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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.47.2012.tde-08022013-110544
Documento
Autor
Nome completo
Ana Paula Sthel Caiado
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2012
Orientador
Banca examinadora
Souza, Maria Thereza Costa Coelho de (Presidente)
Agli, Betania Alves Veiga Dell
Macedo, Lino de
Rossetti, Claudia Broetto
Taille, Yves Joel Jean Marie Rodolphe de La
Título em português
A regra em jogo: um estudo sobre a prática de jogos de regras e o desenvolvimento moral infantil
Palavras-chave em português
Desenvolvimento infantil
Epistemologia Genética
Jogo
Moralidade
Regras
Resumo em português
Sendo a consciência e a prática das regras fatores relevantes para a compreensão do desenvolvimento moral, os diferentes contextos que envolvem o jogar com regras, podem revelar-se espaços privilegiados para o estudo da moralidade infantil. De acordo com a abordagem psicogenética piagetiana, o jogo ao possibilitar a livre construção do conhecimento e estimular trocas sociais cooperativas, pode vir a favorecer a superação do egocentrismo moral e intelectual, aspecto este indispensável à construção de juízos morais autônomos. Optou-se no presente estudo por focalizar mais diretamente a relação da criança com a regra em diferentes situações, utilizando-se o jogo como pretexto para o estudo desta relação. O próprio Piaget em seu texto de 1932 usa um jogo de regras para estudar a moralidade e defende esta atividade como uma instituição genuinamente infantil propícia ao desenvolvimento do respeito mútuo e do estado cooperativo fundamental a autonomia. Posto isto, a presente pesquisa teve como objetivo investigar diferentes formas de interação da criança com a regra em contextos de jogo, articulando-as com o desenvolvimento moral infantil, segundo o referencial psicogenético piagetiano. Participaram da pesquisa 64 crianças com idades entre 07 e 08 anos, divididas em 14 grupos com, em média, quatro componentes cada. Foram aplicadas diferentes situações de contato com regras, sendo que na primeira as crianças jogaram conforme regras prescritas pela experimentadora (situação fechada), na segunda havia a possibilidade da criança intervir e propor novas formas de jogar (situação intermediária) e na terceira foi solicitado que inventassem um jogo com o material fornecido. Foi realizada uma sessão semanal para cada modalidade de contexto descrita, com cada grupo, sendo uma por dia, durante três semanas. Concluída a aplicação dos diferentes contextos de regra, os sujeitos passaram por uma entrevista clínica, na qual foram investigadas suas concepções relativas à regra moral em contraposição a regra do jogo. A sistematização de todo o material coletado consistiu em análises exploratórias a partir da categorização das ações adotadas pelos sujeitos, principalmente aquelas de caráter mais social como, por exemplo, troca de ideias, uso das regras, consideração da perspectiva alheia, interajuda, realização de acordos consensuais, resolução de conflitos, tomadas de decisão, emissão de julgamentos, entre outras. Tais categorias foram então convertidas em indicadores empíricos, com os quais foi possível delimitar três vias de análise: relações entre indicadores; relações entre contextos e acompanhamento individual de cada sujeito. Os resultados demonstram diferentes manifestações de uso e compreensão da regra de acordo com cada contexto analisado, com maiores evidências de autonomia nas situações que propiciavam acordos mútuos e exigiam de forma mais acentuada a relação entre pessoas. Buscou-se, a partir da presente pesquisa, evidenciar aspectos relevantes da relação da criança com a regra no contexto de jogo, entendendo-a como parte importante de seu desenvolvimento moral. São discutidas, assim, algumas interfaces entre o jogar e a moralidade, tomando-se como base os usos e concepções infantis a respeito da regra
Título em inglês
The rule at stake: a study about rules games practice and the child moral development
Palavras-chave em inglês
Child development
Games
Genetic Epistemology
Morality
Rules
Resumo em inglês
Being the conscience and the rules practicing relevant issues in the understanding of the moral development, the different scenes regarding the playing with the rules, could reveal themselves privileged spots for the childhood morality. According to the Piaget psychogenic, the game, as it makes possible the free knowledge construction and estimulate social collaborating exchanges, could encourage the overcoming of the moral and intellectual egocentrism, indispensable issue for the contruction of moral autonomic judgements. It was decided in this study to focus more directly on the child's relationship with the rule in different situations, using the game as an excuse to study this relationship. Piaget himself , in his 1932 texts, uses a rule game to study the morality and defend this activity as a genuine child institution wich provides the mutual respect development and the collaborating state, essential to the autonomy. Once exposed, the present research has the purpose to investigate different ways of child interactions with rules in games scenarios, combining them with the child moral development, following the piagetian model. In the research, 64 children in their 7 to 8 years participated, divided in 14 groups of 4 members each, on the average. It was applied different rule contact situations: in the first, the children played according the rules described by the experience instructor (close situation), in the second one, there was the possibility of the child to intervene and suggest new ways of playing (intermediary situation) and in the third one was solicited that the children invent a game with the provided material. It was realized a weekly session to each scenario described, in each group, once a day along three weeks. Once finished the different contexts applications, the subjects received a clinical interview, where their statements regarding moral rules in opposite to game rules was investigated. The construction scheme of the collected material was based in exploration analysis by the categorization of the adopted actions, mainly the actions with social intents as, for an example: ideas exchange, rules usage, another point of view consideration, interpeople helping, consensual agreements realizations, conflicts resolutions, decision choices, judgment states, among others. The categories was converted in empirical indicators, making possible to delimit three analysis ways: relation between indicators, relation between contexts and individual follow up of each subject. The results demonstrates different manifestations of the usage and rule understanding according to each analyzed context, with more evidence of autonomy in situations that provided mutual agreements and demanded more sharply the relationship between people. It was searched, by the present research, to evidence relevant matters in the child relation with the rule in a game context, understanding the rule as a important part of his moral development. Some interfaces between the play and morality are discussed, taking as a basis the uses and children's conceptions about the rule
 
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Data de Publicação
2013-02-21
 
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