• JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
  • JoomlaWorks Simple Image Rotator
 
  Bookmark and Share
 
 
Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.47.2015.tde-24092015-154310
Documento
Autor
Nome completo
Alessandra Villas Bôas Hartmann
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2015
Orientador
Banca examinadora
Meyer, Sonia Beatriz (Presidente)
Callaghan, Glenn
Conte, Fatima Cristina Souza
Kanter, Jonathan William
Vandenberghe, Luc
Título em português
Efeitos de análises de contingências sobre comportamentos clinicamente relevantes e sobre mudanças extra sessão
Palavras-chave em português
Análise de contingências
Categorização
Delineamento experimental
Generalização
Medidas externas
Terapia Comportamental
Resumo em português
A Psicoterapia Analítica Funcional (FAP) tem o objetivo de trabalhar com as dificuldades do cliente através da relação terapêutica, reconhecendo três principais tipos de comportamento do cliente que podem ocorrer em sessão: CCR1 (comportamento-problema), CCR2 (comportamento de melhora) e CCR3 (comportamento de análise). Durante a interação terapêutica, o terapeuta deve estar atento aos CCRs do cliente (Regra 1), evocá-los (Regra 2) e responder a eles de forma natural, principalmente ao reforçar os CCR2s (Regra 3), verificar o efeito do seu comportamento sobre os CCRs (Regra 4) e utilizar estratégias de generalização através de análises funcionais sobre o comportamento do cliente, ou através da solicitação de tarefas de casa que ajudem a promover mudanças no dia a dia do cliente (Regra 5). É possível dividir a interação terapêutica realizada na FAP em duas partes: experiencial (que englobaria Regras 1 a 4; CCR1 e CCR2 do cliente); e analítica (que englobaria a Regra 5 bem como CCR3 do cliente). O objetivo do presente trabalho foi o de verificar se as análises existentes na parte analítica são necessárias, ou ao menos auxiliares, na condução da FAP e, em especial, na transferência de aprendizagem ocorrida em sessão para fora dela. Para isso, foi realizado com duas clientes um delineamento experimental de caso único, do tipo A-B-BC-B-BC, no qual A correspondeu a terapia comportamental sem o uso sistemático da FAP; B correspondeu a inserção das Regras 1 a 4 da FAP; e BC a manutenção das Regras 1 a 4 e acréscimo da Regra 5. Foi realizada uma sessão de follow-up, com condução semelhante a Fase A, cerca de seis meses depois de encerrado o procedimento, a fim de se verificar a manutenção dos ganhos obtidos com o procedimento. As sessões foram filmadas e posteriormente categorizadas com o sistema FAPRS, analisando-se o comportamento de terapeuta e clientes dentro da sessão experimental. Além disso, dados foram coletados fora da sessão terapêutica, através de registro externo das clientes, de um observador externo para uma das clientes e da aplicação do instrumento EAS-40. Melhoras intra e extra sessão foram alcançadas com a condução do procedimento e mantidas até a sessão de follow-up. Foi observado que emissões de Regra 5 na Fase BC, influenciaram o comportamento das clientes de analisar seus próprios comportamentos, incluindo a relação terapêutica. No entanto, não foi observado um efeito diferencial da Regra 5 sobre CCR1 e CCR2 das clientes e tampouco sobre os comportamentos problema e de melhora fora da sessão. Discute-se que diante de um processo claro de modelagem como o conduzido na FAP, análises emitidas por terapeuta ou cliente não pareceram ser necessárias. Talvez tais análises auxiliem nas melhoras obtidas, mas ao menos na presente pesquisa, não o fizeram de forma expressiva e inquestionável. Discussões ainda são levantadas a respeito de instrumentos de coleta sobre melhoras externas e as vantagens que que podem ser alcançadas ao se realizar coletas de dados por diversas fontes, incluindo relatos em sessão de episódios de melhora ou problema externo
Título em inglês
Effects of analyses of contingencies on clinically relevant behaviors and out of session changes
Palavras-chave em inglês
Análise de contingências
Categorização
Delineamento experimental
Generalização
Medidas externas
Terapia Comportamental
Resumo em inglês
Functional Analytic Psychotherapy (FAP) is a behavior analytic, therapeutic approach that addresses the client's difficulties through the therapeutic relationship, recognizing three main kinds of client behaviors that can occur in session: CRB1 (problem behaviors), CRB2 (behavioral improvements) and CRB3 (analytic behavior). During the therapeutic interaction, the therapist should watch for the client's CRBs (Rule 1), evoke them (Rule 2) and respond to them in a natural way, specially reinforcing CRB2s (Rule 3), observing the effects of his/her own behavior on CRBs (Rule 4) and working on generalization strategies, which include analyses of the client's behavior or asking him/her to do homework, promoting changes in the client's daily life (Rule 5). It is possible to break the FAP therapeutic interaction into two parts: experiential (including Rules 1 to 4 and the client's CRB1s and CRB2s) and analytic (including Rule 5 and the client's CRB3s). The goal of this investigation was to verify if the analytic part is indeed needed or at least helpful in conducting FAP, especially with respect to the transfer of learning from in-session to out-of-session (generalization). For this purpose, two clients were submitted to a single-case experimental procedure, A-B-BC-B-BC, in which A corresponded to behavior therapy without using FAP systematically; B corresponded to the introduction of Rules 1 to 4; and BC to the maintenance of Rules 1 to 4 and the addition of Rule 5. A follow-up session, similar to Phase A, was conducted around six months after the procedure was finished, to verify the maintenance achieved with the procedure. The sessions were taped and coded with the FAPRS system, which analyzes the therapist's and client's behaviors in the experimental session. In addition, out-of-session data were collected, using a client diary card, recordings from an external observer for one of the clients, and by administering the EAS-40. Improvements in and out of session were achieved with the experimental procedure and were maintained until the follow-up sessions. Instances of Rule 5 in the BC phases influenced the clients' analyses of their own behavior, including analyses of the therapeutic relationship. However, a differential effect of Rule 5 on the rates of CRB1 and CRB2 or out-of-session improvements or problems was not observed. It was discussed analyses made by therapists or clients do not seem to be necessary in addition to the clear shaping process conducted by FAP. Maybe these analyses can be helpful for the improvements, but with this research they did not appear to be helpful in an explicit and unquestionable way. In addition, the external measurement of outside improvements and the advantages that can be achieved by the collecting data from different sources, including in session reports of problems or improvements, was discussed.
 
AVISO - A consulta a este documento fica condicionada na aceitação das seguintes condições de uso:
Este trabalho é somente para uso privado de atividades de pesquisa e ensino. Não é autorizada sua reprodução para quaisquer fins lucrativos. Esta reserva de direitos abrange a todos os dados do documento bem como seu conteúdo. Na utilização ou citação de partes do documento é obrigatório mencionar nome da pessoa autora do trabalho.
villasboas_parcial.pdf (635.70 Kbytes)
Data de Liberação
2017-09-27
Data de Publicação
2015-09-28
 
AVISO: Saiba o que são os trabalhos decorrentes clicando aqui.
Todos os direitos da tese/dissertação são de seus autores
Centro de Informática de São Carlos
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP. Copyright © 2001-2018. Todos os direitos reservados.