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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.44.1997.tde-11032013-164814
Documento
Autor
Nome completo
Jorge Hachiro
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1997
Orientador
Banca examinadora
Coimbra, Armando Marcio (Presidente)
Chang, Hung Kiang
Lavina, Ernesto Luiz Correa
Medeiros, Rodi Avila
Petri, Setembrino
Título em português
O Subgrupo Irati (Neopermiano) da Bacia do Paraná
Palavras-chave em português
Geologia
Resumo em português
Durante a evolução da fase tardi-herciana da Cadeia Andina Paleozóica, na transição entre o Eopermiano e o Neopermiano, a borda sudoeste da Placa Sul-Americana experimentou lento e progressivo basculamento para leste. Isto acarretou gradual deslocamento dos depocentros da Bacia do Paraná, para nordeste, no decorrer do Neopermiano. A migração do eixo deposicional fez com que o mar, ali presente, fosse submetido a um processo de "engolfamento" no interior do continente gondwânico, e a bacia de acumulação adquirisse características de sinéclise. Devido ao confinamento imposto a esse mar do Neopermiano, aqui designado de "mar Irati", o ambiente de sedimentação foi tomado por condições anóxicas. Onde o suprimento de terrígenos foi mais constante, como nas áreas ocidental e central, formaram folhetos betuminosos. Na borda nordeste da bacia, onde a presença de sedimentos terrígenos foi muito menor, foram geradas fácies carbonáticas. Estas últimas depositaram sob controle seletivo do ecossistema, quando o ambiente favoreceu a instalação de colônias algáceas, as principais fontes de carbonatos do Subgrupo Irati. Apesar das margens da bacia estarem estabilizadas e relativamente niveladas o fornecimento de terrígenos finos não havia cessado. No entanto, o aporte sedimentar foi tão modesto que não foi capaz de compensar a velocidade de subsidência das partes centrais da sinéclise. Esta por sua vez, terminou por adquirir por propensão a bacia faminta com taxa ínfima de acumulação sedimentar. Por conseguinte, a sedimentação compassada, fina e esparsa do Subgrupo Irati deu-se sobre uma plataforma rasa, coberta por um mar euxínico e intracontinental. Fato constatável pela análise das associações de fácies, que indica a mais extensiva fase de isolamento e estagnação a que foi submetida a Bacia do Paraná.
Palavras-chave em inglês
Não informadas pelo autor.
Resumo em inglês
An accurate examination of the lrati Subgroup facies associations in the Paraná Basin (southwestern Gondwana) authorized the admission of a syneclise, concealed under an intracontinental sea. At the end of Eopermian, an eastward tilting of its occidental margin, led to a progressive migration of the depocenter toward the northeast and therefore, to a consequence engulfing of the sea water somewhere in the Gondwanian inland. Converging eustatic and tectonic factors commanded the capture of the lrati sea. They were related to the tardihercynian evolution of the Andean Cordillera during a probable phase of accretion of the Patagonian plate. A more continuous supply of the terrigenous sediment in the basin's centersouth promoted the appearance of betuminous shales under anoxic conditions. On the other hand, at the oriental border, an ecologic restraint set the basis for the accumulation of carbonate facies. The more the carbonate accumulation expanded, the less abundant terrigenous clastics became. Even though the eroded basin borders turned into a stillstand area, a feeding of fine-grained terrigenous material did not cease. Nevertheless, the process was ineffective in bringing about an equipoising for the slow subsidence and so, the syneclise ended up with a tendency toward a starved basin with minimal sedimentation rate. The dispersed and thinned sedimentation typical of the lrati Subgroup derived from an intracontinental sea installed on an shallow shelf and should be regarded as the most extensive isolation and stagnation event through all the Paraná Basin.
 
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Hachiro_doutorado.pdf (25.33 Mbytes)
Data de Publicação
2013-03-19
 
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