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Tese de Doutorado
DOI
10.11606/T.44.1982.tde-03082015-143416
Documento
Autor
Nome completo
Diana Mussa
Unidade da USP
Área do Conhecimento
Data de Defesa
Imprenta
São Paulo, 1982
Orientador
Banca examinadora
Rocha Campos, A. C. (Antonio Carlos) (Presidente)
Mendes, Josue Camargo
Morretes, Berta Lange de
Qualifik, Paul
Título em português
Lignitafofloras permianas da Bacia do Paraná, Brasil (estados de São Paulo e Santa Catarina)
Palavras-chave em português
Bacia do Paraná
Paleobotânica
Resumo em português
Os espécimes de lenho fóssil concentram grande potencial de informações, seja sobre o ambiente de vida da planta, seja sobre o ambiente de sedimentação. Daí resultou o enfoque inicial sob o prisma da tafonia e, posteriormente, sob o prisma da anatomia, sistemática e ecológica. Com isso procurou-se a montagem de um único método de estudo voltado somente para os lenhos fósseis. os resultados do estudo tafonômico são preliminares. Representam um ensaio do método, a partir da premissa de que o tempo de vida da planta, a sedimentação das respectivas seqüências e, no mínimo, os primeiros eventos da fossilização, transcorreram nos limites de um mesmo ciclo deposicional. Da mesma maneira, os mesmos agentes que atuaram durante o referido ciclo interferiram sobre a planta, em vida, e "post mortem", durante as fases da fossilização. As correspondências existentes mereceram averiguações. Até o presente as investigações paleoanatômicas eram conduzidas da mesma maneira que para os lenhos recentes, resultando uma lacuna no terreno da estratigrafia e a polarização no campo da sistemática formal. Os resultados do estudo tafonômico deixam entrever sua profícua aplicabilidade no campo da bioestratigrafia. As gerações cristalinas formadas sobre as paredes celulares, durante a permineralização, refletem as condições diagenéticas da bacia de deposição; os caracteres anatômicos de maior realce, no plano lenhoso dos espécimes, refletem as condições ambientais da bacia, durante o tempo de vida da planta. Foram investigadas amostras representativas desde as oriundas das camadas Capivari às procedentes da Formação Estrada Nova, sob o prisma da tafonomia. De maneira geral as texturas cristalinas presentes complementaram informações disponíveis sobre o ambiente de sedimentação das respectivas formações. As averiguações sobre a anatomia ecológica confirmam, de modo razoável, as idéias existentes sobre o ambiente deposicional da bacia ) durante os ciclos questionados. Em caso de contradições entre as correspondências aventadas é possível admitir o retrabalhamento e o transporte do espécime, portanto, sua exclusão das avaliações. Quanto às conclusões bioestratigráficas observa-se, 'a priori', correlações sugestivas entre as associações lignitafoflorísticas das Formações Irati (Brasil), Barakar (Índia) e White Band (SW africano); de modo incompleto, por falta de estudos estatísticos do lenho, entre as formações Estrada Nova (Brasil), Raniganj (Índia) e, pelo menos parcialmente, Ecca (SW africano). Com respeito aos estudos anatômicos também se fez a reformulação dos métodos de investigação. Esta apóia-se em resultados, muitas vezes inabordados ou esquecidos, de anatomistas mais antigos como Van Tieghem (1872), Chauvenau (1911), entre outros, cujos conceitos, no que toca ao estelo das plantas fósseis, nortearam de maneira fundamental as determinações ora discutidas. Dessa abordagem resultou a revisão dos estudos existentes sobre lignispécimes permianos da Bacia do Paraná e gondvânicos em geral. Resultou, também, uma chave de determinação a qual congregou os morfogêneros, por grupos, de acordo com as feições de maior destaque presentes no estelo. A apreciação e a crítica concernentes aos morfogêneros dos respectivos grupos compreende, na verdade, o desenvolvimento metodológico pelo qual se orientou nas determinações sistemáticas. Da presente revisão resultou a proposição de vários novos taxa. Da formação Rio Bonito foram descritos os novos morfogêneros Schopfiicaulia nov.gen., Catarinopitys nov.gen e Solidoxylon nov.gen. Com respeito à formação Irati foram reconhecidos Kraeuselpitys nov.gen., Paulistoxylon nov.gen., Paranaseptoxylon nov.gen., Atlanticoxylon nov.gen. e Petalopitye nov.gen.. As demais formas descritas compreendem espécies novas de morfogêneros conhecidos em publicações. Absteve-se de descrever amostras concernentes ) a espécies já conhecidas dos respectivos morfogêneros, a não ser nos casos em que se tornou útil a sua inclusão para efeito de emendas ou de melhores esclarecimentos quanto à anatomia. A relação das novas espécies descritas consta da Tabela 22 do texto.
Título em inglês
not available
Palavras-chave em inglês
not available
Resumo em inglês
not available
 
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Data de Publicação
2015-08-06
 
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