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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.47.2005.tde-01062006-182253
Documento
Autor
Nome completo
José Juliano Cedaro
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 2005
Orientador
Banca examinadora
Loffredo, Ana Maria (Presidente)
Kupfer, Maria Cristina Machado
Paiva, Vera Silvia Facciolla
Romera, Maria Lucia Castilho
Santos, Alessandro de Oliveira dos
Título em português
A ferida na alma : os doentes de AIDS sob o ponto de vista psicanalítico
Palavras-chave em português
ansiedade
atitudes frente à AIDS
Freud Sigmund (1856-1939)
mecanismos de defesa
psicanálise
teoria dos campos
Resumo em português
Este trabalho, fundamentando-se no referencial psicanalítico, estuda o fenômeno HIV/aids a partir do discurso de quatro pessoas vivendo com aids, entrevistados individualmente ao longo de três anos. O referencial psicanalítico funcionou como ferramenta teórico-metodológica para a condução das entrevistas, assim como para a leitura do material produzido nos encontros com os sujeitos da pesquisa. Foram fundamentais as concepções da Teoria dos Campos e de clínica extensa do psicanalista brasileiro Fabio Herrmann, as quais possibilitam o emprego do método psicanalítico num território fora do setting clássico, incluindo a pesquisa acadêmica. Este trabalho partiu do pressuposto de que as patologias, sobretudo as crônicas e incuráveis, provocam uma ferida narcísica em suas vítimas. No caso da aids, isso seria exacerbado pela vulnerabilidade que a doença provoca, pelos efeitos adversos dos remédios e pelos estigmas sociais que lhe estão associados. O objetivo da pesquisa foi verificar quais são as estratégias psíquicas que os doentes utilizam para enfrentar essa situação e para tentar reparar essa ferida. Constatou-se que essas pessoas se sentem arremessadas dentro de um campo do “angustiante” [das Ängstlichen] quando se percebem submersos por essa moléstia. A reação do eu para lidar com esse angustiante lhe provocaria uma cisão (Ichspaultung), fazendo com que a realidade aterrorizadora possa coexistir psiquicamente com o desejo de reparar a ferida narcísica e com um luto indelével por si mesmo. Dessa forma, a aids é incorporada à dinâmica psíquica do doente nos termos daquilo que Freud denominou de das Unheimliche. O eu, graças a seu poder de síntese, mesmo combalido por uma força externa impiedosa, pode ser capaz de confrontá-la e se manter integrado, apesar das perdas irreparáveis.
Título em inglês
The injured soul : AIDS patients under psychoanalytical eyesight
Palavras-chave em inglês
AIDS (attitudes toward)
anxiety
defense mechanisms
Freud Sigmund (1856-1939)
multiple fields theory
psychoanalysis
Resumo em inglês
This production, based on the psychoanalytical work, studies the HIV/AIDS phenomenon, from the speech of four AIDS patients, who have been interviewed for three years. The psychoanalytical reference functioned as a methodological and theoretical tool in order to run the interviews, as well as for the reading of the material produced along the meetings with the subjects of the research. The conceptions of the Multiple Fields Theory and the extense clinic by the Brazilian Psychoanalyst Fabio Herrmann have been of great importance, which support the usage of the psychoanalytical method, outside the classical setting, including academic research. This piece of work gets from the assumption of which the pathologies, mainly the chronicle and incurable ones, induce a narcissistic injury over their victims. When it comes to AIDS, this situation would become aggravated by the vulnerability that the disease provokes, by the adverse effects of the medicines and by the social stigmas which are linked to them. The aim of the research was verifying what psychic strategies the patients use in order to face such situation and to try to fix this wound. It was proved that the AIDS patients feel themselves thrown into a field of “angst” [das Ängstlichen] when they realize they are submerged by this disease. The ego reaction to deal the distressing field would provoke an ego splitting (Spaultung), occurring that the frightening reality is able to psychically coexist with the desire of repairing the narcissistic wound and with the indelible mourning by itself. In that case, AIDS is shared in the psychic dynamic of the patient in terms of what that Freud named as das Unheimliche. The ego, thanks to its synthesis power, even though it is grown weak by an outside and merciless force, may be able to face it and keep integrated, although the irreparable losses.
 
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Data de Publicação
2006-07-19
 
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