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Dissertação de Mestrado
DOI
10.11606/D.47.2008.tde-26052009-140148
Documento
Autor
Nome completo
Leonardo Antonio Marui Cosentino
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2008
Orientador
Banca examinadora
Otta, Emma (Presidente)
Mauro, Patricia Izar
Yamamoto, Maria Emilia
Título em português
Nós versus eles, eles e elas: comparação intercultural e intersexual na detecção de coalizões e alianças
Palavras-chave em português
Classificação (processos cognitivos)
Diferenças sexuais (humanos)
Formação de coalizão
Grupos sociais
Pesquisa intercultural
Psicologia evolucionista
Psicologia intercultural
Raça (antropologia)
Resumo em português
Duas visões diferentes podem ser identificadas na literatura sobre codificação de raça no processo de formação de primeiras impressões (categorização social): 1) A codificação de raça é um processo automático, inevitável e obrigatório; 2) é um processo dependente do contexto, que diminui com a explicitação de pistas visuais indicativas da afiliação a grupos, mostrando que a codificação de raça não é obrigatória. O objetivo da presente pesquisa foi: medir a codificação de coalizão e raça e seus efeitos na presença e ausência de pistas visuais de coalizão, confrontar o desempenho de uma amostra brasileira com uma amostra norte-americana e comparar os resultados de homens e mulheres. No primeiro estudo, foi usado o protocolo de confusão de memória, uma medida discreta para revelar quais dimensões os participantes estão categorizando dos indivíduos-alvo. Através deste protocolo, 569 participantes de sete estados brasileiros (BA, ES, MT, RJ, RN, SC, SP), 280 homens e 289 mulheres de 17 a 58 anos, foram expostos a uma situação experimental de rivalidade entre dois times em duas condições distintas: pista visual de coalizão presente (camisetas com cores diferentes para cada time) versus ausente (camisetas com cores iguais para os dois times). Foi encontrado que a codificação de coalizão aumentou e de raça diminuiu quando pistas visuais de coalizão foram amplificadas. Esses resultados são semelhantes aos obtidos na amostra norte-americana. Além disso, encontramos, de maneira geral, semelhança entre o desempenho de homens e mulheres, mas uma sutil diferença na condição onde todos os jogadores vestiam camisetas com cores iguais. Adicionalmente, foi realizado um estudo avaliando características atribuídas por juízes aos indivíduos-alvo do primeiro estudo. Verificamos que o indivíduo-alvo mais escolhido pelos homens no primeiro estudo foi julgado como o mais forte no segundo, enquanto o avaliado como mais rico e bem-sucedido tendeu a ser mais escolhido pelas mulheres quando todos os jogadores vestiam camisetas da mesma cor. Os resultados gerais sugerem a universalidade do mecanismo de detecção de coalizões e alianças, que codificação de raça pode ser um subproduto da psicologia da coalizão e que diferenças intersexuais na codificação de informações ambientais podem ter evoluído a partir de diferentes pressões evolutivas relacionadas às dinâmicas da seleção sexual.
Título em inglês
Us versus them, male and female: cross-cultural and sex-group comparisons in detecting coalitions and alliances
Palavras-chave em inglês
Classification (cognitive processes)
Coalition formation
Cross-cultural psychology
Cross-cultural research
Evolutionary psychology
Race
Sex differences (humans)
Social groups
Resumo em inglês
Two different perspectives could be identified in literature about race encoding in the formation of first impressions (social categorization): 1) race encoding is an automatic, inevitable and mandatory process. 2) race encoding is a context-dependent process which decreases with the amplification of visual cues indicating group affiliation. The objective of this work was to measure the coalition and race codification and their effects in the presence and absence of coalition visual cues, to compare the results of the Brazilian sample with a North American sample, and to compare the results of men and women. In the first study, the memory confusion protocol - an unobtrusive measure developed to investigate how people use the features of others as a basis of social categorization - was used to assess encoding. 569 participants from seven different states (BA, ES, MT, RJ, RN, SC, SP), 280 males and 289 females, between 17 to 58 years old, were exposed to an experimental context of rivalry between two teams in two different conditions: shared visual appearance (each team wore jerseys of different colors) versus absence of shared visual appearance (all individuals were wearing jerseys of same color). We found that coalition encoding increased and race encoding decreased when visual cues of coalition were amplified, which implies that race encoding is not an inevitable and mandatory process. These results are generally similar with the North-American findings. Moreover, we found, in general, resemblance in men and women performances, but a slight difference in the conditions where all individuals were wearing jerseys of same color. Additionally, another study was conducted to assess features of the experimental models attributed by judges. We verified that the model chosen more by men was judged as the strongest, and the model tended to be chosen more by women was judged as the richest and well succeed, when all models were wearing jerseys of same color. The general results suggest the universality of the detecting alliance and coalitions mechanism; that the encoding by race could be a byproduct of coalitional psychology, and sexual difference in the codification of environmental informations could have evolved by sexual selection.
 
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LeonardoCosentino.pdf (1.50 Mbytes)
Data de Publicação
2009-06-02
 
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