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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.47.2008.tde-15122008-123651
Documento
Autor
Nome completo
Rebeca Eugênia Fernandes de Castro
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Souza, Maria Abigail de (Presidente)
Herzberg, Eliana
Reis, Alberto Olavo Advincula
Título em português
Eles cuidam de crianças. Quem cuida deles? O sofrimento psíquico do professor na relação com a criança considerada agressiva
Palavras-chave em português
Agressividade
Comportamento de cuidado da criança
Interação professor-aluno
Sofrimento
Violência escolar
Resumo em português
A expressão da tendência anti-social parece sinalizar um protesto contra uma privação vivida precocemente. Expressão que pode surgir quando a criança tem esperança de que o ambiente possa responder positivamente, restabelecendo o desenvolvimento emocional. Quando esta reivindicação não é atendida no seio familiar, seus efeitos podem se manifestar na escola. Apesar do crescimento da violência nas escolas, constata-se a necessidade de aprofundamento dos estudos, especialmente na perspectiva do professor, alvo do investimento pulsional das crianças. Este investimento se caracteriza não apenas por impulsos amorosos, mas também destrutivos. O presente estudo foi realizado em uma escola pública da periferia de São Paulo e faz parte de um projeto mais amplo de atendimento preventivo a crianças agressivas, suas famílias e educadores. A pesquisa objetivou analisar relatos de professores que trabalham diariamente com crianças agressivas e investigar o papel da agressividade infantil como fator de promoção do sofrimento psíquico nestes docentes. As formas instituídas no ambiente escolar para administrar a agressividade dos alunos foram levantadas, a partir da análise dos cadernos de ocorrência disciplinar, onde os professores registram os episódios de agressividade infantil. Também foram analisados os dados coletados nas entrevistas individuais com 12 professores de nível fundamental, distribuídos em função de três diferentes períodos na carreira. As entrevistas foram gravadas, transcritas e os dados categorizados considerando a freqüência simples de ocorrência. As respostas dos professores em diferentes períodos de carreira profissional também foram comparadas. Os resultados apontaram diferenças na percepção da agressividade infantil e nas estratégias de manejo utilizadas pelos educadores com menor e maior tempo de ensino. Constatou-se que sentimentos de ingratidão e rancor podem ser nutridos e agravados com o tempo, sinalizando a importância de uma intervenção que ajude a elaborar estes aspectos.
Título em inglês
They take of children. Who take care of them? Teacher´s psychic suffering related to the child perceived as aggressive
Palavras-chave em inglês
Agressiveness
Child care
School violence
Suffering
Teacher student interaction
Resumo em inglês
The expression of the antisocial tendency seems to point out a protest against an early deprivation. It emerges when the child hopes that the world will provide him with a positive response, re-establishing the emotional development. When this protest is not answered by the family, its effects may appear at school. In spite of growth of violence on schools, the comprehension of this phenomena is needed, specially at the point of view of teachers, who receive the childrens pulsional investment. This investment is characterized not only by love, but also by hate. The present study was conducted in a public school in the suburb of São Paulo City, and it is part of a larger project that investigates preventive intervention for aggressive children, their families and educators. The research aims to listen to teachers´ reports, whose work involves everyday problems dealing with aggressive children and to investigate child aggressiveness´ role as a factor that engenders psychic pain in them. The forms adopted by the school in order to handle the child aggressiveness are surveyed, examining the office referrals written by teachers. It is also analysed the data collected by interviews with 12 teachers, who were in different career stages. The interviews were recorded, transcripted and categorized considering the simple frequency. The teachers´ answers, regarding the different periods of their careers, were compared as well. The results showed different perceptions of children´s agressiveness, as well as different management strategies used by the teachers, dependending on their career moment. It was verified that feelings of unthankfulness and grudge may be brought up and worsened by the time, indicating the importance of an intervention that helps to digest those aspects.
 
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castroref_me.pdf (1.26 Mbytes)
Data de Publicação
2009-01-08
 
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