sob uma contingência Pavloviana, usando um modelo de administração de drogas acoplado e um protocolo de transferência operante-Pavloviana (PIT) seletiva em ratos. Os sujeitos foram distribuídos em três grupos: Administração por Contingência Operante (CO), Administração por Contingência Pavloviana (CP) e Controle (Ctr). No Experimento 1, cada sujeito do grupo CO foi exposto a sessões de autoadministração endovenosa de morfina. Depois, a expressão do gene FosB foi medida utilizando uma técnica imuno-histoquímicas em diferentes áreas do cérebro. No Experimento 2 os ratos foram expostos a um protocolo de PIT, treinando de forma inicial as contingências operante e Pavloviana separadamente, em associação a S1, utilizando infusões de morfina como reforçador. Em seguida foi treinado um encadeado de respostas (busca e administração) e finalmente, os sujeitos foram testados para avaliar o controle de estímulos que S1 adquiriu sobre as respostas de busca e administração. O Experimento 3 foi realizado utilizando os métodos dos primeiros dois experimentos, utilizando cocaína como reforçador. Em conjunto, os dados imunohistoquímicos e comportamentais sugerem que a maior expressão de FosB em subáreas envolvidas na dependência às drogas, em comparação entre os grupos CO e CP, está relacionada ao controle de estímulos estabelecido por S1 pelas diferentes contingências de aprendizagem. Ainda, os resultados apontam que estas áreas em que se encontrou uma expressão de FosB diferencial por diferentes contingências de administração de drogas coincidem com algumas das reportadas como envolvidas na PIT. Os resultados estão em concordância com estudos que reportam que a administração repetida de uma droga em contingências operantes ou pavlovianas alteram diferencialmente estruturas cerebrais envolvidas nos processos da dependência às drogas e apoiam a literatura que reporta que o estabelecimento de controle de estímulos que caracteriza a dependência se pode estabelecer por processos de aprendizagem na contingência operante e Pavloviana
Título em inglês
Morphine and Cocaine Administration Under Operant and Pavlovian Trainings: Genetic and Behavioral Differences in Rats
Palavras-chave em inglês
Cocaine
Dependence
Drug self-administration
FosB
Morphine
Pavlovian to instrumental transfer
Rats
Resumo em inglês
Studies reporting that repeated drug self-administration produces behavioral changes, and in FosB expression, different from those produced by repeated passive administration of the same drug have been very important, together with stimulus control studies, have been the key to understand mechanisms underlying drug abuse. This study presents results from 3 experiments evaluating gene and behavioral differences between self-administration of morphine and cocaine under an operant contingency, and passive administration of these drugs under a Pavlovian contingency, using a yoked drug administration model and a selective Pavlovian to instrumental transfer (PIT) protocol in rats. Subjects were divided into three groups: Operant Contingency Administration (CO), Pavlovian Contingency Administration (CP) and Control (Ctr). In Experiment 1, each subject in the CO group was exposed to intravenous morphine self-administration sessions. Then, expression of FosB gene was measured using an immunohistochemical technique in different areas of the brain. In Experiment 2 rats were exposed to a PIT protocol, initially training the operant and Pavlovian contingencies separately in association with S1, using morphine infusions as a reinforcer. Then a chain of responses (seeking and taking) was trained and finally, subjects were tested to evaluate S1 stimulus control over search and administration responses. Experiment 3 was performed using the methods from the first two experiments, using cocaine as a reinforcer. Together, immunohistochemical and behavioral data interact and suggest that a higher expression on FosB expression in subareas involved in drug dependence, in comparison between CO and CP groups, is related to stimuli control established by S1 through the different learning contingencies. Moreover, results point out these same areas in which different FosB expression was found by different drug administration contingencies match some of those reported as being involved in PIT. Results are in agreement with studies reporting that repeated administration of a drug in operant or pavlovian contingencies differentially alter brain structures involved in drug dependence processes and support literature reporting the establishment of stimulus control characterizing addiction can be establish by learning processes in the operant and Pavlovian contingencies
 
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serna_corrigida.pdf (1.43 Mbytes)
Data de Publicação
2019-07-02
 
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