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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.47.2012.tde-26102012-153618
Documento
Autor
Nome completo
Guilherme Borges Valente
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Rodrigues, Avelino Luiz (Presidente)
Heleno, Maria Geralda Viana
Moretto, Maria Livia Tourinho
Título em português
A questão da simbolização na psicossomática: estudo com pacientes portadores de transtorno neurovegetativo somatoforme e de transtorno de pânico
Palavras-chave em português
Capacidade de simbolização
Medicina psicossomática
Síndrome do intestino irritável
Transtorno do pânico
Transtorno somatoforme
Resumo em português
A Psicossomática se constituiu como campo de saber tendo como uma de suas principais influências as contribuições de Freud a respeito da relação entre mente e corpo. Desde Alexander até os teóricos de orientação psicanalítica mais atuais, a questão da somatização, no sentido lato, vem sendo discutida e, apesar das divergências teóricas, o que sempre está em pauta nas somatizações é o comprometimento da capacidade de simbolização do sujeito frente às vicissitudes da vida. Essa mesma característica é central nas neuroses atuais, de forma que há possível associação entre a somatização e a neurose atual. Dessa forma, os objetivos principais são verificar se esse comprometimento na capacidade de simbolização está presente e como se apresenta em sujeitos com somatização e em sujeitos com neurose atual. Para se realizar o estudo, foram eleitos dois transtornos que são representantes das categorias acima citadas: nas somatizações, vamos pensar a partir dos transtornos somatoformes, utilizando a subcategoria dos transtornos neurovegetativos somatoformes, elegendo a Síndrome do Intestino Irritável; e nas Neuroses Atuais, o Transtorno de Pânico (Neurose de Angústia). Os resultados vão permitir uma comparação, a partir da capacidade de simbolização, entre essas duas categorias e a verificação de maiores relações entre ambas, assim como relação com alexitimia, pensamento operatório e personalidade tipo A, características geralmente associadas a esses tipos de pacientes. A pesquisa foi feita a partir de estudos bibliográficos e psicodiagnóstico dos sujeitos da pesquisa, com entrevista semi-dirigida, aplicação de pranchas do TAT, escalas de alexitimia (TAS e OAS) e entrevista para Personalidade tipo A. Foram utilizados três sujeitos com Síndrome do Intestino Irritável e dois com Transtorno de Pânico. Nos sujeitos da pesquisa, quando aparece comprometimento na capacidade de simbolização, as histórias no TAT são mais curtas, descritivas, concretas, com introdução de nenhum ou poucos elementos externos à prancha, dificuldade na resolução de conflito, personagens pouco integrados, ausência de referências afetivas ou afetividade negativa, prejuízo da integração do ego, com predomínio de pensamento do tipo operatório. Pensar o comprometimento da capacidade de simbolização em pacientes com somatização a partir do pensamento operatório faz sentido, visto que os sujeitos apresentaram tal forma de pensamento, embora apresentem variações significativas na intensidade e frequência de funcionamento metal do tipo operatório. Contudo, definir o paciente com somatização ou com neurose atual necessariamente como alexitímico é insuficiente, visto que nem todos apresentaram tal característica. Pela análise de dados dos sujeitos, há pacientes os quais o comprometimento na capacidade de simbolização funciona como defesa psíquica diante da angústia, de forma a prejudicar a integração do ego em razão de manter um funcionamento mental mais estável; e há os que esse comprometimento é característico do funcionamento mental. Compreendendo o funcionamento psicológico que há por trás das somatizações o comprometimento da capacidade de simbolização e as formas como se configura na dinâmica psíquica do sujeito como defesa psíquica ou como característica do funcionamento mental pode-se estabelecer métodos de abordagens e técnicas psicoterápicas mais eficientes e condizentes com pacientes com somatizações
Título em inglês
The issue of symbolization in Psychosomatics: study of patients with somatoform autonomic dysfunction and panic disorder
Palavras-chave em inglês
Capacity for symbolization
Irritable Bowel Syndrome
Panic Disorder
Psychosomatic medicine
Somatoform dysfunction
Resumo em inglês
The Psychosomatic constituted itself as a field of knowledge has as one of his major influences the contributions of Freud on the relationship between mind and body. From Alexander to the psychoanalytic theoristis more current, the issue of somatization in the broadest sense, has been discussed and, despite the theoretical differences, is always at hand in somatization the impaired ability of symbolization of the subject facing the vicissitudes of life. This same feature is central to the actual neurosis, so that there is a possible association between somatization and actual neurosis. Thus, the main objectives are to determine if that impairment in the ability of symbolization is present and how shown in subjects with somatization and in subjects with actual neurosis. To perform the study, two disorders that are elected representatives of the categories mentioned above: in somatization, we think from the somatoform disorders, using the subcategory of somatoform autonomic dysfunction, electing the Irritable Bowel Syndrome, and in Actual Neurosis, the Panic Disorder (Anxiety Neurosis). The results will allow a comparison, from the capacity for symbolization, between these two categories and the verification of relations between the two, as well as compared with alexithymia, operational thinking and type A personality, characteristics associated with these types of patients. The survey was conducted from bibliographic studies and psychodiagnostic research subjects, with semi-directed interview, application of TAT cards scales of alexithymia (TAS and OAS) and interview for Type A Personality. We used three subjects with Irritable Bowel Syndrome and two with Panic Disorder. In the research subjects, when it appears impairment in the ability of symbolization, the TAT stories are shorter, descriptive, concrete, with few or no introduction of foreign elements to the board, difficulty in conflict resolution, low integrated characters, no references affective or negative affectivity, impaired ego integration, with a predominance of thought like operatory. Thinking the impaired ability of symbolization in patients with somatization from operational thinking makes sense, because the subjects had this way of thinking, although they have shown significant variations in intensity and frequency of operation of the metal type operatory. However, defining the patient with somatization or actual neurosis necessarily as alexithymic is insufficient, since not everyone had such a feature. For the data analysis of the subjects, there are patients who compromise the ability to symbolizing as psychic defense in the face of anguish, in order to undermine the integration of the ego to maintain a more stable mental functioning, and there are that this commitment is characteristic of mental functioning. Understanding the psychological functioning that is behind the somatization - the impaired ability of symbolization - and the ways to configure the psychic dynamics of the subject - such as defense or as a psychological characteristic of mental functioning - can establish methods of psychotherapeutic approaches and techniques more efficient and consistent with patients with somatization
 
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valente_me.pdf (1.86 Mbytes)
Data de Publicação
2012-11-06
 
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