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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.47.2014.tde-27032015-122424
Documento
Autor
Nome completo
Kamila Janaina Pereira
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2014
Orientador
Banca examinadora
Bussab, Vera Silvia Raad (Presidente)
Ferreira, José Henrique Benedetti Piccoli
Varella, Marco Antonio Corrêa
Título em português
Influência de indicadores de masculinização na atratividade e sexualidade humana
Palavras-chave em português
Atratividade
Cognição espacial
Diferenças sexuais (Humano)
Hormônios sexuais
Psicologia Evolucionista
Sexualidade
Resumo em português
Homens geralmente são mais permissivos quanto ao sexo casual, sendo considerados mais irrestritos. Evolutivamente, essa estratégia sexual foi selecionada pelos homens apresentarem menor investimento parental e consequente maior investimento na competição e busca por parceiras, enquanto as mulheres, por apresentar alto investimento e sucesso reprodutivo relacionado à qualidade da prole, foram selecionadas para ser seletivas. Numa perspectiva proximal, o nível de hormônios masculinizantes pré-natais e da puberdade pode gerar essas diferenças intersexuais, assim como distinções intrassexuais, mas as evidências são ambíguas. Ademais, não está clara a conexão entre hormônios e julgamentos de si e realizados por terceiros quanto à atratividade. Avaliou-se a variação intersexual e intrassexual na sociossexualidade em função de indicadores anatômicos, cognitivo e psicológicos de masculinização e em função da autoavaliação e da avaliação feita pelo sexo oposto da atratividade. Participaram 54 mulheres (24,02 anos ± 4,86) e 51 homens (23,57 anos ± 3,89), estudantes da cidade de São Paulo, compreendendo diferentes cursos. Eles responderam voluntária e anonimamente a um questionário, contendo autoavaliações facial, corporal, vocal e comportamental quanto à feminilidade/masculinidade e atratividade; Inventário de Orientação Sociossexual-Revisado; e teste de rotação mental de Vandenberg, e mediu-se a taxa digital 2D:4D das duas mãos e as razões cintura/quadril feminina e cintura/ombro masculina. Ademais, as faces foram fotografadas e avaliadas quanto à atratividade: 27 mulheres (23,81 anos ± 3,87) avaliaram os rostos masculinos e 24 homens (23,66 anos ± 3,70) julgaram os femininos. As diferenças intersexuais foram: homens foram mais irrestritos, autodeclaram-se mais masculinos, foram mais masculinos cognitivamente e foram julgados como menos atraentes facialmente. Não houve diferença entre as razões 2D:4D e a atratividade autodeclarada. Nas variações intrassexuais femininas, apenas indicadores psicológicos se associaram com a sociossexualidade: mulheres mais irrestritas avaliaram sua voz como mais masculina e menos atraente. Ademais, mulheres cognitivamente mais masculinas foram julgadas como facialmente mais atraentes, participantes mais masculinas na razão 2D:4D avaliaram seu corpo como mais atraente, aquelas que se declararam mais atraentes também se julgaram como mais femininas e mulheres que avaliaram seu comportamento como mais feminino foram mais femininas na razão cintura/quadril. Nas variações intrassexuais masculinas, homens que se declararam mais atraentes, mais masculinos corporalmente, mais velhos e que tiveram razão 2D:4D mais feminina foram mais irrestritos. Demais, homens que foram julgados como mais atraentes se declararam mais atraentes facialmente e mais femininos em seu comportamento; taxa 2D:4D mais feminina se associou com rosto autodeclarado mais masculino; e participantes que se avaliaram como mais atraentes corporalmente tiveram ombros mais largos. Então, este projeto mostrou que parte da sociossexualidade masculina pode ser explicada por algumas medidas anatômicas e por indicadores de valor de conquista, enquanto apenas os indicadores psicológicos se relacionaram com sociossexualidade feminina. Porém, indicadores de masculinização não se relacionaram entre si nem com a sociossexualidade, como algumas medidas se associaram de forma oposta ao esperado e algumas relações foram contraditórias entre si. Isso indica que o desenvolvimento dos indicadores de masculinização e seus efeitos podem ser parcialmente independentes entre si. Novos estudos examinando essas associações e outras amostras brasileiras são necessários
Título em inglês
Influence of indicators of masculinization on human attractiveness and sexuality
Palavras-chave em inglês
Attractiveness
Evolutionary Psychology
Human Sex Differences
Sex Hormones
Sexuality
Spatial Cognition
Resumo em inglês
Men in general are more permissive on casual sex, for that reason they are considered more unrestricted. From an evolutionary perspective, this sexual strategy was selected because men have shown less parental investment and, for that reason, greater investment in competition and in search for partners. On the other hand, women were selected to be more selective due to their greater parental investment and reproductive success related to the offspring quality. From a proximate view, the level of prenatal and pubertal masculinization may cause these intersexual differences, as well as intrasexual variations, but the evidence is ambiguous. Moreover, it is not clear the relation among hormones and attractiveness (self-rated and evaluated by others). We assessed the inter- and intrasexual variation in the sociosexuality by using anatomical, cognitive, and psychological indicators of masculinization and the evaluation of attractiveness (self-rated and evaluated by others). Participants were 54 women (mean age = 24.02, SD = 4.86) and 51 men (mean age = 23.57, SD = 3.89), all students of Sao Paulo city, comprising different university courses. First, they answered, voluntarily and anonymously, a questionnaire that included facial, bodily, vocal, and behavioral self-reported femininity/masculinity and attractiveness; the revised Sociosexual Orientation Inventory; and the Vandenberg Mental Rotation Test. Then we then measured the 2D:4D digit ratio of both hands, the female waist-to-hip ratio and the male waist-to-shoulder ratio. The participants faces were photographed and rated for attractiveness: 27 women (mean age = 23.81, SD 3.87) assessed the male faces, and 24 men (mean age = 23.66, SD 3.70) judged the female faces. The intersex differences we found were: men that were more unrestricted declared themselves as more masculine, their cognition was more masculine, and they were judged as less facially attractive. We found no differences between the 2D:4D ratio and the self-rated attractiveness. In the female intrasexual variations, we found that only the psychological indicators were associated with the sociosexuality: more unrestricted women rated their voices as more masculine and as less attractive. Moreover, women who were more cognitively masculine were judged as more facially attractive; participants who had more masculine 2D:4D evaluated their body as more attractive; women who rated themselves as more attractive also judged themselves as more feminine, females who evaluated their behavior as more feminine had more feminine waist-to-hip ratio. As for the male intrasexual variations: men who rated themselves as more attractive, more bodily masculine, older, and who had more feminine 2D:4D ratios were more unrestricted. Furthermore, men who were judged as more attractive declared themselves as more facially attractive and were more behavioral feminine; the more feminine 2D:4D ratios were associated with more masculine self-rated faces; and participants who evaluated themselves as more bodily attractive had wider shoulders. This study showed that part of the male sociosexuality might be explained by some anatomical measures and by the indicators of mate value, while only the psychological indicators might be related to the female sociosexuality. However, indicators of masculinization were not associated to each other or with the sociosexuality; some measures had opposite relations, and some associations were contradictory. This indicates that the development of the indicators of masculinizing and their effects may be partly independent. New studies are needed to examine those associations and other Brazilian samples
 
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pereira_me.pdf (2.84 Mbytes)
Data de Publicação
2015-04-27
 
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