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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.47.2008.tde-05062008-172705
Documento
Autor
Nome completo
Ana Martins Torres Bernardes
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Silva, Maria Teresa de Araujo (Presidente)
Banaco, Roberto Alves
Mijares, Miriam Garcia
Título em português
Efeito de enriquecimento ambiental na auto-administração oral de álcool em ratos
Palavras-chave em português
álcool etílico
comportamento operante
droga (dependência)
enriquecimento ambiental
Resumo em português
Esta pesquisa estuda a relação entre o ambiente em que ratos se desenvolvem e a auto-administração de etanol (ET) na idade adulta. Usualmente, a pesquisa comportamental com animais em laboratório utiliza sujeitos mantidos em isolamento em caixas individuasi (I). Uma das espécies mais usadas é o rato, um animal social que em habitat natural vive em colônias. Que efeitos tem o isolamento nesses ratos? Propõe-se que a baixa disponibilidade de reforçadores alternativos seja um dos fatores determinantes do abuso de drogas. Algumas pesquisas mostraram que o isolamento, que caracteriza ambientes de baixa disponibilidade de reforçadores, leva a um aumento no consumo de morfina, anfetamina e barbital em relação a ratos criados em ambientes com maior disponibilidade de reforçadores (AE), e mais ET comparados a animais criados em grupo. No entanto, outras pesquisas observaram que animais criados em AE consomem mais ET do que animais criados em isolamento. Utilizando medidas de comportamento operante de ingestão de ET, o presente experimento visou observar se a disponibilidade de reforçadores no ambiente de criação e/ou concorrentes ao álcool no ambiente experimental altera o consumo, o valor reforçador e a elasticidade da demanda dessa droga. Ratos Wistar machos foram criados em I ou em AE. O consumo e o valor reforçador do ET foram medidos nos esquemas operantes de FR2 e Razão Progressiva (RP), respectivamente. O ET foi introduzido por fade in/fade out de sacarose, culminando numa solução de ET 10% adoçada com sacarina 0,25%. O teste de RP foi conduzido para solução de ET, depois para sacarina. Os animais foram submetidos também ao teste de ansiedade no labirinto em cruz elevado e sua atividade motora foi estimada em caixa de atividade. Os ratos I consumiram e responderam significativamente mais pelo ET comparados aos ratos AE. Os ratos I evidenciaram aumento do valor reforçador do ET, mas não da sacarina, medido em RP, quando comparados aos do grupo AE. Os grupos AE e I não apresentaram diferenças significativas em ansiedade. Os animais do grupo I mostraram-se significativamente mais ativos do que os do grupo AE. A elasticidade da demanda foi medida em um modelo concorrente no qual uma alternativa dispensava solução de ET e a outra uma solução isocalórica ao ET, e as exigências em VR foram aumentadas progressivamente, primeiro para a alternativa isocalórica, e depois para o ET. A introdução de reforçadores concorrentes alterou o consumo de ET dos animais criados em I sem alterar o comportamento dos animais criados em AE. A criação nos diferentes ambientes não alterou a elasticidade da demanda por ET, porém alterou a elasticidade da demanda pelo reforçador concorrente. Os animais do grupo I, apesar de consumirem significativamente mais da solução alternativa ao ET, apresentaram uma demanda mais elástica em relação a esse reforçador quando comparados aos do grupo AE. A dependência de drogas, e do álcool em especial, pode e deve ser entendida dentro das mesmas leis que regulam o comportamento em geral, e os modelos de escolha são essenciais para essa compreensão.
Título em inglês
Influence of environmental enrichment in alcohol oral self-administration in rats
Palavras-chave em inglês
alcohol ethil
drug dependency
environmental enrichment
operant conditioning
Resumo em inglês
This research investigated the influence of different types of rearing environment on ethanol (ET) self-administration in adult rats. Usually behavioral research is conducted using isolated animals (I), one widely used animal is the rat, a social animal that under normal circumstances lives at large colonies. What kind of effects could this unnatural isolation have? It has been proposed that one major factor in drug abuse and dependence is the lack for alternative reinforcers to the drug. Animals raised in limited environments with few reinforcers (I) consume more morphine, amphetamine and barbital than animals raised in enriched environments (EE), which present different opportunities of behavior. These isolated rats have also been shown to consume more ET; however, there are some contradictory results within studies: some have even shown enhanced consumption in EE rats. The present study proposed to investigate whether differential presence of reinforcers during rearing or concurrently to the presentation of ET would influence its consumption, reiforcer value and demand elasticity. Male Wistar rats were raised either in EE or I. Using a self administration paradigm, consumption and reiforcer value were estimated in a FR2 and Progressive Ratio (PR), respectively. ET was introduced by fade in as sucrose was faded out from the solution, resulting in a 10% ET solution sweetened with saccharin 0,25% as the reinforcer solution. The PR procedure was first conducted using the ET solution and then with just the saccharin solution (vehicle). Anxiety was estimated using the elevated cross maze model, and motor activity was accessed in the activity box. I rats consumed and responded more for ET than EE rats in FR2 schedule. They also presented higher reiforcer value for ET in the PR paradigm, but not for saccharin, when compared to EE rats. There was no significant difference between groups in anxiety levels, but I rats were significantly more active. Using a concurrent model, with ET solution and an isochaloric solution as reiforcers, the demand elasticity was accessed by increasingly VRs, first for the isochaloric alternative, then for the ET solution. The introduction of an isochaloric concurrent reiforcer altered ET consumption of I rats, without affecting EE rats consumption. Groups did not differ in demand elasticity for ET, but it was shown that this demand is relatively inelastic while demand for the isochaloric solution is very elastic, especially for I rats, though. I rats consumed more isochaloric solutions than EE rats. Drug abuse and dependency must be understood using the same laws that regulate so called normal behavior, these phenomena do not belong to a special category, and choice models are essential for that understanding.
 
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Bernardes_AMT_me.pdf (443.72 Kbytes)
Data de Publicação
2008-07-02
 
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