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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.44.1996.tde-10112015-154800
Documento
Autor
Nome completo
Mario Luis Assine
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1996
Orientador
Banca examinadora
Petri, Setembrino (Presidente)
França, Almério Barros
Fúlfaro, Vicente José
Medeiros, Rodi Avila
Riccomini, Claudio
Título em português
Aspectos da estratigrafia das seqüências pré-carboniferas da Bacia do Paraná no Brasil
Palavras-chave em português
Bacia do Paraná
Brasil
Estratigrafia
Geologia
Resumo em português
O registro pré-Carbonífero da Bacia do Paraná é composto por duas seqüências estratigráficas limitadas por discordâncias regionais, que constituem dois ciclos de 2ª ordem: Ordoviciano/Siluriano e Devoniano. No Ordoviciano Superior/Siluriano Inferior (Gr. Rio Ivaí) foram caracterizadas duas seqüências deposicionais: 1) a inferior, considerada de idade caradociana - ashgilliana, compreende arenitos de tratos de sistemas transgressivo e de mar alto da Fm. Alto Garças, que apresentam mergulho deposicional para oeste em direção às bacias do Chaco; 2) a seqüência neo-ashgilliana - llandoveriana inicia-se com as fácies subglaciais da Fm. Iapó, correlacionadas com a glaciação gondwânica neo-ashgilliana. Folhelhos pós-glaciais da Fm. Vila Maria constitutem trato de sistemas transgressivo, com superfície de máxima inundação no Llandoveriano Inferior. A seção de topo da Fm. Vila Maria registra tendência regressiva, que culminou com a geração de discordância generalizada no Siluriano Superior. No Devoniano (Gr. Paraná) foram caracterizadas três seqüências deposicionais: 1) a seqüência basal, de presumida idade lochkoviana, resultou de rápida transgressão sobre embasamento peneplanizado, em onlap de oeste para leste, fenômeno que gerou espaço para acomodação de tratos psamíticos de sistemas transgressivo e de mar alto (partes inferior e média da Fm. Furnas). A existência de traços fósseis de trilobita corrobora a interpretação de ambientes marinhos para a Fm. Furnas; 2) fácies conglomeráticas de trato de sistemas de mar baixo (parte superior da Fm. Furnas) marcam o início da seqüência praguiana - eifeliana. O empilhamento é transgressivo na transição entre as formações Furnas e Ponta Grossa, com superfície de máxima inundação no Emsiano Superior (Mb. Jaguariaíva). O Eifeliano é caracterizado por trato de mar alto com empilhamento regressivo progradacional (Mb. Tibagi). Tectonismo sinsedimentar foi responsável pela individualização de altos internos e marginais, resultando no levantamento inicial do Arco de Assunção e na compartimentação das sub-bacias de Apucarana e Alto Garças; 3) a base da seqüência givetiana-frasniana (Mb. São Domingos) é caracterizada por rápida inundação, com presença de lags transgressivos, à qual se associa o ingresso de águas quentes e o declíneo da fauna malvinocáfrica. A superfície de máxima inundação no Givetiano corresponde à máxima transgressão no Devoniano da Bacia do Paraná. Análise regional permitiu verificar a aplicabilidade da divisão tripartite da Fm. Ponta Grossa em toda a bacia. Na faixa de afloramentos no Estado de Goiás o Mb. Jaguariaíva não ocorre e o contato com a Fm. Furnas é discordante, com presença de lags transgressivos. Na Chapada dos Guimarães a parte superior da Fm. Furnas de autores prévios foi reclassificada como Fm. Ponta Grossa. A seqüência devoniana é desigualmente preservada e recoberta em discordância levemente angular por unidades westphalianas do Gr. Itararé. As seqüências ordovício-siluriana e devoniana são aproximadamente cronocorrelatas às orogenias pré-andinas Oclóyica (Ordoviciano Superior/Siluriano Inferior) e Chanica (Devoniano Médio/Mississipiano Inferior), evidenciando correspondência entre eventos de subsidência na bacia e orogenias nas bordas da placa.
Título em inglês
Stratigraphic aspects of the pre-carboniferous sequences in the Paraná Basin, Brazil
Palavras-chave em inglês
Brazil
Paraná Basin
Stratigrafic
Resumo em inglês
The pre-Carboniferous record of the Paraná Basin is composed of two stratigraphic sequences bounded by regional unconformities: 1) Ordovician-Silurian sequence, and 2) Devonian sequence. The Ordovician-Silurian stratigraphic sequence (Rio Ivaí Group) is characterized by two depositional sequences. The oldest one (Caradocian/Ashgillian) is made up of sandstones (Alto Garças Formation), dipping westward to the Chaco basin, herein interpreted as transgressive and highstand systems tracts. The youngest sequence (Neoashgillian/Llandoverian) begins with subglacial facies of the Iapó Formation, a correlative of several Gondwana Neoashgillian glacial records. The shales of the Vila Maria Formation (Lower Llandoverian) are the post-glacial flooding record and comprise the maximum flooding surface of the transgressive systems tracts. The upper section of the Vila Maria Formation records the regressive facies and a widespread unconformity in the Late Silurian. The Devonian stratigraphic sequence (Paraná Group) is made up of three depositional sequences: 1) the lowermost one (Lochkovian?) records, from west to east, a coastal onlap over the basement comprising the transgressive and highstand systems tracts of the Furnas Formation (lower and middle sections). The presence of trilobite trace fossils in the Furnas Formation are important diagnosis for its marine environment. 2) The middle sequence (Praguian/Eifelian) is composed of conglomerates of lowstand system tract and transgressive facies toward the contact zone with Ponta Grossa Formation. The maximum flooding surface was in the Late Emsian during the deposition of the Jaguariaíva Member. The Eifelian (Tibagi Member) is characterized by a progradational regressive stacking, typical of highstand systems tracts. Sinsedimentary tectonics were responsible for creating internal and marginal highs, such as the Asuncion Arch, and sub-basins such as the Apucarana and Alto Garças. 3) The uppermost sequence (Givetian/Frasnian) is a transgressive sequence (São Domingos Member) associated with warm currents bringing about the decline of the Malvinokaffric fauna. The Givetian maximum flooding surface overlaps the maximum transgression of the Devonian in the Paraná basin. The Devonian sequence is separated from the Itararé Group (Westphalian) by a slightly angular unconformity. The regional analysis performed in this work has also aimed the practical application of the three-fold subdivision of the Ponta Grossa Formation. It has been observed that the Jaguariaíva Member does not occur in the outcrop area of Goiás State and that the contact with the Furnas Formation, in that area, is discordant with transgressive lags. In the Chapada dos Guimarães area, Mato Grosso State, the upper part of the Furnas Formation of previous authors was reclassified as Ponta Grossa Formation. The Ordovician-Silurian and Devonian sequences in the Paraná Basin are chronocorrelated to the Oclóyica (Late Ordovician/Early Silurian) and Chanica (Middle Devonian/Early Mississippian) pre-Andean orogenic phases, showing correspondence between intraplate subsidence and orogenies in the plate edges.
 
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Data de Publicação
2015-11-11
 
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