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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.47.2014.tde-27032015-125322
Documento
Autor
Nome completo
Lygia Vampré Humberg
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Orientador
Banca examinadora
Lehman, Yvette Piha (Presidente)
Ferraz, Flávio Roberto Carvalho
Goncalves Filho, Jose Moura
Gurfinkel, Decio
Kupermann, Daniel
Título em português
Relacionamentos adictivos, um estudo psicanalítico
Palavras-chave em português
Adicção
Angústias impensáveis
Deprivação
Relações adictivas
Transicionalidade
Resumo em português
Este trabalho tem como objetivo compreender as características das relações adictivas, analisando casos em que a relação conjugal é vivida como se fosse um tipo de adicção. Proponho apresentar uma compreensão das adicções com base na perspectiva proposta por Donald Winnicott, para quem a adicção é um tipo de problema cuja gênese está relacionada com falhas que ocorreram na fase da transicionalidade; bem como, nos desenvolvimentos dessa perspectiva, feita por Joyce McDougall, que ampliou o ponto de vista indicado por Winnicott, e chamou a atenção para o fenômeno que denominou como sendo os relacionamentos adictivos. Nesta direção, procurei mostrar que os relacionamentos adictivos correspondem a modos de defesa contra três tipos de angústia, a saber: as angústias impensáveis, as que derivam de falhas na vivência dos fenômenos transicionais e, por fim, à deprivação num momento em que os indivíduos já têm uma certa organização psíquica que torna possível a distinção Eu- Nãoeu
Título em inglês
Addictive relations, a psychoanalytical study
Palavras-chave em inglês
Addiction
Addictive relations
Deprivation
Transitional
Unthinkable anxieties
Resumo em inglês
The purpose of this study is to understand the characteristics of addictive relations through the analysis of cases showing the conjugal relationship experience as a sort of addiction. I will show an understanding of addictions based on Donald Winnicotts perspective who considered addiction as a problem whose origin is connected with failures occurred during the transitional phase as well as based on the unfolding of this perspective by Joyce McDougall who broadened Winnicotts point of view and draw our attention to the phenomenon she called addictive relations. Consequently, I try to show that addictive relations correspond to defense modes against three types of anxiety, namely: unthinkable anxieties, those resulting from failures in experiencing transitional phenomena and, at last, deprivation when individuals already have a certain psychic organization enabling the differentiation between Me and Not-me
 
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humberg_do.pdf (3.67 Mbytes)
Data de Publicação
2015-04-27
 
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