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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.44.1978.tde-16112015-153709
Documento
Autor
Nome completo
Murilo Rodolfo de Lima
E-mail
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1978
Orientador
Banca examinadora
Rosler, Oscar (Presidente)
Brito Neves, Benjamim Bley de
Fúlfaro, Vicente José
Petri, Setembrino
Qualifik, Paul
Título em português
Palinologia da Formação Santana (Cretáceo do Nordeste do Brasil)
Palavras-chave em português
Paleopalinologia
Resumo em português
Entre as unidades que compõem a sequência sedimentar mesozóica do Nordeste do Brasil, destaca-se a Formação Santana pelas suas peculiaridades estratigráficas e paleontológicas. Ao já importante acervo de conhecimento à respeito da mesma, acrescentam-se agora os resultados de um amplo estudo, erigido em bases palinológicas. O material que possibilitou a referida pesquisa foi coletado em 12 perfis, distribuídos de modo a cobrir do melhor modo possível, as áreas de ocorrências da unidade nos flancos da bacia. A parte inicial do trabalho apresenta um estudo relativamente extenso sobre a unidade em foco, abordada sob os pontos de vista litológico, tectônico e paleontológico. No aspecto sistemático, 230 espécies foram identificadas e descritas, incluindo dois gêneros e 24 espécies novas. O tratamento qualitativo e quantitativo destas microfloras permitiu o estabelecimento de 4 zonas palinológicas distintas, válidas para todo o âmbito da bacia. Além disso, foi possível, com relativa precisão, efetuar a datação das mesmas, sendo as 3 zonas mais basais enquadradas no Albiano Inferior e a quarta no Albiano Médio. Foi também estabelecida a correlação estratigráfica da Formação Santana com algumas unidades sedimentares de bacias próximas. Do ponto de vista paleoecológico, estabeleceu-se a reconstituição das modificações ambientais sofridas nas 3 fases distintas ocorridas durante a deposição da unidade, representadas, respectivamente, por uma fase lacustre, seguida por uma lagunar, e finalmente por outra lacustre. Dados paleogeográficos foram também obtidos, possibilitando a formulação de hipótese relativa à proveniência do mar a partir da Bacia Potiguar. São igualmente discutidas as informações disponíveis de outras áreas sedimentares do Nordeste do Brasil que poderiam representar o registro desta passagem. Algumas informações de caráter paleoclimático foram também incorporadas, reforçando a idéia de um clima quente e árido na época de deposição dos sedimentos. Finalmente, considerações de caráter paleoflorístico também foram efetuadas, mostrando a evolução da vegetação e completando deste modo um quadro geral do ambiente deposicional desta unidade.
Título em inglês
Not available.
Palavras-chave em inglês
Not available.
Resumo em inglês
Not available.
 
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Lima_Doutorado.pdf (27.60 Mbytes)
Data de Publicação
2015-11-17
 
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