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Dissertação de Mestrado
DOI
Documento
Autor
Nome completo
Daniela Munerato de Almeida Valadares
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2019
Orientador
Banca examinadora
Caetano, Luciana Maria (Presidente)
Oliveira, Francismara Neves de
Silva, Sandreilane Cano da
Título em português
O julgamento moral de crianças pequenas: contribuições da teoria dos domínios sociais
Palavras-chave em português
Conflitos
Crianças
Moral
Piaget
Teoria do domínio social
Resumo em português
No mundo contemporâneo a criança pode ser vista de forma diferente do que era anteriormente, considerando as mudanças sociais que acontecem e a reflexão de como tais fatos afetam seu cotidiano. Um dos fatores, por exemplo, é o tempo que permanece na escola, pela ausência dos pais no ambiente doméstico, devido às suas necessidades de trabalhar fora de casa. Além disso, existe uma tendência das famílias a ocuparem o tempo da criança integralmente, com atividades de diferentes naturezas, com o objetivo de desenvolver o maior número de habilidades possíveis, como se ela não tivesse a vida toda pela frente para conquistar tais desafios (música, dança, natação, outros idiomas, por exemplo). A entrada da tecnologia no cotidiano infantil é outro tema que ocupa este tempo (televisão, games, vídeos). Diante desse quadro, faz-se necessário o olhar para a criança e compreender, sob seu ponto de vista, como ela julga situações de sua vida, considerando nos diferentes contextos a ação (o certo ou errado), a regra (se é respeitada e como a interpreta), a autoridade (como apoio ao desenvolvimento) e o dever (decidir por fazer algo). OBJETIVO: A presente pesquisa tem como propósito investigar se as crianças pequenas julgam de forma diferente três dilemas, revelando dano direto, dano indireto e uma situação convencional. A partir de cada dilema investigamos a relação dentre os critérios de julgamento considerando a severidade da ação, a legitimidade da regra, a legitimidade da autoridade em relação à regra e a noção de dever. Neste contexto, investigamos também a presença de aspectos da dimensão afetiva da moral e se haveria diferenças qualitativas dentre as respostas dos grupos etários (2 e 3 anos/ 4 e 5 anos). MÉTODO: Pesquisa de campo, de natureza exploratória descritiva, da qual participaram 68 crianças. Para a coleta de dados, os instrumentos utilizados foram: treinamento da escala de likert e entrevistas sobre eventos sociais, contendo dilemas com situações prototípicas do cotidiano. Os dados foram analisados qualitativamente, através de Confiabilidade Dialógica e Análise Independente de Juízes. Também foi realizada análise quantitativa (Análise Estatística Descritiva e Inferencial). RESULTADOS: Os resultados revelaram que as crianças, desde bem pequenas, estão pensando sobre as situações do dia a dia, o que deve ou não ser feito, além das orientações dos adultos. Sobre os grupos analisados não tivemos diferenças nas respostas dos meninos e meninas, os grupos de idade (2 e 3, 4 e 5 anos) apresentaram diferenças significantes do ponto de vista das justificativas mais claras quando mais velhos e, portanto, a maior clareza do que pensam. Tais grupos também apresentaram diferenças significantes no julgamento de uma situação convencional proposta no instrumento, avaliando mais ou menos grave a ação de comer com as mãos. Na comparação entre as escolas públicas e particulares identificamos diferenças nas respostas considerando as dadas pela escala de likert e suas justificativas. Nas instituições públicas observamos respostas mais convencionais e nas escolas particulares respostas convencionais e morais. CONCLUSÃO: faz-se necessário novas pesquisas com a ampliação da amostragem para comparação com os resultados dessa atual pesquisa, incluir outros instrumentos para ampliar as análises e seguir pesquisando sobre a relação da afetividade e sentimentos morais nos critérios utilizados para as crianças de 2 a 5 anos julgarem situações escolares ou familiares
Título em inglês
The moral judgments of small children: contributions of social domain theory
Palavras-chave em inglês
Children
Conflicts
Moral
Piaget
Social domain theory
Resumo em inglês
In the contemporary world the child can be seen differently than it was before, considering the social changes that take place and the reflection of how these facts affect their daily lives. One factor, for example, is the time spent in school due to the absence of parents in the home environment due to their need to work outside the home. In addition, there is a tendency for families to occupy the child's time integrally, with activities of different natures, with the aim of developing as many skills as possible, as if she did not have the whole life ahead to conquer such challenges (music, dance, swimming, other languages, for example). The entry of technology into children's everyday life is another theme that occupies this time (television, games, videos). In view of this picture, it is necessary to look at the child and to understand, in his point of view, how he judges situations in his life, considering in different contexts action (right or wrong), rule (if it is respected and how it interprets it), authority (as support for development) and duty (deciding to do something). OBJECTIVE: The purpose of the present research is to investigate whether young children differently judge three dilemmas, revealing direct damage, indirect damage and a conventional situation. From each dilemma we investigate the relation between the criteria of judgment considering the severity of the action, the legitimacy of the rule, the legitimacy of authority in relation to the rule and the notion of duty. In this context, we also investigated the presence of aspects of the affective dimension of morality and if there were qualitative differences among the responses of the age groups (2 and 3 years / 4 and 5 years). METHODS: A descriptive exploratory field study was carried out in which 68 children participated. For data collection, the instruments used were: likert scale training and interviews on social events, containing dilemmas with prototypical situations of everyday life. The data were analyzed qualitatively through Dialogical Reliability and Independent Judge Analysis. Quantitative analysis (Descriptive and Inferential Statistical Analysis) was also performed. RESULTS: The results showed that children, from very young, are thinking about everyday situations, what should or should not be done, besides the orientations of adults. Regarding the analyzed groups, we did not have differences in the responses of the boys and girls, the age groups (2 and 3, 4 and 5 years) presented significant differences from the point of view of the clearer justifications when older and, therefore, the greater clarity of the what they think. These groups also presented significant differences in the judgment of a conventional situation proposed in the instrument, evaluating more or less serious the action of eating with the hands. In the comparison between public and private schools we identified differences in the answers considering those given by the likert scale and its justifications. In public institutions we observe more conventional answers and in private schools conventional and moral answers. CONCLUSION: it is necessary to carry out new researches with the amplification of the sample for comparison with the results of this current research, to include other instruments to broaden the analysis and to continue researching on the relationship of affectivity and moral feelings in the criteria used for children from 2 to 5 years to judge school or family situations
 
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munerato_corrigida.pdf (1,009.65 Kbytes)
Data de Publicação
2019-07-02
 
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