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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.47.2018.tde-14112018-160943
Documento
Autor
Nome completo
Michele Kamers
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2018
Orientador
Banca examinadora
Kupfer, Maria Cristina Machado (Presidente)
Pereira, Mario Eduardo Costa
Rosa, Miriam Debieux
Voltolini, Rinaldo
Vorcaro, Angela Maria Resende
Título em português
Da criança a matar à morte da criança: reflexões psicanalíticas sobre a medicalização na infância
Palavras-chave em português
Escola
Infância
Medicalização
Psicanálise
Resumo em português
A partir da investigação dos determinantes históricos e sociais que transformaram a escola em um dispositivo regulador da inclusão da criança no domínio do saber médico psiquiátrico, busca-se discutir o lugar e a função que a medicalização na infância tem ocupado no laço social, fundamentalmente, para as instituições que se ocupam da criança na atualidade. Para tanto, retoma de que maneira se produziu a constituição de um saber e de discursos psicológicos e psiquiátricos sobre a criança, investigando de que maneira esses discursos produzem obstáculos ao processo educativo e civilizatório, numa lógica em que o mal-estar, quando não reconhecido, retorna ao discurso sob a forma de patologia. Ocasião em que a criança é transformada em objeto de amor eterno ou de pesquisa científica, impedindo a morte da representação narcísica primária do infans no laço social que, organizado a partir do discurso da ciência e do capitalismo, sustenta a promessa do encontro entre o ideal e o sujeito numa lógica em que a medicalização sustenta a possibilidade de realização dessa promessa, mesmo às custas da morte do sujeito
Título em inglês
Not informed by the author
Palavras-chave em inglês
Childhood
Medicalization
Psychoanalysis
School
Resumo em inglês
From the investigation of historic and social determinants which have transformed the school into a regulator of the inclusion of the child in the medical psychiatrical knowledge domain, this work seeks to discuss the place and role that medicalization during the childhood has occupied in the social bond, fundamentally, for the institutions that deal with children nowadays. To do this, it revisits the ways that led to the production of a knowledge constitution as well as the psychological and psychiatrical discourses about the child, investigating how these discourses produce obstacles in the educational and civilization process, in a logic in which malaise, when not recognized, returns to the discourse as a pathology. In this occasion, the child is transformed into an object of eternal love or scientific research, preventing the death of the primary narcissistic representation of the infans in the social bond which, when organized by the discourse of science and capitalism, sustains the promise of the encounter between the ideal and the subject in a logic in which medicalization sustains the possibility of the realization of this promise, even at the expense of the subjects death
 
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kamers_do.pdf (1.50 Mbytes)
Data de Publicação
2018-11-23
 
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